Bolsonaro autoriza liberação de R$ 4,1 milhões para obras de contenção da Falésia do Cabo Branco.


Vladimir Chaves


O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) autorizou a liberação de R$ 4,1 milhões para as obras de contenção na Falésia do Cabo Branco, em João Pessoa (PB). Os recursos serão repassados pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). O anúncio do repasse para a capital paraibana foi feito pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, durante a entrega do Conjunto Habitacional Aluízio Campos, em Campina Grande (PB). A decisão será publicada no Diário Oficial da União.

“Essa é uma obra muito importante para João Pessoa e que vai revitalizar um cartão postal da cidade. Estamos preservando o ponto mais oriental do nosso Brasil e, também, das Américas. Sensível ao clamor do estado da Paraíba, o presidente Jair Bolsonaro autorizou o aporte de recursos e já começaremos as obras para prevenir qualquer desastre. O farol está preservado”, afirmou o ministro Gustavo Canuto.

Importante cartão postal e ponto turístico da capital paraibana, a Ponta do Seixas, ou Falésia do Cabo Branco, tem sofrido impactos diretos das correntes marinhas, que levaram à erosão da encosta. O local, que também serve como via principal de deslocamento na região, corre o risco de ser afetado por deslizamentos de solo.

O valor total das intervenções para contenção da encosta está orçado em R$ 65,4 milhões. A primeira etapa dos trabalhos de prevenção foi aprovada e licitada, ao custo de R$ 4,1milhões – o montante será repassado em duas parcelas, sendo que a primeira é R$ 1,2 milhão.

As obras serão executadas em três etapas. A primeira será a construção de um enrocamento com barreira de blocos de rocha compactadas para dissipar a energia das ondas do mar, além de um aterro, que preencherá o espaço entre o enrocamento e o sopé da falésia. A segunda e terceira etapas serão realizadas diretamente no mar, com ações prioritárias e consolidação da proteção das falésias.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

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Apenas Daniella Ribeiro, Julian Lemos e Rui Carneiro, declararam apoio a PEC da Prisão em Segunda Instância.


Vladimir Chaves


O site “SegundaInstancia.com.br” elaborou um mapa com as posições dos senadores e deputados sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 410/18, que deixa clara, no texto constitucional, a possibilidade da prisão após condenação em segunda instância.

Segundo o “Mapa da Segunda Instância”, da bancada da Paraíba apenas a senadora Daniella Ribeiro e os deputados Julian Lemos e Ruy Carneiro, declaram serem favoráveis a PEC.

Já os deputados Frei Anastácio e Gervásio Maia declaram que vão votar contra a PEC.

Por outro lado encontra-se em “cima do muro” os senadores José Maranhão e Veneziano Vital do Rêgo, além dos deputados Aguinaldo Ribeiro, Damião Feliciano, Edna Henrique, Efraim Filho, Hugo Motta, Pedro Cunha Lima, Wellington Roberto, Wilson Santiago.

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Major Olímpio pede a prisão de Lula, por incitar a violência contra o país.


Vladimir Chaves


O senador Major Olímpio, pediu a prisão preventiva do condenado pela justiça Luiz Inácio Lula da Silva, por incitamento a atos de violência contra o país e a subversão da ordem pública.

No último sábado (9), durante discurso em São Bernardo do Campo, o petista pediu a sua milícia que atacasse o país seguindo o exemplo dos radicais de esquerda no Chile. No Chile prédios públicos, universidades, igrejas e propriedades privadas estão sendo incendiadas pelas milícias bolivarianas.

O senador protocolou um ofício ao procurador-geral da República, Augusto Aras, pedindo a prisão preventiva. A PGR não tem poder para prender, mas pode solicitar medidas às autoridades competentes.

“A gente tem que atacar, não apenas se defender”, afirmou o ex-presidiário.

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Bolsonaro convoca reunião para anunciar sua saída do PSL e veta participação de Julian Lemos e outros.


Vladimir Chaves


O presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião com as lideranças do PSL, para está terça-feira (12), às 16 horas. Segundo fontes, ele anunciará a sua saída do partido.

Ainda segunda a fonte, o presidente proibiu as presenças dos deputados Julian Lemos, Joice Hasselmann, Delegado Waldir, Bivar, Heitor Freire e Bozzella.

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Bolsonaro e Romero Rodrigues entregam hoje (11) a maior obra social da história de Campina Grande.


Vladimir Chaves


Ao lado presidente Jair Bolsonaro, o prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues, entrega na manhã desta segunda-feira (11), a maior obra social de toda história da cidade.

O novo bairro “Complexo Habitacional Aluísio Campos”, é uma mega obra fruto da determinação do prefeito Romero Rodrigues, e que já nasce maior que 180 cidades do Estado da Paraíba e dotada de uma infraestrutura que poucas cidades do país possuem.

O Complexo Habitacional Aluísio Campos, é formado por 4.100 habitações (casas e apartamentos), são 70 ruas e avenidas, três creches, duas escolas, dez praças com academias, duas Unidades de Saúde porte II, um CRAS e seis áreas para realização de eventos sociais.

O complexo possui ainda de uma moderna iluminação de led que oferecerá maior segurança aos seus habitantes, dispondo ainda de um Jardim Botânico, O bairro terá linhas duas linhas de ônibus.

Foram investidos cerca de R$ 330 milhões, sendo a maior parte dos recursos do Governo Federal. A contrapartida da Prefeitura Municipal foi em torno de R$ 40 milhões, inclusive com a instalação de adutora exclusiva e vias de acesso.

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Convocação Solene à Oração pelo Brasil


Vladimir Chaves


A corrupção, a degradação moral, a violência, as ameaças totalitárias têm levado o Brasil a uma situação tensa na esfera pública. Muitos têm colocado sua esperança nos homens, em vez de interceder ao Senhor Soberano da história, o Deus uno e trino.

Somos chamados, como cristãos, a depositar nossas ansiedades em Deus, o Senhor, na certeza de que ele sempre tem cuidado de seu povo, e somos convocados a interceder a Ele por nosso país e nossos governantes.

No passado, em momentos críticos ocorridos na igreja ou na sociedade, o povo de Deus se unia em jejum e oração, para implorar perdão e santa visitação da parte do Deus uno e trino, o criador soberano. Foi o que aconteceu, por exemplo, com os cristãos na Alemanha Oriental, às vésperas da queda do Muro de Berlim, em 1989.

Assim, é preciso que o povo de Deus se una e separe um tempo de clamor, oração e jejum, implorando ao Senhor Jesus por perdão e misericórdia e por uma santa visitação do Espírito Santo.

Portanto, queremos chamar os cristãos brasileiros a se unirem em oração constante pela nossa nação, para que Deus derrame Seu Espírito sobre nós e desperte-nos para que nos preocupemos com o Seu Reino e em termos uma vida santa e obediente.

Que os cristãos separem um ou mais horários em sua rotina diária para orar; que os cristãos se unam para orar em família e com outros irmãos.

Que pastores dediquem uma parte nos cultos do(s) próximo(s) domingo(s) para guiar a comunidade local em confissão de pecados, quebrantamento e intercessão, suplicando para que Deus visite com seu Espírito Santo sua igreja, a cruz de Cristo Jesus seja magnificada, e graça e misericórdia sejam concedidas ao povo brasileiro.

Que nos unamos em oração e quebrantamento, sem cessar, pela igreja de nosso Senhor Jesus Cristo e por nosso país!

“Abraão disse: Não se ire o Senhor, se lhe falo somente mais esta vez. E se, por acaso, houver ali apenas dez [justos]? O SENHOR respondeu: Não […] destruirei [a cidade] por amor aos dez [justos].” (Gn 18.32)

“Ora, se vocês, que são maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos, quanto mais o Pai celeste dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!” (Lc 11.13)

“Antes de tudo, peço que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças em favor de todas as pessoas. Orem em favor dos reis e de todos os que exercem autoridade, para que vivamos vida mansa e tranquila, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, que deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e a humanidade, Cristo Jesus, homem, que deu a si mesmo em resgate por todos, testemunho que se deve dar em tempos oportunos.” (1Tm 2.1-5)

COALIZÃO PELO EVANGELHO

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

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Ministério Público Federal recomenda que MDR volte a bombear água para o canal da transposição.


Vladimir Chaves


O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MPPB) recomendam à Secretaria Nacional de Segurança Hídrica do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) que, mediante devido monitoramento da barragem de Cacimba Nova, no município de Custódia (PE), proceda à liberação de água proveniente do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf), eixo leste, meta 3 L, para o canal da transposição em Monteiro (PB). A recomendação estabelece que a vazão de água não deve ser inferior a 0,8m³/s, visando garantir a mínima segurança hídrica à população do Cariri paraibano (alto curso do Rio Paraíba).

Na última quarta-feira (6), a procuradora do MPF, Janaina Andrade, e o procurador do MPPB, Álvaro Gadelha, realizaram visita ao longo do canal da transposição, indo até o açude Cacimba Nova, com apoio do Ministério Público Estadual de Pernambuco (Promotoria de Custódia) e do MPF no município de Serra Talhada (PE). Lá, os representantes do Ministério Público constataram que a situação de risco da barragem vem sendo equacionada pelo MDR. “Foi realizada a instalação de pré-filtro invertido, com o intuito de retenção de material fino do corpo da barragem, tratando-se de uma macrodrenagem a jusante, retirando excesso de água do Riacho Maravilha, o que pode viabilizar um equilíbrio na operação do sistema do Pisf”, relatam os procuradores na recomendação, que foi expedida na quinta-feira (7).

Foi estabelecido prazo de 10 dias, a contar do recebimento da recomendação, para que a secretaria do MDR se manifeste acerca do acatamento, ou não, de seus termos, indicando as razões técnicas em caso de impossibilidade de cumprimento do recomendado, ou encaminhando relatório de cumprimento da recomendação. Outras providências judiciais para solucionar questões relativas ao Pisf não são descartadas pelo Ministério Público.

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