Vereador denuncia que Arco Metropolitano de Campina Grande está desmoronando.


Vladimir Chaves


O vereador Alexandre Pereira (União), denunciou na manhã desta quinta-feira 23, que o Arco Metropolitano de Campina Grande inaugurado pelo Governo do Estado está desmoronando.

Para comprovar a grave denuncia o parlamentar apresentou um vídeo que mostra trabalhadores fazendo reparos na estrutura. Segundo Alexandre, para maquiar as rachaduras com espessuras de até 20 centímetros, o governo está cortando parte do concreto para cobrir com cimento.

“Depois das primeiras chuvas o Arco Metropolitano está desmoronando, estão quebrando o concreto para esconder as rachaduras, o arco está caindo, feito às pressas apenas para mostrar ação política às vésperas de eleição, agora está ruindo e pondo em risco a vida das pessoas” desabafou Alexandre.

O governador João Azevêdo inaugurou, em 22 de dezembro de 2023, a implantação e pavimentação do Arco Metropolitano de Campina Grande, o investimento custou R$ 48 milhões, recursos próprios do estado.

quinta-feira, 23 de maio de 2024

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Iniciativa da Campo Largo leva água potável ao Rio Grande do Sul


Vladimir Chaves



As chuvas no Rio Grande do Sul afetaram 463 municípios e mais de 2,3 milhões de pessoas, segundo dados da Defesa Civil do Estado. Em apoio às vítimas das enchentes, a marca de sucos, chás e água de coco Campo Largo, em parceria com a Transportadora Filipak e a Gráfica Gesa, envasou água para o estado gaúcho. Foram produzidos 43 mil litros de água e serão doados aos necessitados nos próximos dias.

“Paramos nossa linha de produção para envasar água potável. É uma forma de gratidão para um estado que nos acolheu desde 1978, em São Marcos, na Serra Gaucha”, conta Giorgeo Zanlorenzi, presidente da empresa.

Em meio à cheia, o estado enfrenta o desabastecimento nas torneiras das casas atingidas. Atualmente, a Defesa Civil aponta que 750 mil lares estão sem abastecimento. “Nós da Campo Largo entendemos que o momento é desafiador. Pensando nisso, decidimos envasar água potável para amparar essas famílias. Essa atitude vai ajudar milhares de pessoas que estão enfrentando um cenário de vulnerabilidade e não tem outra forma de se hidratar”, finaliza o presidente.

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Na Câmara, médica paraibana critica decreto do Governo que interfere na formação de médicos: “Medida arbitrária”


Vladimir Chaves



A médica paraibana e conselheira do Conselho Federal de Medicina (CFM) pela Paraíba, Annelise Meneguesso, definiu como ‘medida arbitrária’ o decreto nº 11.999/2024, que define a composição da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), responsável por regular os programas de especialização médica no Brasil. Ela participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para debater o tema.

Annelise considera que o documento tem o objetivo de atender interesses políticos do Governo. “Entidades médicas sérias foram silenciadas. Fomos amordaçados em relação ao nosso principal papel: a defesa da qualidade da formação dos profissionais brasileiros”, apontou durante sua participação.

A publicação do decreto tem gerado revolta na classe médica, que aponta que a norma reduz a representação das entidades médicas, enquanto amplia o poder do Governo Federal nas decisões relativas à categoria. A composição e a publicação do decreto ocorreram sem consulta prévia aos membros da CNRM ou às lideranças das entidades médicas.

A paraibana também apontou que o novo decreto é uma ameaça à qualidade da formação dos profissionais ao permitir a abertura de milhares de vagas de residência sem seguir critérios. Na audiência, Annelise pediu o apoio dos parlamentares para que tema seja amplamente debatido e algo possa ser feito. “Deputados, olhem para a saúde do povo. Vamos promover esse debate, pois a medicina brasileira se encontra na UTI”, finalizou.

Representando o Conselho Federal de Medicina, o conselheiro Mauro Ribeiro ressaltou que todas as decisões da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) devem ser tomadas de forma coletiva, com debate e avaliação. “A história da comissão se fez através do debate. A residência médica no Brasil é exemplo no mundo inteiro e o Governo Federal está acabando com isso”, pontuou.

A audiência pública foi realizada no âmbito da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. O pedido foi apresentado pelo deputado Nikolas Ferreira e teve a subscrição dos deputados Carla Zambelli, Professor Alcides, Gustavo Gayer, Capitão Alden, André Fernandes, Átila Lira e Sargento Gonçalves.

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Chuvas no RS: mortes sobem para 162; 75 pessoas estão desaparecidas


Vladimir Chaves



O número de mortes em decorrência das enchentes no Rio Grande do Sul subiu para 162, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil estadual no fim da tarde de ontem (22). O levantamento aponta ainda que 75 pessoas continuam desaparecidas no estado e 806 ficaram feridas.

Mais de 581 mil pessoas estão desalojadas e 68.345 estão em abrigos espalhados pelo estado. Dos 497 municípios gaúchos, 467 sofreram algum tipo de impacto causado pelas chuvas. São mais de 2,342 milhões pessoas afetadas pela tragédia climática, a maior já registrada na história do estado. 

Previsão do tempo

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um novo alerta para chuvas intensas no estado, com volumes que podem ficar entre 120 mm e 150 mm na metade sul do estado para os próximos dias.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também alerta para o avanço de uma nova massa de ar polar e ainda a formação de um ciclone extratropical no oceano, com a previsão de ventos de até 100 km/h na costa do estado e possível queda de granizo.

As chuvas vão provocar o aumento no nível de rios e arroios, em especial o Canal de São Gonçalo, que banha a cidade de Pelotas e já se encontra em nível acima da cota de inundação. As cidades de São Lourenço do Sul, Pelotas, Arambaré, Rio Grande e São José do Norte estão em estado de alerta.

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Câmara Municipal de Campina Grande presta homenagem em memória póstuma de Evaldo Toscano dos Santos.


Vladimir Chaves


Por solicitação do vereador Olimpio Oliveira (Podemos), na manhã desta quarta-feira (22), a Câmara Municipal de Campina Grande prestou homenagem com um minuto de silêncio em memória póstuma ao fiscal de tributos da Prefeitura Municipal de Campina Grande, Evaldo Toscano dos Santos.

Em sua justificativa Olimpio Oliveira, destacou os princípios e virtudes de Evaldo Toscano, um cidadão integro, honrado e amigo. Que parte deixando saudades aos familiares e as centenas de amigos que conquistou durante a vida.

Evaldo Toscano, após um AVC lutou por quase três meses num leito de hospital, falecendo no último dia 19.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

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Câmara continua nesta quarta votação de projeto que prevê sanções a invasores de propriedades rurais e públicas.


Vladimir Chaves


A Câmara dos Deputados aprovou ontem (21) o texto base da proposta que estabelece restrições e impedimentos para invasores e ocupantes ilegais de propriedades rurais e prédios públicos. Os deputados ainda analisarão possíveis alterações à proposta nesta quarta-feira (22).

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Pedro Lupion (PP-PR) ao Projeto de Lei 709/23, do deputado Marcos Pollon (PL-MS). Ele aproveitou o conteúdo de outras propostas que tramitavam em conjunto com a original e incluiu as restrições na lei que regulamenta a reforma agrária (Lei 8.629/93).

Pela proposta, quem praticar o crime de invasão de domicílio ou de esbulho possessório, fica proibido de:

. Participar do programa nacional de reforma agrária ou permanecer nele, se já estiver cadastrado, perdendo lote que ocupar;

. Contratar com o poder público em todos os âmbitos federativos;

. Receber benefícios ou incentivos fiscais, como créditos rurais;

. Ser beneficiário de qualquer forma de regularização fundiária ou programa de assistência social, como Minha Casa Minha Vida;

. Inscrever-se em concursos públicos ou processos seletivos para a nomeação em cargos, empregos ou funções públicos;

. Ser nomeado em cargos públicos comissionados; e

. Receber auxílios, benefícios e demais programas do governo federal.

A proibição, nos casos mencionados, é por oito anos, contados do trânsito em julgado da condenação.

Deputados de esquerda atacam projeto:

Para deputada comunista, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), o projeto é inconstitucional, estimula a violência, estimula a violação de direitos e benefícios e o sequestro de benefícios. "Esse projeto busca criminalizar um movimento social absolutamente legítimo, que representa trabalhadores que querem produzir, que querem trabalhar", afirmou.

Já o petista deputado Patrus Ananias (PT-MG), a proposta fere princípios constitucionais, como da individualização da pena e que a pena não pode ir além do condenado, porque atinge a família. "Ao retirar benefícios como o Bolsa Família e o BPC, ele está penalizando toda a família — as crianças, os jovens, os filhos, os dependentes."

Como de praxe os deputados de esquerda anteciparam que se perderem no Congresso vão buscar o apoio da suprema corte de justiça.

Por outro lado, o autor da proposta, deputado Marcos Pollon (PL-MS), afirmou que o projeto traz algo que "é óbvio", criminoso ser tratado como criminoso. "O tecido social demanda o cumprimento das obrigações mínimas, e não há nada mais básico do que o cumprimento do ordenamento penal brasileiro”, disse.

Para a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), já é hora de a Câmara dar uma resposta às invasões de terra. "Imagine alguém que tem uma propriedade ter sua terra invadida. E o tratamento leniente que é dado ao invasor de terra é uma coisa absurda."

Segundo o relator, deputado Pedro Lupion, o objetivo é apenas garantir que quem invade seja punido, não podendo ter benefícios do Estado. "O que motiva a invasão de propriedade neste País é a certeza da impunidade, que a legislação é falha e nada vai acontecer", afirmou. Lupion é também o coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária.

O deputado Zucco (PL-RS) disse que a proposta acabará com o MST. "Disseram que a CPI não teria resultado. Pois bem, todos os invasores não terão direito a programas sociais. Atenção militantes do MST comecem a evacuar esse movimento." Ele presidiu a CPI do MST em 2023, encerrada sem votar o relatório final.

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Chuvas retornam com força ao Rio Grande do Sul e nova onda de frio derruba as temperaturas a partir da quinta-feira (23)


Vladimir Chaves



Novo evento de instabilidade, que começa nesta terça-feira (21) de forma isolada no Rio Grande do Sul, deve ganhar força a partir da quarta-feira (22) e principalmente durante a quinta-feira (23) e sexta-feira (24), quando da passagem de uma frente fria associada, desta vez, a uma forte massa de ar frio de origem polar. Entre quinta-feira (23) e sexta-feira (24) um ciclone extratropical deve se desenvolver no oceano, na altura da costa gaúcha, e acentuará o contraste térmico entre o vento quente e úmido de norte e o ar frio de sul, intensificando as tempestades e também aumentando os volumes de chuva previstos. Rajadas de vento acima dos 80 km/h e queda de granizo também devem ocorrer entre a quarta e quinta-feira (23) sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e na sexta-feira (24) entre Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, com o deslocamento da frente fria.

O acumulado total entre a terça-feira e a sexta-feira (24) pode superar os 100 mm em áreas do Rio Grande do Sul, sendo que o maior volume esperado deve ocorrer quando do deslocamento da frente fria do sul do Rio Grande do Sul para o norte do Estado. Novos transtornos, portanto, são possíveis em função da forte instabilidade que é prevista.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas mínimas no final de semana ficam perto ou até mesmo abaixo de zero nas partes altas das Serras do Sul e também na região da campanha gaúcha. Em Porto Alegre, capital gaúcha, as mínimas ficam abaixo dos 10°C a partir da sexta-feira (24) e decorrer do final de semana, também com sensação térmica baixa. Há expectativa de geada no Rio Grande do Sul e parte do Sul Catarinense no final de semana.

Previsão de geada (adaptado do modelo Cosmo) para o sábado (25) e o domingo (26). Antes da chegada da frente fria as temperaturas ainda ficam elevadas da metade norte do Rio Grande do Sul ao centro do Brasil, porém, entre a quinta e sexta-feira, com o rápido deslocamento do ar polar as temperaturas máximas despencam.

A partir da sexta-feira o ar polar e a circulação de umidade oceânica ainda deixam muitas nuvens especialmente sobre a faixa leste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A sensação de frio será intenso por conta do vento oeste a sul que soprará com rajadas acima dos 40 km/h.

Na sexta-feira (24) o sistema frontal chega inclusive ao Sudeste do País, quebrando o bloqueio atmosférico e a longa sequência de dias quentes observada ao norte do Paraná, parte do Brasil central e Região Sudeste.

terça-feira, 21 de maio de 2024

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