Romero fiscaliza obra bancada de duplicação de trecho da BR-104 que garante o acesso ao Conjunto Aluízio Campos


Vladimir Chaves


O prefeito Romero Rodrigues esteve visitando a obra de construção do acesso asfáltico para o Complexo Aluízio Campos, no bairro do Ligeiro. Na prática, o investimento está viabilizando uma duplicação da BR-104 em boa parte do trecho que liga os municípios de Campina Grande e Queimadas. O valor total investido com recursos próprios do Município, com serviços de infra-estrutura e iluminação pública, é da ordem de R$ 3 milhões.

A obra de acesso, segundo Romero Rodrigues, é mais um benefício importante e de valorização imobiliária para todo o Conjunto Aluízio Campos e para as áreas destinadas aos setores industrial, comercial e empresarial que integram o complexo, ao integrar a rodovia federal ao local onde está em processo de conclusão a construção de 4.100 unidades habitacionais entre casas e apartamentos.

Dentro do conjunto residencial, também, já está bastante avançada a obra de pavimentação em asfalto de todas as 66 ruas e avenidas do Aluízio Campos. A Prefeitura de Campina Grande também deve concluir, nos próximos dias, a instalação de iluminação pública a led em todas as vias internas do conjunto.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

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Governo Bolsonaro planeja cortar até 70% da verba de propaganda do Planalto


Vladimir Chaves


O Palácio do Planalto planeja cortar até 70% do total gasto com propaganda direta do governo federal. Atualmente, a Secretaria de Comunicação (Secom) é atendida por três agências (NBS, Calia e Artplan) que venceram a concorrência em 2017 e têm contrato válido até 2021, com a contratação podendo ser renovada ou não a cada ano. A verba para este ano, aprovada pelo Congresso Federal no final de 2018, é de R$ 260 milhões.

A mudança está sendo discutida pelo ministro Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria de Governo), por Floriano Barbosa (chefe da Secom) e por Carlos Bolsonaro, que cuida à distância da comunicação do governo.

Com informações da Época

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

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Brasil terá 1ª usina de geração de energia por meio de esgoto e lixo orgânico


Vladimir Chaves


O mérito é todo do Paraná: o Estado será o primeiro do Brasil a colocar em funcionamento uma usina de geração de biogás, que transformará lodo de esgoto e resíduos orgânicos em eletricidade para abastecer as casas da região.

A companhia de geração de energia CS Bioenergia já possui a Licença de Operação do Instituto Ambiental do Paraná para operar. Segundo a empresa, a usina tem capacidade para produzir 2,8 megawatts de eletricidade por meio de lixo, que abastecerá cerca de duas mil residências do Estado.

A matéria-prima para geração de energia virá de estações de tratamento de esgoto e de concessionárias de coleta de resíduos e produzirá biogás e também biofertilizantes para a região. Estima-se que com a iniciativa o Estado do Paraná deixe de descartar, todos os dias, mil m³ de lodo de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico em aterros. É ou não é um excelente negócio?

A inspiração vem da Europa (e sobretudo da Alemanha!), onde já existem mais de 14 mil plantas de geração de eletricidade por meio de resíduos orgânicos. Esta será a primeira usina do tipo no Brasil, mas espera-se que seja só o começo e que inspire muitas outras pelo país!

Fonte: Sustentabilidade

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

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Deputado critica aumentos abusivos da Cagepa, reajuste de tarifas ultrapassam 159% nos últimos 8 anos.


Vladimir Chaves


O deputado estadual Moacir Rodrigues (PSL), criticou o novo aumento anunciado pela Companhia de Águas e Esgoto da Paraíba (Cagepa), para as tarifas de água e esgoto. Nesta sexta-feira (18), a companhia realizou audiência pública para tratar de um novo reajuste que deve ficar em 4%.

De acordo com o parlamentar nos últimos oito anos a Cagepa reajustou as tarifas de água e esgoto em 159,53%, enquanto que a inflação do mesmo período foi de apenas 59,60%.

“Em 8 anos a tarifa de água aumentou mais de 159%. Não aguentamos mais reajustes absurdos que superam a inflação. A população precisa de água de qualidade, com cobranças justas” lamentou o deputado.

Confira os reajustes dos últimos 8 anos e a inflação do período:

2011 - reajuste de 16,93%; inflação 6,5%

2012 - reajuste de 7,69%; inflação 5,84%

2013 - reajuste de 8,67%; inflação 5,91%

2014 - reajuste de 9,9%; inflação 6,41%

2015 - reajuste de 22,61%; inflação 10,67%

2016 - reajuste de 21, 71%; inflação 6,29%

2017 - reajuste de 12,39%; inflação 2,95%

2018 - reajuste de 2,9%; inflação 3,75%

Soma dos reajustes nos últimos 8 anos, 159,53%
Soma da inflação nos últimos 8 anos 59,60%

sábado, 19 de janeiro de 2019

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Senadores gastaram R$ 21 milhões com viagens, restaurantes e combustível


Vladimir Chaves


Os senadores gastaram R$ 21,2 milhões, no ano passado, com a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceaps). O dinheiro é usado para despesas diversas, que incluem viagens, gastos com restaurantes e abastecimento dos carros oficiais. Juntos, MDB, PSDB e PT usaram mais de metade do dinheiro. O recordista em gastos foi o MDB, que tem 19 senadores e usou R$ 4,6 milhões, seguido pelo PSDB (13 senadores e R$ 3,3 milhões) e pelo PT (oito senadores e R$ 2,7 milhões). Três emedebistas — Eunício Oliveira (CE), Luiz Carlos do Carmo (GO) e Zé Santana (PI) — dispensaram a cota. Os dados são do Portal da Transparência do Senado.

Os petistas tiveram o maior gasto proporcional entre os partidos: R$ 340 mil por parlamentar. A média dos tucanos foi R$ 258 mil e a do MDB, de R$ 242,7 mil. Eleito pelo Distrito Federal, o senador Reguffe (sem partido) dispensou o benefício. “O Congresso Nacional brasileiro é um dos mais caros do mundo, e isso não se muda só com palavras, é preciso cortar na carne e dar exemplo. A tese que defendo e pratico no meu gabinete é a de que um mandato pode ser de qualidade custando muito menos ao contribuinte do que custa hoje”, ponderou o parlamentar.

Entre os partidos menores (com apenas um senador eleito), gastaram mais o PTC (R$ 435,9 mil) a Rede (R$ 367,9 mil) e o Pros (R$ 252 mil). Chama a atenção, no entanto, a quantia usada pela senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), de R$ 514,9 mil — o recorde de gasto individual. “Todos os gastos realizados no mandato são auditados e verificados, e estão em estrita concordância com a legislação e com as normas federais e procedimentos estabelecidos”, justificou a equipe da senadora. As legendas que fizeram uso moderado da Ceaps foram o PSL (R$ 36,3 mil) e o PPS (R$ 32,4 mil).

Penduricalhos

O dinheiro serve para comprar gasolina e passagens aéreas, alugar imóveis, contratar segurança particular, além de incluir gastos com alimentação. Cada parlamentar gastou, em média, R$ 291 mil nos últimos 12 meses. Não é permitido usar o dinheiro da Ceaps com ressarcimento de despesas prestadas por empresas que tenham sócios com relação de parentesco com os senadores.

“Quando se coloca à mesa o gasto individual, vê-se senadores que usam R$ 200 ou R$ 300 mil com estrutura de gabinete. É mais um indício de que os penduricalhos não são prerrogativa do Judiciário. O Legislativo está cheio deles. E é necessário colocar fim nessas mordomias”, afirma o cientista político André Garcia, analista da HC7 Investimentos.

Fonte: Correio Brasiliense.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

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Governo prevê investimentos de R$ 25 bilhões em segurança hídrica


Vladimir Chaves


O Ministério do Desenvolvimento Regional prevê investimentos de R$ 25 bilhões em 114 obras para ampliar o abastecimento de água no país. Do total de projetos, 66 são no Nordeste. As iniciativas fazem parte do Plano Nacional de Segurança Hídrica, em elaboração pela Agência Nacional de Águas (ANA) e que deve ser lançado em abril deste ano.

De acordo com a pasta, o plano vai priorizar intervenções estruturantes e estratégicas, contemplando obras dos estados e da União. Estão sendo mapeadas infraestruturas como barragens, sistemas adutores, canais e eixos de integração, consideradas necessárias à oferta de água para abastecimento humano e o uso em atividades produtivas. O governo vai priorizar a conclusão dos empreendimentos já em andamento.

O ministério uniu os antigos Integração Nacional e das Cidades e passou a agrupar órgãos com atuação no setor hídrico, como a própria ANA e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos. Para o ministro Gustavo Canuto, a reestruturação permite centralizar e unificar o gerenciamento numa única instituição, fortalecendo o Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos.

“O principal desafio será encontrar novas alternativas para garantir a segurança hídrica, tanto em quantidade e qualidade de água ofertada”, destacou a pasta, por meio de comunicado.

Rio São Francisco
Outra prioridade, de acordo com o ministério, é o Projeto de Integração do Rio São Francisco. O Eixo Leste foi entregue em março de 2017 e abastece cerca de 1 milhão de habitantes em 35 cidades da Paraíba e de Pernambuco. No Eixo Norte, as estruturas necessárias à passagem da água do Rio São Francisco estão em fase final e devem ser concluídas no primeiro semestre deste ano.

Água marinha
O aproveitamento da água do mar como fonte hídrica, segundo a pasta, também é uma tecnologia em estudo. A proposta é que cidades litorâneas, muitas vezes dependentes de reservatórios de outras localidades dos estados, possam ser abastecidas com água marinha dessalinizada.

Dessa forma, mananciais do interior seriam preservados, permitindo maior capacidade de atendimento às demandas hídricas da população local. No momento, segundo a pasta, uma planta dessalinizadora na região metropolitana de Fortaleza está em processo de implementação.

Comunidades rurais
O ministério informou ainda que pretende revisar iniciativas como a Operação Carro Pipa, o Água para Todos e o Água Doce, que incluem ações de dessalinização de águas subterrâneas para o atendimento de comunidades rurais difusas. Anteriormente, o programa estava sob a gestão do Ministério do Meio Ambiente.

Agencia Brasil

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

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Da bancada paraibana apenas a senadora Daniella Ribeiro é contra a pouca vergonha do voto secreto.


Vladimir Chaves


Cobrado pelos eleitores 33 dos 81 senadores já declaram publicamente serem contra a pouca vergonha do voto secreto para eleição do presidente e vice-presidente do Senado, e que não apoiam a reeleição do senador Renan Calheiros.

Da bancada da Paraíba apenas a senadora Daniella Ribeiro (PP), declarou-se conta a aberração do voto secreto para eleição da Mesa Diretora, o senador José Maranhão declarou ser favorável ocultar o voto que ele dará em nome do povo, o senador Veneziano Vital do Rego (PSB), ainda não se pronunciou.

No início do ano o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, derrubou liminar concedida no final do ano passado pelo ministro Marco Aurélio, para que a eleição para escolha do presidente do Senado e dos demais membros da Mesa Diretora fosse aberta e não secreta.

Confira o nome dos senadores que anteciparam ser contra a pouca vergonha do voto secreto, e que não apoiam a reeleição do senador Renan Calheiros.


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