Deputado Veneziano Vital contraria governo Dilma e anuncia voto favorável a PEC do Orçamento Impositivo.


Vladimir Chaves

O Deputado Federal Veneziano Vital (PMDB), informou que votará a favor da PEC do Orçamento Impositivo (Proposta de Emenda à Constituição 358/13), que deverá ser apreciada em segundo turno pela Câmara dos Deputados ainda esta semana.

A posição do deputado governista contraria os interesses do governo Dilma, a campanha contra a aprovação da PEC do Orçamento Impositivo é encabeçado pelo líder do PT na Câmara, deputado Sibá Machado, que alega que o governo não tem certeza das receitas.

“Somos contra a PEC porque temos certeza das despesas, mas não temos certeza nenhuma das receitas. E as receitas não estão crescendo", declarou o petista.

Aprovada em primeiro turno em 16 de dezembro do ano passado, a proposta, de autoria do Senado, determina a execução obrigatória das emendas parlamentares ao orçamento até o limite de 1,2% da receita corrente líquida no orçamento da União. Segundo Veneziano, o Orçamento Impositivo deverá acabar com especulações sobre liberação ou não de verbas, garantindo que o benefício proposto pelo parlamentar seja efetivamente executado.

“Com o Orçamento Impositivo os parlamentares terão a certeza de que poderão colaborar com os municípios, com o seu estado, de forma mais segura. Sem ele paira a dúvida, pois não se tem a certeza de que haverá a liberação daquele recurso que ele propôs. Assim, ele pode assumir o compromisso com o povo que representa com a certeza da liberação”, destacou o parlamentar paraibano.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

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Chuva eleva o nível do Açude de Boqueirão para 22,2%


Vladimir Chaves

Graças as fortes chuvas registradas no Cariri paraibano, no início deste mês, o Açude Epitácio Pessoa (Açude de Boqueirão), elevou o nível em 25 centímetros, representando um aporte hídrico de mais de três milhões de metros cúbicos.


Ainda em situação critica o reservatório encontra-se hoje (10), com apenas 22,2% de sua capacidade, 91.313.484 milhões de metros cúbicos de água. 

Evolução diária da capacidade armazenada





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Governadora em exercício divide com o marido a mesa de trabalho.


Vladimir Chaves

Em seu primeiro dia no cargo, a governadora em exercício da Paraíba, Ligia Feliciano (PDT), fez questão de compartilhar com o esposo o deputado federal Damião Feliciano (PDT), a mesa de trabalho do Gabinete do Governador.

Diante do turbilhão que passa o Estado da Paraíba, com os servidores públicos ameaçando greve em protesto ao reajuste de 1% concedido a maioria dos funcionários, todo apoio a governadora em exercício deve ser bem vido.


A médica Lígia Feliciano, substituirá o governador Ricardo Coutinho (PSB) durante o período monesco.  

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Oposição vai presidir comissão da Reforma Política.


Vladimir Chaves

A Câmara dos Deputados instalou formalmente a comissão especial que vai analisar a proposta de reforma política (PEC 352/13). A comissão especial terá um prazo de 40 sessões do Plenário para analisar proposta da reforma política.

Por acordo de líderes, foi indicado para presidir a comissão o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que deve designar como relator Marcelo Castro (PMDB-PI).  O colegiado é composto por 34 titulares, e igual número de suplentes.

A proposta

A PEC 352/13, que resultou do Grupo de Trabalho de Reforma Política da Câmara dos Deputados, acaba com a reeleição do presidente da República, dos governadores e prefeitos; põe fim ao voto obrigatório, que se torna facultativo; e muda as regras das coligações eleitorais, com o fim da obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, municipal ou distrital.

Para ampliar o debate, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, já anunciou que outras PECs serão apensadas à 352 para discussão na comissão especial. Quando o resultado da comissão for encaminhado ao Plenário, também haverá votação de outros projetos de lei relacionados ao tema.

Financiamento

Um dos pontos mais polêmicos da proposta é o tipo de financiamento da campanha – se público ou privado. Eduardo Cunha defende o financiamento privado, "com controle".

Por sua vez, o líder do DEM propõe o financiamento misto (privado e público) de campanhas políticas, “com critérios de transparência e fiscalização os mais amplos possíveis por parte da sociedade”.


Já o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), defende o financiamento público exclusivo. “Se não der para passar, nós vamos pelo menos para a proibição do financiamento de empresas. É muito importante evitar a constitucionalização do financiamento privado.”

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Contratações da Petrobras serão regidas por código de ética


Vladimir Chaves

A crise na Petrobras, após deflagrados os esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro entre a estatal e empreiteiras pela Operação Lava Jato, trouxe à tona diversos problemas sobre a empresa. Entre eles, inclui-se o fato de que, nos últimos quatro anos, entre 60% e 70% das contratações foram feitas por dispensa de licitação, de maneira arbitrária. A fim de dobrar essa crise, a Petrobras incluiu guia de conduta no Manual de Contratação.

Petrobras Sem grandes revoluções, a cláusula 6.2.4 do manual antes dizia: “A Petrobras e as empresas fornecedoras de bens ou prestadoras de serviços devem respeitar as disposições contidas no Código de Ética do Sistema Petrobras e na Política de Responsabilidade Social da Petrobras.” O texto foi modificado para: “A Petrobras e as empresas fornecedoras de bens ou prestadoras de serviços devem respeitar as disposições contidas no Código de Ética do Sistema Petrobras, no Guia de Conduta da Petrobras e na Política de Responsabilidade Social da Petrobras.”

O Manual da Petrobras para Contratação sofreu alterações por despacho publicado no Diário Oficial (9). A partir de agora, para toda contratação tanto a companhia como fornecedoras ou prestadoras de serviço devem respeitar o código de ética da empresa, disposto no Guia de Conduta da Petrobras.
Entre as determinações do guia está, por exemplo, a de rejeitar e denunciar situações de fraude e corrupção, sob qualquer forma, direta ou indireta, ativa ou passiva, que envolva ou não valores monetários.

Outro ponto destacado para a conduta na empresa é “não insinuar, solicitar, aceitar ou receber suborno, propina ou qualquer vantagem indevida”. A situação contrária também vale: não insinuar, prometer, oferecer ou pagar suborno, propina ou qualquer vantagem indevida.

O guia também versa sobre assuntos como nepotismo, proteção da imagem e reputação da empresa e conflitos de interesses.

Com ele, a Petrobras visa à prevenção de desvios de conduta, promovendo a disseminação de orientações e atividades educativas, sem prejuízo da aplicação de medidas disciplinares cabíveis quando, porventura, tais desvios forem constatados.

Para os membros da Alta Administração e ocupantes de função gerencial, de acordo com o guia, cabe cumprir e zelar pelo cumprimento das orientações estabelecidas, “difundindo a sua aplicação à equipe sob sua gestão”.

Corrupção
Os pontos são importantes já que os últimos anos da Petrobras foram marcados por casos de corrupção e números negativos. No primeiro caso, há suspeitas de superfaturamento e evasão de divisas na compra da refinaria de Pasadena, indícios de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e de pagamento de propina a funcionários da petroleira.

No período, subiram os gastos com importação de combustíveis, o endividamento da estatal explodiu, o lucro caiu, as ações despencaram na bolsa e o valor de mercado da companhia derreteu.

De fevereiro de 2012 a dezembro de 2014, as ações da Petrobras se desvalorizaram mais de 60% e a companhia encolheu mais de R$ 200 bilhões na bolsa, caindo para o 4º lugar no ranking das maiores da Bovespa.

O valor de mercado (preço que o mercado está disposto a pagar pela empresa) caiu para menos de R$ 110 bilhões no fechamento do mês de janeiro, o equivalente a um terço dos R$ 330 bilhões da posição da companhia na bolsa em fevereiro de 2012.



Contas Abertas

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Há elementos jurídicos para admissão de impeachment de Dilma, diz Ives Gandra


Vladimir Chaves

O jurista Ives Grandra Martins elaborou um parecer afirmando que há elementos jurídicos para que seja proposto e admitido o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Para ele, os crimes culposos de imperícia, omissão e negligência estão caracterizados na conduta de Dilma, tanto quando foi presidente do Conselho da Petrobras, quanto agora como presidente da República.

Ives Gandra ressalta que, apesar dos aspectos jurídicos, a decisão do impeachment é sempre política, pois cabe somente aos parlamentares analisar a admissão e o mérito. Ele lembra do caso de Fernando Collor de Mello, que sofreu o impeachment por decisão dos parlamentares, mas que depois foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal. A corte não encontrou nexo causal para justificar sua condenação, entre os fatos alegados e eventuais benefícios auferidos no governo.

No documento, produzido a pedido do advogado José de Oliveira Costa, o jurista analisa se a improbidade administrativa prevista no inciso V, do artigo 85, da Constituição Federal, decorreria exclusivamente de dolo, fraude ou má-fé na gestão da coisa pública ou se também poderia ser caracterizada na hipótese de culpa, ou seja, imperícia, omissão ou negligência administrativa.

Para Ives Gandra, o dolo nesse caso não é necessário. Segundo ele, o texto constitucional não discute se a pessoa é honesta ou se houve má-fé. Ele afirma que a Constituição não fala propriamente de atos de improbidade, mas atos contra a probidade de administração. Para ele, culposos ou dolosos, atos que são contra a probidade da administração podem gerar o processo político de impeachment.

“Quando, na administração pública, o agente público permite que toda a espécie de falcatruas sejam realizadas sob sua supervisão ou falta de supervisão, caracteriza-se a atuação negligente e a improbidade administrativa por culpa. Quem é pago pelo cidadão para bem gerir a coisa pública e permite seja dilapidada por atos criminosos, é claramente negligente e deve responder por esses atos”, afirma.

Ives Gandra afirma ainda que, de acordo com a legislação, comete o crime de improbidade por omissão quem se omite em conhecer o que está ocorrendo com seus subordinados, permitindo que haja desvios de recursos da sociedade para fins ilícitos.

Caso concreto

Ao analisar o caso da Petrobras, o jurista entende que os atos fraudulentos e os desvios já são fatos, restando apenas descobrir o comprometimento de cada um dos acusados. No caso da presidente Dilma Rousseff, Ives Gandra diz que à época que começaram as fraudes investigadas ela era presidente do Conselho de Administração que, por força da lei das sociedades anônimas, tem responsabilidade direta pelos prejuízos gerados à estatal durante sua gestão.

"Parece-me, pois, que, em tese, o crime de responsabilidade culposa contra a probidade está caracterizado, pois quem tem a responsabilidade legal e estatutária de administrar, deixou de fazê-lo”, afirma. Para o jurista, a presidente também cometeu crime ao manter a gestão da Petrobras, mesmo sabendo dos casos de corrupção.

“Há, na verdade, um crime continuado da mesma gestora da coisa pública, quer como presidente do conselho da Petrobras, representando a União, principal acionista da maior sociedade de economia mista do Brasil, quer como presidente da República, ao quedar-se inerte e manter os mesmos administradores da empresa”.

“Concluo, pois, considerando que o assalto aos recursos da Petrobras, perpetrado durante oito anos, de bilhões de reais, sem que a presidente do Conselho e depois presidente da República o detectasse, constitui omissão, negligência e imperícia, conformando a figura da improbidade administrativa, a ensejar a abertura de um processo de impeachment”.


Leia o parecer completo:

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“No Brasil não temos pena de morte, mas morte sem pena” suplente de senador Aristavora Santos.


Vladimir Chaves

O suplente de senador paraibano, Aristavora Santos, disse que lamenta que o Brasil não tenha pena de morte, pois se tivesse os corruptos envolvidos na “Operação Lava Jato” deveriam ser todos executados e as famílias ainda serem obrigadas a pagar a bala da execução.

Dizendo-se impressionado com o cinismo e a ousadia dos corruptos citados na “Operação Lava Jato”, ele disse está revoltado com a roubalheira na Petrobrás enquanto milhares de brasileiros morrem por falta de assistência nas portas dos hospitais.

“O que nos revolta é milhares de pessoas morrendo nas portas dos hospitais por falta de atendimento. Enquanto roubam nosso dinheiro, milhares de pessoas passando fome, morrendo nas portas dos hospitais outros tanto sem educação e esses gatunos roubando o dinheiro do povo” desabafou.

“No Brasil  não temos pena de morte, mas morte sem pena” concluiu. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

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Prefeito em exercício de João Pessoa revela que petistas estão envergonhados com governo Dilma.


Vladimir Chaves

Questionado durante entrevista ao “Programa Correio Debate” sobre o possível impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o prefeito em exercício de João Pessoa, Nonato Bandeira (PPS), disse ser precipitado o movimento pela cassação do mandato da presidente, já que, ainda não existem ainda provas concretas da participação da presidente no escândalo da Petrobras.

Entretanto o vice do prefeito Luciano Cartaxo (PT), não poupou criticas ao governo Dilma, chegando a confessar que conhece petistas que estão envergonhados com a gestão da presidente Dilma.

“O governo deu uma guinada da esquerda para direita, conheço muitos petistas que estão envergonhados. Setores do PT mais esclarecidos e menos radicais estão insatisfeitos com Dilma” disse o vice-prefeito.

Para o vice-prefeito é preciso apurar todo o escândalo da Petrobrás. “90 bilhões de reais foram pelo da corrupção. É preciso apurar todos os escândalos da roubalheira da Petrobrás e se tiver a participação da presidente ou gente do governo, tem que abrir processo de impeachment”.

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Casa própria: Prefeitura de Campina Grande realiza o sonho de 288 famílias.


Vladimir Chaves

Dando continuidade ao programa de redução do déficit habitacional de Campina Grande, o prefeito Romero Rodrigues, entregou na manhã de hoje (9), 288 apartamentos no Residencial Vila Nova da Rainha I, localizado na zona oeste da cidade, bairro de Bodocongó.


Uma verdadeira multidão marcou presença para acompanhar a realização do sonho das 288 famílias contempladas através de sorteio. 




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Justiça concede liminar e evita manobra do Governo do Estado contra a saúde pública de Campina Grande


Vladimir Chaves

Procurador Município Campina Grande
José Mariz
Após uma ação cautelar impetrada pela Procuradoria Geral do Município, a Justiça Federal concedeu, na última sexta-feira, uma liminar que impede a tentativa de uma manobra do Governo do Estado visando prejudicar o setor de saúde pública de Campina Grande. Ao acatar a ação da PGM, o juiz da 4ª Vara Federal na Paraíba, Rafael Chalegre do Rêgo Barros, impediu a retirada de mais de R$ 11 milhões dos cofres públicos da saúde de Campina.

Os recursos para o atendimento da Média e Alta Complexidade iriam ser retirados do município e de outras cidades paraibanas, pelo Ministério da Saúde, por conta de uma solicitação ilegal da Secretaria de Saúde do Estado.  Com a decisão, a Justiça reconhece que o pedido feito pelo Estado e a medida adotada pelo Ministério da Saúde são irregulares.

Entenda o caso:

Nos últimos dias, a Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande foi informada pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba – COSEMS/PB de que, no dia 29 de janeiro deste ano, foi realizada uma reunião em Brasília/DF, na sede do Ministério da Saúde, com representantes do Ministério, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde – CONASS, do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde – CONASEMS, da Secretaria Estadual de Saúde da Paraíba – SES/PB e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba – COSEMS/PB, para a assinatura de um novo Protocolo de Cooperação entre Entes Públicos – PCEP. Mas não houve consenso com relação ao destino dos recursos federais transferidos para Assistência de Média e Alta Complexidade no Estado da Paraíba.

A proposta feita pela Secretaria Estadual de Saúde da Paraíba, no sentido de que parte dos recursos federais ora repassados aos municípios passasse a ser repassado pela União aos Estados, não foi aceita pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba.

“Mesmo assim, o Ministério da Saúde decidiu, de forma unilateral, ilegal e arbitrária, reduzir o teto financeiro de Assistência de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar de diversos municípios paraibanos, dentre os quais o de Campina Grande, e alocar esses recursos no teto financeiro do Estado da Paraíba, de forma retroativa à competência de janeiro de 2015”, relata a ação cautelar impetrada pela PGM. Com a medida, seriam retirados da saúde de Campina Grande R$ 11.760.252,39 ao ano, ou seja, R$ 980.021,03 por mês, já a partir de amanhã.

Manobra e prejuízo
De acordo com dados obtidos no site do Ministério da Saúde, no ano de 2014, os repasses federais para Atenção à Média e Alta Complexidade ficaram em torno de R$ 8 milhões/mês. A redução, como proposta pelo Governo do Estado, numa nítida manobra política contra os interesses de Campina Grande, significaria uma queda de mais de 12% dos repasses federais.

“Caso isso acontecesse a edilidade municipal fatalmente seria obrigada a fechar leitos e a suspender serviços que hoje estão sendo prestados a aproximadamente 1,5 milhão de pessoas. Por isso essa decisão da Justiça é de fundamental importância para garantir esses serviços”, observou o procurador geral do município, José Fernandes Mariz.

Em sua sentença, o juiz Rafael Chalegre do Rêgo Barros destaca: “A União se abstenha, por ora, de reduzir o limite financeiro de MAC do município autor, bem como de diminuir ou efetuar qualquer desconto sobre os valores que vem sendo repassados à edilidade; a União e o Estado da Paraíba se abstenham de adotar quaisquer medidas tendentes a transferir para o Estado da Paraíba a gestão sobre os serviços de Média e Alta Complexidade prestados pelo Município de Campina Grande".

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CPI da Petrobrás: “não assinei o requerimento porque ele não chegou até mim” deputado Manoel Junior.


Vladimir Chaves

O deputado Manoel Junior (PMDB), esclareceu que não assinou o requerimento pela instalação da CPI da Petrobrás, por não ter sido procurado, segundo ele, como estava coordenando a campanha à presidência da Câmara do deputado Eduardo Cunha, sequer tomou conhecimento da coleta das assinaturas.

“Gostaria de esclarecer aos meus eleitores e ao povo paraibano que não assinei o requerimento porque ele não chegou até mim. Como estava coordenando à eleição do Deputado Eduardo Cunha, a corrida foi grande e nem sequer fiquei sabendo que essas assinaturas estavam sendo recolhidas. As assinaturas foram colhidas em um dois dias, portanto, muito rápido. Nesses casos de CPI, o requerimento é enviado para o gabinete do parlamentar, desta vez não foi enviado” justificou.

O deputado adiantou ainda, que é favorável a CPI da Petrobrás e que defende a punição dos responsáveis pelos desvios na empresa. “Todos nós brasileiros temos o direito de saber o que houve de fato na Petrobrás, afinal, estamos falando de patrimônio brasileiro. E quem cometeu irregularidades tem que ser penalizados” finalizou.

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Crime ambiental: Criminosos continuam desafiando a lei nas “barbas da justiça”.


Vladimir Chaves

Contando com a complacência dos órgãos responsáveis pela fiscalização, proibição e punição aos crimes ambientais, criminosos desafiam a lei, capturando e comercializando aves silvestres nas feiras livres da Paraíba.

Muitas espécies ameaçadas de extinção além de perderem o direito a liberdade são submetidas a tratamentos cruéis. Um exemplo de crueldade e indiferença das autoridades ambientais acontece todos os domingos na feira livre da cidade de Remígio, com um agravante, a feira acontece na rua onde fica a sede do Ministério Público.

O flagrante do crime foi feito pelo ambientalista Letiene dos Santos, “A Polícia Ambiental, Ministério Público, iBAMA e Secretaria do Meio Ambiente da cidade de Remígio precisa urgentemente dar uma resposta a sociedade , sobre essa pratica criminosa” desabafou o ambientalista.
(foto: Letiene Santos)

(foto: Letiene Santos)

(foto: Letiene Santos)

domingo, 8 de fevereiro de 2015

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Por Gilvan Freire: PT : 35 ANOS DE FUNDAÇÃO, 12 DE AFUNDAMENTO


Vladimir Chaves

Não poderia ser mais melancólico o trigésimo quinto aniversário do PT. Ninguém na rua para levantar a bandeira vermelha estrelada nem para socar no ar com o punho fechado, aquele gesto e aquele estandarte que que fizeram das ruas brasileiras um lugar onde o país inteiro, enfurecido e mobilizado contra a ditadura agonizante, cantava bordões e gritava palavras de ordem. Foi assim também no bota fora de Collor, o Fernandinho das elites exploradoras

É bem verdade que o PT não fez isso sozinho. Quando nasceu, já tinha sido gerado no útero do PMDB, o partido com o maior mérito na resistência à tirania e na derrubada do regime militar. Por pura, perversa e traiçoeira ironia da história, os dois partidos são hoje cúmplices nos atentados que deixam o país sem rumos.

O PREÇO DO FRACASSO E DA TRAIÇÃO

Hoje só o PT está enganado a respeito de si mesmo. Seu papel reformista e regenerador está esgotado. Melhor dizendo, fracassado. Quem ainda acha que o PT vai voltar às ruas com o apoio do povo levante a mão. Ninguém levantou, viu ? É isso, ninguém acredita mais no PT, nem mesmo boa parte de petistas que não estão pendurados nos cabides de emprego do aparelho estatal. Muitos petistas foram militantes de luxo nos velhos tempos de enfrentamento, agora são beneficiários da bolsa emprego - soldados civis remunerados, encarregados de defender os covís.

Segundo a última pesquisa do DataFolha, Dilma mergulha para o naufrágio. Seu prestígio popular caiu para quase a metade do que fora anteriormente, enquanto a reprovação social subiu de forma astronômica. Pior : setenta e seis por cento dos entrevistados ( é como pensa o povo brasileiro ) acham que ela tem a ver com a corrupção que varre o país de Norte a Sul, passando pelo Planalto Central. Como não saber se era esse esquemão que financiava as campanhas dela, de Lula e de todos os outros candidatos petista pelo Brasil afora ?

Mas se colocarem o próprio PT nesse tipo de pesquisa, os índices de aceitação popular ficarão rente com o chão. Melhor dizendo, com a lama. Por isso deixa o PT sair às ruas. Lá só estarão os futuros desempregados do governo e alguns pelegos sindicais que silenciam quando o país pega fogo nos incêndios morais. No Congresso, ninguém defende mais Dilma nem Lula, muito menos defende o PT.

Mas se o PT insultar o povo, que já está ofendido demais com o petismo, vai ocorrer algo assemelhado com o que aconteceu nos tempos dos militares, que estrumavam os cachorros para morder os calcanhares de Ulisses e Lula. Com a diferença de que agora, se houver provocação à sociedade brasileira, será ela mesma que vai estrumar seus cachorros para morder os calcanhares dos que se julgam donos do Estado e da própria nação. É esse o preço das traições políticas e morais.

Gilvan Freire: Foi líder estudantil, vereador, deputado estadual duas vezes e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado federal e candidato a governador da Paraíba em 1998.

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Para deputada comunista vestir criança com farda da PM é fazer apologia ao nazismo.


Vladimir Chaves


A deputada federal Jandira Fegalli (PC do B), conseguiu despertar a indignação dos brasileiros que tem respeito pela Policia Militar. Para a deputada crianças vestidas com fardas da Policia Militar, é bizarra e relembra a campanha nazista. Segundo a comunista trata-se de uma campanha que cultua a repressão e da violência de Estado.

Além do comentário feito em sua pagina social “Facebook” a deputada postou uma foto de duas crianças uma vestida com a farda da Policia Militar do Rio de Janeiro e outra com trajes nazista.

Dentre as várias postagens de protestos uma de um policial militar que diz ter orgulho da corporação e seguir o exemplo do pai que também é militar.

“Sou soldado, meu pai sargento, tenho orgulho de ter seguido seus passos, servindo a sociedade, e trabalhando duro pra manter a ordem em um país como esse, se minha filha decidir ser policial terá todo o apoio, prefiro comprar uma farda pra ela do que um shortinho atolado e um cd do mc gui” respondeu o militar.

Leia o que disse a deputada.


O Governo do Rio deveria valorizar sua corporação com os benefícios trabalhistas prometidos, não vestindo crianças com fardas. Essa imagem nos rememora à bizarra campanha nazista de militarização, um caminho rápido para a cultura da repressão e da violência de Estado. Os servidores e suas famílias, assim como o povo que precisa de segurança real, merecem respeito e dignidade, não de projetos de marketing (e homicídios diários).

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Reforma de moveis, manutenção de piscina, compra de Iphones e corda no “pescoço do povo”.


Vladimir Chaves

Esse é o Brasil, de um lado impõe-se todo tipo de sacrifício ao povo devido à crise econômica que o país foi jogado, do outro, mordomias e mordomias para os representantes do povo.

Reforma de móveis:
Para manter os móveis do Senado Federal sempre em “bom estado”, a Casa usará R$ 125 mil para a reforma da mobília e dos estofados. O contrato inclui o fornecimento de materiais necessários para o serviço.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios não ficará atrás na manutenção. A limpeza da piscina da residência oficial da Corte custará R$ 3 mil. A piscina está localizada no Setor Habitacional Individual Sul, em Brasília. O contrato do serviço vai até agosto deste ano.

Iphone
A Câmara dos Deputados gastará R$ 19,9 mil na compra de 48 unidade do Iphone, modelo 5S, da marca Apple. Os celulares devem ser usados para uso profissional das autoridades.

Carros
Com os parlamentares de volta à ativa, o Senado Federal já garantiu a movimentação das autoridades. Cerca de R$ 375 mil serão desembolsados em serviços de locação de veículos para os deslocamentos dos senadores no Distrito Federal. O valor não inclui o combustível e o motorista.

Outros veículos a serem locados pelo órgão são 12 sedans com motor 1.6 e 24 viaturas policiais do tipo caminhonete, por R$ 189,3 mil. Metade das caminhonetes terão cabines duplas.

Enquanto isso, o Grupamento de Apoio de Brasília gastará com manutenção dos carros do órgão. A contratação de empresa para a lavagem e polimento dos veículos custará R$ 30,6 mil.

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