AMDE e Associação Comercial e Empresarial se reúnem para firmar parcerias que devem fortalecer a economia da cidade.


Vladimir Chaves



 A presidente da Agência Municipal de Desenvolvimento (AMDE), Alana Carvalho, recebeu em seu gabinete na manhã desta segunda-feira, 01 de março, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande (ACCG), Antônio Andrade.

O encontro entre os gestores teve o objetivo de firmar parcerias que permitirão à cidade superar a crise e também incrementar o fortalecimento do comércio local.

Para a presidente da AMDE, Alana Carvalho, firmar parcerias é algo essencial para garantir os melhores resultados para população.  

“Por orientação do prefeito Bruno Cunha Lima, estamos sempre abertos e buscando parcerias que somem forças para o bem da população. Acreditamos que toda parceria é bem-vinda e estamos muito honrados com a presença do presidente da AACG. Certamente avançaremos de maneira ainda mais assertiva”, frisou a gestora.        

Ainda conforme Alana Carvalho, muitas outras parcerias deverão ser firmadas, sempre com o objetivo de desenvolver ainda mais a Rainha da Borborema e tentar minimizar a crise econômica que o país atravessa em virtude da Pandemia causada pela Covid-19.

segunda-feira, 1 de março de 2021

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Projeto da senadora Daniella Ribeiro cria Medalha Senador José Maranhão.


Vladimir Chaves



Aguarda análise no Senado um projeto de resolução que institui a Medalha Senador José Maranhão, destinada a agraciar pessoas físicas ou jurídicas que se destacaram no combate à pandemia da covid-19. A proposta (PRS 14/2021) foi apresentada pela senadora Daniella Ribeiro (PP).

O texto prevê que a cerimônia de entrega da Medalha Senador José Maranhão será realizada em sessão do Senado Federal especialmente convocada para esse fim, e poderá contar com a presença dos homenageados.

Para a escolha dos premiados, será criado o Conselho da Medalha Senador José Maranhão, composto por um senador de cada partido político com assento na Casa, indicados pelas respectivas lideranças ou blocos partidários. Os premiados deverão ser escolhidos por senadores mediante justificativa de contribuição relevante na pandemia do covid-19.

Na justificativa do projeto, Daniella Ribeiro explica que a proposta busca condecorar os profissionais que se destacam na linha de frente do combate ao coronavírus. Além disso, a senadora também quer homenagear o senador José Maranhão, que estava na vida política há quase 70 anos, era o senador mais idoso da legislação atual, e faleceu em decorrência de complicações da covid-19, aos 87 anos.

A senadora ressalta que os profissionais de saúde como médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, farmacêuticos, atendentes, encarregados da limpeza e demais funcionários de hospitais e centros recém montados para atender a população, estão se colocando em risco que “muitas vezes, lhes custam a própria vida”.

“Além de homenagear um de seus membros mais queridos e respeitados, vítima da covid-19, o Senado Federal prestará reverência aos profissionais que se sacrificam e se destacam na linha de frente do combate a essa terrível epidemia”, argumenta a senadora.

José Maranhão

Nascido em Araruna (PB) em 1933, José Targino Maranhão foi empresário e advogado, formado pela Universidade Federal da Paraíba. Maranhão começou na política na década de 1950. Precisamente, em 1955, quando foi eleito deputado estadual, cargo para o qual foi reeleito por mais três mandatos. Também foi três vezes deputado federal e governador do estado da Paraíba em três ocasiões. Em 2002, José Maranhão elegeu-se para o primeiro mandato como senador, e, em 2014, elegeu-se para o seu segundo mandato no Senado Federal.

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Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal divulga nota contra o lockdown.


Vladimir Chaves


Além da nota, encaminhou ofício ao Governador, afirmando que a medida é ineficaz e condenada até mesmo pela OMS

“O lockdown não salva vida e faz os pobres muito mais pobres”, afirma o CRM-DF

Confira  a integra da nota:



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Bolsonaro retoma auxilio emergencial que será de R$ 250,00 e anuncia 140 milhões de doses da vacina.


Vladimir Chaves



O presidente da Câmara dos Deputados, Artur Lira, informou na manhã desta segunda-feira (1), que na reunião que teve com o presidente Jair Bolsonaro, na tarde de ontem, ficou definido que o Ministério da Saúde irá entregar aos governos estaduais 140 milhões de doses da vacina contra o Covid-19. As vacinas serão entregues nos meses de março, abril e maio.

Ele informou ainda que ficou decido que o governo Bolsonaro, irá retomar o pagamento do auxílio emergencial, o valor acertado é de R$ 250,00, e será pago até o mês de junho.

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Pandemia: Governo Bolsonaro já repassou R$ 420 bilhões direto aos caixas dos governos estaduais.


Vladimir Chaves



O Governo Federal vem realizando diversas medidas de apoio a estados brasileiros desde o início da pandemia. Já foram repassados mais de R$ 420 bilhões direto aos caixas dos governos estaduais até 15 de janeiro de 2021. Além disso, o Governo Federal suspendeu as dívidas dos estados com a União e realizou o pagamento do Auxílio Emergencial à população.

Confira os valores repassados pelo Governo Federal para os estados em 2020

 

Acre: R$ 6,8 bilhões.

Auxílio: R$ 1,38 bilhão.

Alagoas: R$ 18,09 bilhões.

Auxílio: R$ 5,46 bilhões.

Amazonas: R$ 18,5 bilhões.

Auxílio: R$ 6,84 bilhões.

Amapá: R$ 6,7 bilhões.

Auxílio: R$ 1,47 bilhões.

Bahia: R$ 67,2 bilhões.

Auxílio: R$ 25,35 bilhões.

Ceará: R$ 42,5 bilhões.

Auxílio: R$ 15,17 bilhões.

Distrito Federal: R$ 9,8 bilhões

Auxílio: R$ 3,45 bilhões.

Espírito Santo: R$ 16,1 bilhões.

Auxílio: R$ 5,57 bilhões.

Goiás: R$ 27,1 bilhões.

Auxílio: R$ 9,95 bilhões.

Maranhão: R$ 36 bilhões.

Auxílio: R$ 11,8 bilhões.

Mato Grosso: R$ 15,4 bilhões.

Auxílio: R$ 4,96 bilhões.

Mato Grosso do Sul: R$ 11,9 bilhões.

Auxílio: R$ 3,71 bilhões.

Minas Gerais: R$ 81,4 bilhões.

Auxílio: R$ 26,96 bilhões.

Pará: R$ 39,5 bilhões.

Auxílio: R$ 14,71 bilhões.

Paraíba: R$ R$ 21,2 Bilhões

Auxílio: R$ 6,57 bilhões.

Paraná: R$ 38,6 bilhões.

Auxílio: R$ 13,7 bilhões.

Pernambuco: R$ 42,7 bilhões.

Auxílio: R$ 16,2 bilhões.

Piauí: R$ 19 bilhões.

Auxílio: R$ 5,68 bilhões.

Rio de Janeiro: R$ 76 bilhões.

Auxílio: R$ 24,94 bilhões.

Rio Grande do Norte: R$ 18,3 bilhões.

Auxílio: R$ 5,55 bilhões.

Rio Grande do Sul: R$ 40.9 bilhões.

Auxílio: R$ 12,2 bilhões.

Rondônia: R$ 8,6 bilhões.

Auxílio: R$ 2,64 bilhões.

Roraima: R$ 5,1 bilhões.

Auxílio: R$ 1,04 bilhão.

Santa Catarina: R$ 21,6 bilhões.

Auxílio: R$ 7,22 bilhões.

São Paulo: R$ 135 bilhões.

Auxílio: R$ 55,19 bilhões.

Sergipe: R$ 12,9 bilhões.

Auxílio: R$ 3,85 bilhões.

Tocantins: R$ 10,5 bilhões.

Auxílio: R$ 2,28 bilhões.


- Fontes: Portal da Transparência/Localiza SUS/Senado Federal

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Notícia-crime pede ao STF a prisão de Ciro Gomes e Marcelo Freixo


Vladimir Chaves



Uma notícia-crime foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal com um pedido de prisão do ex-governador Ciro Gomes (PDT/CE) e do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL/RJ). A denúncia foi encaminhada pelo vereador Nikolas Ferreira (PRTB), de Belo Horizonte.

O texto da petição cita a Lei de Segurança Nacional (7.170/83), em que são previstas penas de prisão para “instigação de medidas violentas contra a vida e a segurança das autoridades públicas”. Ora, foi exatamente essa a lei usada pelo ministro Alexandre de Moraes para decretar, no último dia 16, a prisão “em flagrante” do deputado Daniel Silveira (PSL/RJ), que gravou um vídeo com ofensas e xingamentos a membros do STF.

Como argumentou Alexandre de Moraes, as palavras de Daniel Silveira em seu vídeo “constituem ameaça ilegal à segurança dos Ministros do Supremo Tribunal Federal”. O ministro ainda asseverou que “são inconstitucionais as condutas e manifestações que tenham a nítida finalidade de controlar ou mesmo aniquilar a força do pensamento crítico, indispensável ao regime democrático; quanto aquelas que buscam destruí-lo juntamente com suas instituições democráticas, pregando a violência”.

Para justificar a prisão de Daniel Silveira, o ministro-comandante dos inquéritos das Fake News e dos “Atos Antidemocráticos” afirmou textualmente: “(...) o referido vídeo permanece disponível e acessível a todos os usuários da rede mundial de computadores. Verifica-se que o parlamentar Daniel Silveira, ao postar e permitir a divulgação do referido vídeo encontra-se em infração permanente e consequentemente em flagrante delito, o que permite a consumação de sua prisão em flagrante”.

Utilizando exatamente o mesmo argumento, Nikolas Gomes denuncia ao STF um vídeo em que, a partir de 1min22seg, Ciro Gomes afirma o seguinte:

“Se ele tentar um golpe nós daremos a ele o destino que teve Mussolini. Eu, Ciro Gomes, assumo, como palavra de honra, que estarei na luta de um ou de dez ou de mil para dar a ele o destino de Mussolini”.

Como se sabe, o ditador fascista Benito Mussolini foi preso e executado por membros da Resistência Italiana em 28 de abril de 1945.  O corpo foi levado a uma praça central de Milão, onde foi dependurado de cabeça para baixo em uma viga.

Em vídeo que “permanece disponível e acessível a todos os usuários da rede mundial de computadores”, Ciro Gomes defende para um presidente eleito por 58 milhões de brasileiros a mesma morte brutal que coube a um ditador sanguinário.

Outro crime atribuído a Ciro Gomes é o de “caluniar ou difamar o Presidente da República” (Artigo 26 da Lei de Segurança Nacional), por afirmar no mesmo vídeo:

“Esse canalha que usurpou a Presidência da República no Brasil e infelizmente com a mão do nosso sofrido povo que é dele a maior vítima.”

Da mesma forma, a notícia-crime pede a prisão em flagrante do deputado federal Marcelo Freixo com base em duas publicações do parlamentar no Twitter.

No dia 20 de outubro de 2020, Freixo postou em seu Twitter a seguinte frase:

“BOLSONARO GENOCIDA”.

No dia 15 de janeiro, o parlamentar escreveu outro post:

“É impeachment ou morte.”

Em ambos os casos, segundo afirma Nikolas Ferreira, Freixo cometeu crimes. No primeiro caso, o crime de injúria (o termo genocida, como demonstrou nosso repórter-escritor Fábio Gonçalves) jamais se aplicaria ao caso de Bolsonaro. E, no segundo caso, existe uma clara incitação à violência contra o presidente (principalmente considerando que, em 6 de setembro de 2018, o então candidato Jair Bolsonaro foi esfaqueado por um ex-membro do PSOL).

Por fim, a notícia-crime pede também a prisão de Marcello Tamaro Yamaguchi Guedes —aquele que posou com uma “cabeça decepada” de Jair Bolsonaro na internet.

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Prefeito de Campina Grande constrói com segmentos da sociedade medidas de enfrentamento ao Covid-19


Vladimir Chaves

 


O prefeito Bruno Cunha Lima reuniu representantes de 20 segmentos econômicos, religiosos e sociais de Campina Grande, para de comum acordo construir um plano municipal de enfrentamento da Covid-19. As medidas de restrições serão anunciadas nesta segunda-feira (1), através de um novo decreto municipal publicado no Semanário Oficial do Município.

O novo decreto deve limitar horários de bares e restaurantes, lojas de conveniência e similares até às 23h, eventos poderão ocorrer com limitação de 100 pessoas, missas e cultos religiosos deverão respeitar o limite máximo de 50% da capacidade dos templos

Compartilhando responsabilidades

Durante o encontro, o prefeito apresentou a minuta do decreto do Poder Executivo em relação ao quadro atual da pandemia do novo coronavírus em Campina Grande. Para Bruno, a condição do Município hoje é diferenciada em relação às outras cidades do Estado, mas o momento inspira cuidados preventivos.

Atualmente, 55% dos leitos de UTI estão ocupados em Campina Grande. Destes, 40% são ocupados por pacientes de outras regiões. “Precisamos chamar o feito à ordem. Isto evitará o colapso do nosso sistema”

Penalidades

O prefeito resumiu a reunião em dois pontos: as garantias do funcionamento da cidade e da fiscalização. Haverá punição para quem não cumprir o que for estabelecido nos decretos. Em caso de descumprimento, o infrator será alvo de autuação e de multa. Em caso de reincidência, nova multa e até mesmo o fechamento por sete dias do estabelecimento. Já no caso de um terceiro descumprimento, haverá o fechamento por 14 dias, podendo ocorrer até a cessação do alvará.

Participaram do encontro os representantes das seguintes entidades e organizações sociais:

 

- Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP)

- Associação Comercial e Empresarial

- Câmara dos Dirigentes Lojistas

- Sindicato do Comércio Atacadista

- Sinduscon

- Sindicato das empresas do setor Imobiliário

- Sindicato do Comércio Varejista

- Associação da Feira Central

- SindCampina

- Associação dos Lojistas do Shopping Edson Diniz

- Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Campina Grande

- Associação Brasileira de Academias

- Sítio Vila São João

- Diocese de Campina Grande

- Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil (Omebe) - CG

- Assembléia de Deus

- Presbiteriana Central

- Verbo da Vida

domingo, 28 de fevereiro de 2021

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