Em nova pesquisa, nos cenários de 2º turno, Bolsonaro empata com Ciro e vence os demais.


Vladimir Chaves


Presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro lidera a disputa eleitoral com 28,2% de intenções de votos, segundo a pesquisa mais recente do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada na manhã desta segunda-feira (17). Fernando Haddad (PT) é o candidato ao Planalto que figura em segundo lugar, com 17,6% da preferência do eleitorado.
Ciro Gomes (PDT) figura em terceiro no levantamento geral, com 10,8%. Geraldo Alckmin/PSDB (10,8%) e Marina Silva/Rede (4,1%) aparecem tecnicamente empatados em quarto lugar, segundo a margem de erro de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os demais candidatos seguem na seguinte ordem: João Amoêdo/Novo (2,8%), Alvaro Dias/Podemos (1,9%), Henrique Meirelles/MDB (1,7%), Guilherme Boulos/PSOL (0,4%), Cabo Daciolo/Patriota (0,4%), Vera Lúcia/PSTU (0,3%). Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL) não pontuaram. O total de votos brancos e nulos soma 13,4% e os indecisos representam 12,3%.

Num provável segundo turno, Bolsonaro aparece empatado tecnicamente com Ciro Gomes, e vence todas as simulações com os demais candidatos. Confira todas as simulações envolvendo o deputado federal:

Ciro Gomes — 37,8%
Jair Bolsonaro — 36,1%
Branco/Nulo — 19,6%
Indeciso — 6,5%

Jair Bolsonaro — 39%
Fernando Haddad — 35,7%
Branco/Nulo — 18,2%
Indeciso — 7,1%

Jair Bolsonaro — 38,6%
Henrique Meirelles — 25,7%
Branco/Nulo — 27,2%
Indeciso — 8,5%

Jair Bolsonaro — 38,2%
Geraldo Alckmin — 27,7%
Branco/Nulo — 26,3%
Indeciso — 7,8%

Jair Bolsonaro — 39,4%
Marina Silva — 28,2%
Branco/Nulo — 25,6%
Indeciso — 6,8%

O estudo é o primeiro realizado pelo instituto desde que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve a candidatura indeferida pelo TSE e indicou Haddad como seu substituto. A última pesquisa, divulgada em 20 de agosto, mostrava Lula em primeiro lugar, com 37,3% das intenções, seguido por Bolsonaro, com 18,8%.

Realizado entre os dias 12 e 15 de setembro, o levantamento ouviu 2.002 pessoas, tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04362/2018.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

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Bolsonaro bate recorde histórico de intenções de votos para presidente em pesquisas espontânea.


Vladimir Chaves


Pesquisa FSB/BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira (17), no cenário espontâneo, aquela em que o pesquisador não cita o nome do candidato, o candidato do PSL, deputado Jair Bolsonaro, saltou de 26% para 30% das intenções de votos, um recorde que nem mesmo o ex-presidente Lula, conseguiu nos seus tempos de glorias.

Em seguida surge o candidato do PT, Fernando Haddad que saiu de 3% para 12%, ultrapassando Ciro Gomes (PDT), que de 7% oscilou para 8%. João Amoêdo (Novo) se manteve em 3%, enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) caíram de 3% para 2%.

Álvaro Dias (PODE) oscilou negativamente de 2% para 1%, Henrique Meirelles passou a pontuar com 1%, enquanto os demais não pontuaram. Não sabem ou não responderam seguiram em 22%, não votariam em ninguém foram de 13% para 8%, enquanto brancos e nulos seguiram em 4% em uma semana.

A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06478/2018. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 16 de setembro com 2000 eleitores e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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General Paulo Chagas rebate ataques de Ciro Gomes, aos membros das Forças Armadas.


Vladimir Chaves


O candidato do PRP ao Governo do Distrito Federal, General Paulo Chagas, divulgou um texto em sua conta na rede social Facebook rebatendo os ataques de Ciro Gomes (PDT) a membros das Forças Armadas.

“Cautela, ‘cãodidato’, porque o silêncio do lobo e o coice do ‘jumento de carga’ são, seguramente, mais perigosos que o latido de um cão, particularmente, quando este é um sarnento vira-latas!”, escreveu Chagas .

O General fez referência às declarações de Ciro na sabatina do jornal O Globo ocorrida nessa quarta-feira (12). “Sob ordens da Constituição, eu mando e eles [militares] obedecem. Não quero eles envolvidos em negócio de narcotráfico. Isso é invenção de norte-americano. Eu os quero altivos, bem-remunerados, mas no meu governo o Exército não fala em política”, afirmou o presidenciável, na ocasião.

O pedetista também chamou o general da reserva Hamilton Mourão – candidato a vice de Bolsonaro – de “jumento de carga”. Além disso, criticou uma entrevista do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, na qual o militar disse que a legitimidade do próximo presidente pode ser questionada por adversários. “Ele estaria demitido e provavelmente pegaria uma cana. Ele está fazendo isso para tentar calar a voz das cadelas no cio que estão se animando”, afirmou o postulante.

Confira abaixo a publicação de Paulo Chagas na íntegra:

“Cautela, ‘cãodidato’.

Caros amigos,

O desconhecimento da ética militar pode levar um ignorante como Ciro Gomes a imaginar que aos soldados cabe suportar até a afronta de seus superiores hierárquicos.

Ao contrário do que ele pensa, erra quem afronta e muito mais quem a suporta com atitude de cordeiro.

Os regulamentos castrenses ensinam que o princípio da obediência está condicionado ao honesto exercício impessoal da autoridade legal, coisa que passa ao largo da sua pretensão caudilhesca.

Não é legal afrontar os subordinados: “Eu mando, eles obedecem”. Só um idiota despreparado pensa assim ou que pode ser assim!

Ordem errada ou fora dos seus limites, não se cumpre, muito menos de um fanfarrão, demagogo e mentiroso.

A Nação brasileira confia, sem restrições, nos homens e nas mulheres a quem entrega o último recurso da razão, pois sabe que as Forças Armadas são disciplinadas, mas não estão mortas e conhecem o seu dever e os limites da autoridade legal!

Cautela, “cãodidato”, porque o silêncio do lobo e o coice do “jumento de carga” são, seguramente, mais perigosos que o latido de um cão, particularmente, quando este é um sarnento vira-latas!

Gen Bda Paulo Chagas, do Exército de Caxias”

sábado, 15 de setembro de 2018

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Sete deputados da Paraíba são reprovados no Ranking Político, Luiz Couto tem o pior desempenho.


Vladimir Chaves


Como forma de fornecer informações sobre quem é que no Congresso Nacional, o site www.politicos.org.br criou o Ranking dos Políticos, onde senadores e deputados são classificados de acordo com o seu desempenho no Congresso. Os 100 primeiros são identificados pela cor VERDE, do 101º ao 300º com a cor LARANJA, e os parlamentares de pior desempenho com a cor VERMELHA.

De acordo com o Ranking dos Políticos, dos 15 parlamentares da bancada paraibana, apenas quatro receberam a classificação VERDE, Pedro Cunha Lima, entre os 594 parlamentares avaliados ficou na 2ª melhor posição, José Maranhão (40ª posição), Benjamin Maranhão (97ª posição) e Raimundo Lira (100ª posição).

Entre os com desempenho médio, receberam a cor LARANJA, o deputado Efraim Filho (139ª), Wilson Filho (146ª), Aguinaldo Ribeiro (418ª) e Cássio Cunha Lima (234ª).

Com o pior desempenho no Ranking dos Políticos, ficaram; André Amaral (346ª), Hugo Motta (382ª), Wellington Roberto (420ª), Marcondes Gadelha (425ª), Veneziano Vital do Rêgo (426ª), Damião Feliciano (495ª) e ocupando a pior colocação o deputado Luiz Couto (530)


Confira o ranking no site, Clique Aqui

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

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Cai à rejeição Bolsonaro, Marina e Alckmin batem recordes de rejeição.


Vladimir Chaves


Pesquisa XP Investimentos/Ipespe, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), revelou uma rejeição recorde para candidata Marina Silva e a queda de 5 pontos na rejeição do candidato Jair Bolsonaro.

A pesquisa perguntou aos entrevistados em quais candidatos não votariam em hipótese alguma. Bolsonaro apresentou um significativo recuo de 5 pontos percentuais na avaliação negativa e deixou a liderança do ranking indesejável. Agora, o parlamentar é rejeitado por 57% do eleitorado, mesmo patamar registrado no início de agosto. À sua frente estão Marina Silva, com taxa de 64%, e Geraldo Alckmin, com 60%.

Já o candidato do PT, Fernando Haddad tem a mesma taxa de rejeição de Bolsonaro. Já Ciro Gomes é repudiado por 56% dos eleitores, contra 49% de Álvaro Dias.

A trajetória dos índices de rejeição dos principais nomes nas últimas sete pesquisas está na tabela abaixo:

CANDIDATO  DE 30 de agosto a 12 de setembro:


Metodologia

A pesquisa XP/Ipespe foi feita por telefone, entre os dias 10 e 12 de setembro, e ouviu 2.000 entrevistados. O intervalo de confiança é de 95,45%, o que significa que, se o questionário fosse aplicado mais de uma vez no mesmo período e sob mesmas condições, esta seria a chance de o resultado se repetir dentro da margem de erro máxima, estabelecida em 2,2 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelo código BR-07277/2018 e teve custo de R$ 60.000,00.

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Bolsonaro sobe de 26% para 30% dos votos e lidera isolado


Vladimir Chaves


A primeira pesquisa realizada após o atentado sofrido por Jair Bolsonaro (PSL) e com mais de uma semana após o início do horário eleitoral mostrou que o candidato do PSL teve um forte aumento nas intenções de voto, tanto no cenário espontâneo quanto estimulado. Enquanto isso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve a sua candidatura barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na madrugada do último dia 1, despencou nas intenções de voto no cenário espontâneo.

É o que mostra a mais recente pesquisa FSB/BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira (10) e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01522/2018. O levantamento foi realizado entre os dias 8 e 9 de setembro com 2000 eleitores e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

No cenário espontâneo, a intenção de voto de Bolsonaro passou de 21% para 26%, de uma semana para outra, enquanto neste último levantamento apenas 12% votariam em Lula, ante 21% da pesquisa anterior. Ciro Gomes (PDT) foi de 4% para 7%, alta acima da margem de erro, enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) se mantiveram em 3%, mesmo percentual de João Amoêdo (Novo) e de Fernando Haddad (PT).  Álvaro Dias (PODE) oscilou positivamente de 1% para 2%, enquanto os demais não pontuaram. Não sabem ou não responderam passaram de 24% para 22%, não votariam em ninguém foram de 14% para 13%, enquanto brancos e nulos oscilaram de 5% para 4% em uma semana.

Já na intenção de votos estimulada - desta vez há o cenário apenas com Fernando Haddad como substituto de Lula, uma vez que o ex-presidente petista teve a sua candidatura barrada -, Jair Bolsonaro passou de 26% de intenção de voto no levantamento anterior para 30%. Enquanto isso, Ciro Gomes ganhou ainda mais força para disputar o segundo turno ao ultrapassar Marina Silva, apesar de manter os 12% das intenções de voto do levantamento anterior.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

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Geraldo Alckmin é processado por improbidade administrativa


Vladimir Chaves


O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) ajuizou uma ação de improbidade administrativa contra o ex-governador de São Paulo e candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) por supostamente ter recebido R$ 10 milhões via caixa 2 da Odebrecht para campanhas eleitorais.

O MP pede que Alckmin seja condenado à perda dos valores ilicitamente acrescidos aos patrimônios, perda de eventual função pública que ocupe e a suspensão dos direitos políticos.

Segundo o MP, Alckmin aceitou mais de R$ 7,8 milhões da Odebrecht, valores estes não declarados à Justiça Eleitoral, entregues por meio do esquema fraudulento de caixa dois, para a campanha à reeleição ao cargo de Governador do Estado de São Paulo.

“Aceitando a inescrupulosa oferta da Construtora Odebrecht, no início de 2014, o requerido Marcos Antônio Monteiro, ainda no exercício de função pública, agendou uma reunião com os executivos acima citados da Construtora Norberto Odebrecht na sede de sua filial em São Paulo, na Rua Lemos Machado, 120, 8º andar, no bairro do Butantã, onde veio a pedir, em benefício do também requerido Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, uma doação no valor de 10 milhões de reais, valores estes a não serem contabilizados e declarados à Justiça Eleitoral, entregues por meio do esquema fraudulento de caixa dois, para a campanha deste último à reeleição ao cargo de Governador do Estado de São Paulo”, escreve o promotor Ricardo Manuel Castro.

A ilegalidade e clandestinidade desses pagamentos era tamanha, afirma o promotor, que, para a entrega dos valores liberados pela Construtora Norberto Odebrecht S/A, o prestador de serviços contratado para tal finalidade, o funcionário Rogério Martins do doleiro Álvaro José Galliez Novis, hospedava-se em um hotel de São Paulo, onde recebia das transportadores os valores para efetuar os pagamentos em espécie das propinas ou vantagens indevidas.

“Ele separava os valores de acordo com as senhas recebidas do Departamento de Operações Estruturadas da Construtora Norberto Odebrecht S/A e aguardava apresentação do portador indicado pelo beneficiário da quantia a ele destinada, que, declinando a senha gerada pelo malsinado programa criado para operacionalizar esse esquema, fazia a retirada, no quarto do hotel, de seu pacote de dinheiro vivo!”, exclama o promotor.

Para ele, restou comprovado que  nos dias 07 de agosto de 2014 e 11 de setembro de 2014 foram efetivamente pagas por Rogério Martins a portador indicado por Marcos Antônio Monteiro, que foi tesoureiro de campanha de Alckmin, em benefício do ex-governador, nas dependências do Hotel Mercure Privilege, localizado na Avenida Macuco, 579, Moema, conforme se verifica da análise da relação dos hóspedes que ali se registraram.

Ao fazer as doações via caixa dois, afirma o promotor, a intenção da Construtora Norberto Odebrecht S/A era manter o projeto de concessões e privatizações do Estado de São Paulo, bem como acobertar diversas fraudes à lei de licitações, tais como formação de cartel e superfaturamento de obras, como se infere de diversas ações de responsabilidade por ato de improbidade administrativa a que responde, merecendo especial destaque, para o contexto da presente demanda, as obras da Linha 6 do Metrô de São Paulo.

Na ação, o promotor também pede a dissolução compulsória da construtora Norberto Odebrecht e a indisponibilidade de R$ 39.749.874,00 de todos os processados.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

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