A Palavra de Deus nos mostra
que essa batalha é constante e inevitável. O apóstolo Paulo declarou:
“Porque a carne deseja o que
é contrário ao Espírito, e o Espírito o que é contrário à carne; eles estão em
conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam.” (Gálatas
5:17)
Alimentar o espírito é
buscar forças em Deus por meio da oração, da leitura da Palavra, dos louvores,
do jejum e da adoração sincera. Jesus mesmo disse:
“Nem só de pão viverá o
homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” (Mateus 4:4)
Quanto mais nos nutrimos das
coisas do alto, mais fortalecidos estamos para resistir às tentações e caminhar
em santidade. O fruto dessa alimentação espiritual é visível:
“Mas o fruto do Espírito é
amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e
domínio próprio.” (Gálatas 5:22-23)
Por outro lado, muitos
alimentam a carne, que busca prazeres passageiros, vícios, ira, vaidade e amor
ao dinheiro. Paulo advertiu sobre isso:
“As obras da carne são
manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias,
dissensões, facções, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas
semelhantes a estas...” (Gálatas 5:19-21)
O que semeamos é o que
colheremos:
“Quem semeia para a sua
carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do
Espírito colherá a vida eterna.” (Gálatas 6:8)
Portanto, cabe a cada um de
nós decidir diariamente qual lado vamos alimentar. Se alimentamos a carne,
seremos escravos dos desejos passageiros; mas se alimentamos o espírito,
desfrutaremos da verdadeira liberdade em Cristo e da vida abundante que Ele prometeu.