Confederação Brasileira de Voleibol afirma que ataque político de Carol Solberg “denigre” o esporte


Vladimir Chaves

 


Carol Solberg, que forma dupla no vôlei de praia ao lado de Talita, após conquistar medalha de bronze na etapa de Saquarema-RJ – que marcou o retorno da modalidade -, durante entrevista ao vivo para o canal Sportv atacou o presidente Bolsonaro. “Antes que eu me esqueça, fora Bolsonaro” esbravejou a atleta.

O ataque rendeu uma nota de repúdio da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). No texto, a entidade disse que, o “ato em nada condiz com a atitude ética que os atletas devem sempre zelar e que denigrem a imagem do esporte”.

 

Confira a nota da repúdio da CBV:

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), vem, através desta, expressar de forma veemente o seu repúdio sobre a utilização dos eventos organizados pela entidade para realização de quaisquer manifestações de cunho político.

O ato praticado neste domingo (20.09) pela atleta Carol Solberg durante a entrevista ocorrida ao fim da disputa de 3º e 4º lugar da primeira etapa do Circuito Brasileiro Open de Volei de Praia – Temporada 2020/2021, em nada condiz com a atitude ética que os atletas devem sempre zelar.

Aproveitamos ainda para demonstrar toda nossa tristeza e insatisfação, tendo em vista que essa primeira etapa do CBVP OPEN 2020/2021, considerada um marco no retorno das competições dos esportes olímpicos, por tamanha importância, não poderia ser manchada por um ato totalmente impensado praticado pela referida atleta.

Por fim, a CBV gostaria de destacar que tomará todas as medidas cabíveis para que fatos como esses, que denigrem a imagem do esporte, não voltem mais a ser praticados.”

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

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Lambança: Câmara dos Deputados recua e mantém auxílio de R$ 33,7 mil para deputado custear mudança.


Vladimir Chaves



A Câmara dos Deputados reviu a medida da Mesa Diretora que acabava com a ajuda de custo de R$ 33,7 mil paga aos deputados federais reeleitos para custear despesas com mudança no início e no fim dos mandatos.

A nova versão do ato da Mesa Diretora consta da edição “Diário Oficial da Câmara dos Deputados”.

A indecência do penduricalho é pago a fim de custear as despesas do parlamentar ao se mudar para Brasília ou ao retornar para seu estado de origem no fim de uma legislatura, caso não tenha sido reeleito.

A explicação apresentada pela Diretoria Geral para republicar o ato foi o de que houve um “erro material”. Segundo a diretoria, a restrição aos reeleitos e aos deputados do Distrito Federal não havia sido discutida na última reunião da Mesa Diretora, dia 1º.

O único ponto deliberado em relação à ajuda de custo teria sido a inclusão de uma regra determinando que, para ter direito ao auxílio, o parlamentar precisa de, no mínimo, 180 dias ininterruptos de mandato.

sábado, 19 de setembro de 2020

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Decreto define regras para pagamento de auxílio emergencial de R$ 300


Vladimir Chaves



O Decreto nº 10.488 regulamenta a Medida Provisória nº 1.000, de 2 de setembro de 2020, que concede o auxílio emergencial residual de R$ 300 ou R$ 600 para mães solteiras.

Instituído em abril, para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o auxílio emergencial começou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o auxílio foi estendido para o total de cinco parcelas. E a partir de hoje, será pago o auxílio emergencial residual no valor de R$ 300 em até quatro parcelas mensais.

Os primeiros a receber serão os beneficiários do Bolsa Família. Segundo a Caixa, 12,6 milhões de famílias cadastradas no Programa Bolsa Família receberão o novo do benefício a partir de hoje. De acordo com o decreto, o calendário de pagamentos do auxílio emergencial residual será idêntico ao de pagamentos vigente para as famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família.

No total, as parcelas de R$ 300 serão pagas para mais de 16,3 milhões de pessoas, no montante de R$ 4,3 bilhões. Portaria também publicada na edição extra do DOU define que a Caixa fica responsável por divulgar o calendário de pagamentos do auxílio emergencial residual definido pelo Ministério da Cidadania para os beneficiários que não são cadastrados no Bolsa Família. A Caixa ainda não divulgou o novo calendário.

Parcelas

O auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas pelo beneficiário. O número de parcelas dependerá da data de concessão do auxílio emergencial residual, limitado a quatro parcelas.

Segundo o Ministério da Cidadania, quem começou a receber o auxílio emergencial em abril terá direito às quatro parcelas. Quem passou a receber a partir de julho, por exemplo, terá direito às cinco parcelas de R$ 600 e a mais uma parcela do novo benefício (de R$ 300), que será paga no mês de dezembro.

 

Critérios

O decreto define que o auxílio residual não será devido ao trabalhador que:

I - tenha vínculo de emprego formal ativo adquirido após o recebimento do auxílio emergencial;

II - receba benefício previdenciário ou assistencial ou benefício do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, adquirido após o recebimento do auxílio emergencial, ressalvados os benefícios do Programa Bolsa Família;

III - aufira renda familiar mensal per capita (por pessoa) acima de meio salário mínimo e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos;

IV - seja residente no exterior;

V - tenha recebido, no ano de 2019, rendimentos tributáveis (Imposto de Renda) acima de R$ 28.559,70;

VI - tinha, em 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, incluída a terra nua, de valor total superior a R$ 300.000;

VII - tenha recebido, no ano de 2019, rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40.000;

VIII - tenha sido incluído, no ano de 2019, como dependente de declarante do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física como cônjuge, companheiro com o qual o contribuinte tenha filho ou com o qual conviva há mais de cinco anos ou filho ou enteado com menos de 21 anos de idade ou com menos de 24 anos de idade que esteja matriculado em estabelecimento de ensino superior ou de ensino técnico de nível médio;

IX - esteja preso em regime fechado;

X - tenha menos de 18 anos de idade, exceto no caso de mães adolescentes; ou

 

XI - possua indicativo de óbito nas bases de dados do Governo federal.

O decreto diz ainda que não estão impedidos de receber o auxílio emergencial residual estagiários, residentes médicos e multiprofissionais, beneficiários de bolsa de estudos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Fundo de Financiamento Estudantil.

O decreto também define que é obrigatória a inscrição do trabalhador no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) para o pagamento do auxílio emergencial residual e a sua situação deverá estar regularizada junto à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia. A exceção é para o caso de trabalhadores integrantes de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, que poderão receber por meio do número de inscrição no CPF ou do Número de Identificação Social (NIS).

O recebimento do auxílio emergencial residual está limitado a duas cotas por família. A mãe solteira receberá duas cotas do auxílio emergencial residual.

As parcelas de R$ 300 serão pagas apenas para quem já têm o auxílio emergencial. Ou seja, os trabalhadores que não são beneficiários do auxílio emergencial não poderão solicitar o auxílio emergencial residual.

O pagamento das parcelas residuais serão pagas automaticamente, independentemente de requerimento.

O decreto define que caso não seja possível verificar a elegibilidade ao auxílio emergencial residual em razão da ausência de informações fornecidas pelo Poder Público, serão devidas, de forma retroativa, as parcelas a que o trabalhador tiver direito.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

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Ditadura da Venezuela promove execuções sumarias e torturas sistemáticas, acusa ONU.


Vladimir Chaves



Investigadores da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmaram que as forças de segurança da Venezuela e grupos aliados do ditador Nicolas Maduro, praticaram violações de direitos humanos sistemáticas, incluindo execuções e tortura, que equivalem a crimes contra a humanidade.

A maioria das execuções praticadas por agentes estatais não foram alvos de processo na Venezuela. ONU ainda afirma que o Estado de Direito e as instituições democráticas entraram em colapso no país.

“A missão encontrou motivos razoáveis para acreditar que, desde 2014, as autoridades e as forças de segurança venezuelanas planejaram e executaram violações de direitos humanos graves, algumas das quais incluindo execuções arbitrárias e o uso sistemático da tortura equivalem a crimes contra a humanidade”, disse a presidente do painel, Marta Valinas, em um comunicado.

Relatório, apresentado pelos investigadores da ONU se baseou em mais de 270 entrevistas com vítimas, testemunhas, ex-autoridades e advogados, além de documentos confidenciais.

A missão descobriu que oficiais do governo, da polícia e da inteligência cometeram execuções extrajudiciais, sendo uma delas a do ex-chefe do Serviço Nacional de Inteligência, general Christopher Figuera.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

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Paraíba: Bolsonaro inaugura Usina Fotovoltaica de Coremas III


Vladimir Chaves

O Presidente Jair Bolsonaro, cumpre agenda na Paraíba na manhã desta quinta-feira (17), onde participa da Cerimônia de inauguração da Usina Fotovoltaica de Coremas III, localizada no município de Coremas. O presidente também fará a divulgação do Programa de Eficiência Energética do Governo Federal.

Usinas solares

O Complexo Solar de Coremas é composto de três usinas nomeadas de Coremas I, Coremas, II e Coremas III, contando com 93 MW de potência. Com um investimento total de R$ 482 milhões, contando com R$ 287 milhões do Banco do Nordeste e R$ 195 milhões de uma empresa dinamarquesa.

As três usinas são capazes de gerar eletricidade para mais de 150 mil pessoas da região e ainda oferecerem 800 empregos diretos à população. O nível de incidência solar de Coremas é considerado um dos maiores do Nordeste e talvez do país, o que contribui para estudos e pesquisas a fim de implementar novas usinas para a geração de energia.

 

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Governo Bolsonaro libera R$ 10,1 milhões para combater incêndios no Pantanal


Vladimir Chaves



O governo do presidente Jair Bolsonaro, através do Ministério do Desenvolvimento Regional, autorizou a liberação de R$ 10,1 milhões para combate aos incêndios que atingem a área de Pantanal ao sul do Mato Grosso.

A liberação dos recursos foi assinada no início da tarde de hoje (16) em Cuiabá, em reunião entre o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho e o governador do estado, Mauro Mendes.

O reconhecimento da situação pelo governo Bolsonaro e a liberação dos recursos viabilizará a compra de equipamentos e contratação de serviços para combate aos focos de queimada e devastação.

O governador Mauro Mendes disse que vai usar os recursos para comprar retardantes de fogo biodegradáveis, compostos químicos misturados à água, e alocar mais aviões que fazem o combate direto ao incêndio.

“Há, nos parques, locais inacessíveis, que não têm estrada, não se consegue chegar onde está o fogo”, afirmou o governador ao defender o uso dos aviões que despejam os retardantes em áreas em combustão.

Mato Grosso do Sul

Ontem (15), o ministério destinou R$ 3,8 milhões para auxiliar no combate aos incêndios florestais em Mato Grosso do Sul.

Forças Armadas

As Forças Armadas estão trabalhando na luta contra as chamas, no Pantanal mato-grossense, desde 5 de agosto. Já no Mato Grosso do Sul, as ações começaram em 25 de julho. Mais de 400 pessoas, entre militares, brigadistas e civis atuam nos dois estados.

Alerta

O alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) inclui quase todo o território do estado em situação de "perigo" por causa da severidade da estiagem.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

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Militares estão concentrados no combate a incêndios em Mato Grosso


Vladimir Chaves


 

Militares que atuam na Operação Pantanal, em continuidade ao enfrentamento às queimadas no estado de Mato Grosso, combateram mais cinco focos de incêndio na região de Porto Jofre e SESC Pantanal, no município de Poconé.

Focos de incêndio na Região Centro-Oeste do País são enfrentados e monitorados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), pelos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados de Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, além do SESC-MT, com o apoio de militares das Forças Armadas.

Operação Pantanal

As Forças Armadas atuam, desde o dia 25 de julho, no combate a incêndio no Pantanal sul-mato-grossense. No dia 5 de agosto, as ações foram estendidas ao Pantanal mato-grossense.

O Centro de Coordenação da Operação está instalado no aeródromo do Sesc Pantanal, em Poconé (MT), ponto estratégico para o emprego dos meios. Participam da operação embarcações e helicópteros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de Fuzileiros Navais com curso de incêndio florestal.

Na sexta-feira (11), foi resgatado um filhote de onça-pintada com as patas queimadas, no Pantanal mato-grossense, com apoio de helicóptero Super Cougar (UH-15), da Marinha. A aeronave, empregada na Operação Pantanal desde o seu início, em 25 de julho, para o transporte de pessoal e material, foi acionada para transportar o animal da região de Porto Jofre para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso.



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