Projeto reduz salários de vereadores de Sumé para R$ 788,00


Vladimir Chaves

Iniciativas populares que obrigaram a redução de salários de vereadores em câmaras municipais de cidades no Sul do país, a exemplo de Paranaguá (PR), Mauá da Serra (PR), Santo Antônio da Platina e Jacarezinho chegou à Paraíba, a diferença é aqui a iniciativa partiu da própria Casa legislativa, através do vereador Juan Pereira (PSDB), que protocolou Projeto de Lei, propondo a redução dos subsídios de vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários do município de Sumé, localizado na microrregião do Cariri Ocidental da Paraíba.

Como os subsídios de vereadores, prefeitos, vice-prefeitos são fixados pelas legislaturas que antecedem as que serão eleitas, o vereador Juan Pereira, protocolou Projeto de Lei estabelecendo a redução dos salários dos agentes públicos para a próxima legislatura.

O projeto pode não contar com a simpatia dos agentes públicos, mas com certeza terá o apoio da maioria absoluta da população de Sumé, de acordo com o projeto a partir da próxima legislatura, ou seja, a partir de 2017, o teto máximo para os vereadores (inclusive do presidente da Câmara) será fixado em R$ 788,00 (salário atual vigente), o do prefeito em R$ 7.880,00 (correspondente a 10 salários mínimos), vice-prefeito e secretários em R$ 3.394,00 (correspondente a 5 salários mínimos).

O Projeto de Lei estabelece ainda que qualquer alteração nos subsídios desses agentes públicos, durante a próxima legislatura, terá que obrigatoriamente passar por uma consulta popular mediante plebiscito.

Confira a integra do Projeto de Lei, que foi protocolado na Câmara Municipal de Sumé, no dia 24.08.2015.

Projeto de Lei

“Fixa o teto e os critérios para alteração no subsídio mensal dos Vereadores, Prefeito, Vice-Prefeito e Secretários do município de Sumé Paraiba.

Art. 1º: O teto para o subsídio mensal dos Vereadores para as próximas legislaturas fica estabelecido em 01 (um) salário mínimo, nos valores de hoje, somando R$ 788,00.

§ 1º: O subsídio mensal do Presidente da Câmara será rigorosamente igual ao dos outros vereadores, sendo vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória que diferencie.

§ 2º: A ausência do vereador às sessões ordinárias, sem justificativa plausível apresentada por escrito ao Presidente da Câmara, implicará o desconto da quantia equivalente a 15% por falta no pagamento do próximo subsídio.

Art. 2º: O teto para o subsídio mensal do Prefeito Municipal para as próximas investiduras fica estabelecido em 10 (dez) salários mínimos, nos valores de hoje, somando R$ 7.880,00 (sete mil oitocentos e oitenta reais).

Art. 3º: O teto para o subsídio mensal do Vice-Prefeito e dos Secretários de Governo do município para as próximas investiduras fica estabelecido em 05 (cinco) salários mínimos, nos valores de hoje, somando R$ 3 .394,00 (três mil trezentos e noventa e quatro reais).

Art. 4º: Fica assim determinado que o Presidente da Câmara dos Vereadores somente poderá levar toda e qualquer nova proposta de aumento de quaisquer dos itens que compreendem o subsídio mensal dos membros desta casa ou dos cargos de Prefeito, Vice-Prefeito e Secretários Municipais, mediante a consulta e aprovação prévia do referido projeto por parte da população da cidade e seus distritos.

§ 1º: A consulta popular se realizará mediante plebiscito, organizado pela Câmara de Vereadores e contemplará a população de Sumé e seus distritos, em dia, hora e local amplamente divulgados pelos principais veículos de comunicação do município, como;

§ 2º: A equipe responsável pela aplicação, controle e contagem dos votos coletados no plebiscito deverá ser composta por membros dos Conselhos Municipais de Sumé, indicados mediante sorteio público, sob a supervisão do poder judiciário.

§. 3º: Fica a cargo da Câmara de Vereadores garantir a segurança e a idoneidade do processo de consulta popular, devendo esta buscar apoio junto a órgãos e instituições públicas como a Polícia Militar da Paraíba e a Ordem dos Advogados do Brasil.


Art. 5º: O salário mínimo de referência é o vigente na data de 24 de agosto de 2015, no valor de R$ 788,00 (setecentos e oitenta e oito reais), sendo que, ainda que este venha a sofrer alterações no futuro, qualquer reajuste na remuneração dos Vereadores, Prefeito, Vice-Prefeito e Secretários Municipais só poderá ser realizada mediante aprovação popular indicada em plebiscito, conforme artigo 4º desta lei.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

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Lei Municipal assegura flexibilização do horário de trabalho dos servidores que tenham parentes com necessidades especiais.


Vladimir Chaves

A Lei Municipal nº 5.684/14, proveniente do Projeto de Lei nº 024/2014, de autoria do vereador Olímpio Oliveira (PMDB), concede aos servidores públicos municipais da Prefeitura de Campina Grande, a flexibilização da carga horária para os funcionários que sejam conjugue, pais ou responsáveis legais de pessoas com deficiência intelectual ou física.

De acordo com a Lei Municipal nº 5.684/14, o trabalhador que precisar acompanhar dependentes durante tratamento de saúde, reabilitação ou educação especializada, terão seus horários de trabalho flexibilizado nos dias e horários necessários e justificados.

Para obter o beneficio o servidor precisa solicitar por escrito ao seu chefe imediato, acompanhado dos seguintes documentos:

I- Documento que comprove os vínculos de parentesco ou legais exigidos
II- Laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível de deficiência.
III- Declaração fornecida pela instituição que estiver prestando o atendimento consignado sobre a necessidade do atendimento especial à pessoa com deficiência, fazendo menção do local de atendimento, dias e horários necessários.

O vereador Olímpio Oliveira, justificou a sua iniciativa, ao constatar nas reuniões que tem participado do Fórum Permanente sobre Políticas para Pessoas com Deficiência, das dificuldades enfrentadas por servidores que tem parentes com limitações físicas e psíquicas.


“Convivendo mais de perto com vários pais e cônjuges de pessoas com deficiência, nas reuniões do Fórum Permanente sobre Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência, identificamos as dificuldades enfrentadas por essas pessoas para conciliar o horário de trabalho com a agenda de acompanhamento dos dependentes nas instituições de saúde. Daí a necessidade da flexibilização da carga horária desses trabalhadores para que eles possam oferecer a assistência aos familiares, com maior qualidade e sem os riscos de retaliações de ordem financeira ou disciplinar” justificou. 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

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Tribunal Superior Eleitoral fará devassa nas contas do PT desde 2010


Vladimir Chaves

A conclusão de que o Partido dos Trabalhadores recebe, desde 2010, dinheiro desviado da Petrobras gerou uma iniciativa drástica do ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Em despacho enviado à Corregedoria-Geral Eleitoral na sexta-feira (21/8), o ministro propõe a quebra do sigilo bancário do partido, o que pode, em tese, anular a eleição não apenas da presidente Dilma Rousseff, mas de todos os governadores, prefeitos, senadores e deputados eleitos pelo PT nos últimos cinco anos.

Doações podem ser feitas para o partido ou diretamente para os candidatos. Cada candidatura tem uma conta específica. Nada garante que todas as candidaturas receberam recursos da mesma origem.

Gilmar é o relator da prestação de contas da campanha para a reeleição da presidente Dilma Rousseff, de 2014. Ele chegou à conclusão descrita no despacho depois de analisar as receitas e despesas da campanha e conferir as informações com o que já foi descoberto na operação "lava jato".

O cruzamento de dados está em despacho enviado pelo ministro Gilmar  Mendes ao corregedor-geral Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, para que ele determine a quebra do sigilo bancário do PT.

Caso o ministro Noronha entenda que há ilícitos nas contas do partido, pode denunciar os fatos ao TSE. Caberá, então, ao tribunal decidir se os atos apontados como ilegais são motivo ou não para cassação dos registros de candidatos.

O despacho preocupa a defesa do PT no TSE, já que é mais uma tese contrária ao partido que surge na corte. É dada como certa a decisão do ministro Noronha de concordar com Gilmar, já que ele tem se mostrado contrário ao PT em sua atuação no tribunal.
"Lava jato"

Pelo que se apontou na operação "lava jato", empreiteiras como Odebrecht, Andrade Gutierrez e OAS, formaram cartel para fraudar licitações e assinar grandes contratos com a estatal, sempre com sobrepreço.

De acordo com o ministro Gilmar Mendes, esse sobrepreço era depois repassado pelas empresas ao PT, por meio de doações de campanha. E o partido usava a verba para contratos duvidosos com empresas “com incerta incapacidade de cumprir ou entregar os respectivos”, em sua maioria gráficas.

No entendimento do ministro, como há indícios de que o dinheiro repassado pelas empresas ao PT  veio da Petrobras, o partido pode ter sido financiado pela estatal. Pelo que diz o artigo 31, inciso III, da Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/1995), sociedades de economia mista, como é o caso da Petrobras, não podem financiar legendas e nem campanhas eleitorais.

Gilmar Mendes também determina o envio das informações à Procuradoria-Geral da República, já que as informações têm “potencial relevância criminal”.

Segundo o ministro, a campanha da reeleição contabilizou “expressiva entrada de valores depositados pelas empresas investigadas”. “As doações contabilizadas parecem formar um ciclo que retirava os recursos da estatal, abastecia contas do partido, mesmo fora do período eleitoral, e circulava para as campanhas eleitorais.”

Aí estariam os indícios de crime eleitoral cometido pelo PT. De acordo com Gilmar, “há indicativos de que o partido teria recebido doações indiretas vedadas, mediante publicidade, procedente, indiretamente, da própria Petrobras”.

O despacho cita as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, UTC e Engevix, investigadas na “lava jato” por formação de cartel para fraudar licitações da Petrobras por meio de pagamento de propina.

Gilmar Mendes identifica, junto ao site do TSE, que todas essas empresas doaram à campanha para reeleição de Dilma. A UTC, por exemplo, doou R$ 7,5 milhões para a campanha e mais R$ 10,8 milhões ao partido durante o ano de 2014. As doações da Andrade chegaram a R$ 14,6 milhões e as da OAS, a R$ 11,4 milhões.

Do outro lado da equação, estão os gastos da campanha, escreve o vice-presidente do TSE. Segundo o ministro, o partido assinou contratos com fornecedores “com incerta incapacidade de cumprir ou entregar os respectivos”.

Um dos exemplos é a Focal Confecção e Comunicação Visual, que recebeu R$ 24 milhões. É a segunda maior despesa da campanha, depois do gasto com a equipe de marketing político. A gráfica, diz o ministro, tem sede em São Bernardo do Campo (SP) e tinha, até 2013, como um dos sócios um “motorista contratado pela empresa”.

Outro grande gasto foi com a Gráfica VTPB, para quem foram R$ 22,9 milhões “para fornecer material impresso”. “De acordo com o noticiado pela imprensa”, escreve Mendes, um dos delatores da “lava jato” disse ao Ministério Público Federal que parte do valor desse contrato teve origem “no esquema de corrupção que envolve a Petrobras”.


O ministro “vislumbra ter havido financiamento indireto por empresa impedida de doar”. Isso porque o dinheiro recebido pelas empreiteiras nos contratos assinados com a Petrobras “teria sido” repassado “em forma de propina” ao PT, “entregue diretamente ao seu tesoureiro, ou oculta por meio de financiamento de publicidade”.


Conjur Jurídico

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João Pessoa de luto: “Chacina” no Parque Sólon de Lucena.


Vladimir Chaves

João Pessoa, a cidade que já foi considerada a 2ª mais verde do país, amanheceu essa segunda-feira (24), de luto. Mais um crime ambiental foi perpetrado contra as árvores que um dia deram o importante título a capital de todos os paraibanos.

Sem que a população tivesse conhecimento para opor-se a sanha que vem devastando o verde da cidade, “lenhadores” da Prefeitura Municipal de João Pessoa, aproveitaram o domingo, não só para retirar as barracas do entorno da Lagoa, mais também para trucidar árvores centenárias que contribuíam com embelezamento do mais bonito cartão posta da cidade.


Confira algumas imagens postadas nas redes sociais por populares indignados. 






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José Dirceu tem registro de advogado cassado pela OAB de São Paulo


Vladimir Chaves

O ex-ministro José Dirceu não poderá exercer nenhuma atividade ligada à advocacia se deixar a prisão no Paraná, onde está preso por causa da operação “lava jato”. Conselheiros da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil decidiram nesta segunda-feira (24/8) cassar a inscrição dele, com 76 votos favoráveis dos 80 membros do Pleno. Eram necessários ao menos dois terços para a medida.

O pedido foi apresentado por um advogado que questionava por que Dirceu continua com a situação regular na entidade depois de ser condenado por corrupção ativa na Ação Penal 470, o processo do mensalão. O Estatuto da Advocacia considera inidôneo "aquele que tiver sido condenado por crime infamante".

Em 2010, o Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-SP havia negado outro pedido apresentado contra Dirceu com base na cassação do cargo de deputado federal, por falta de decoro parlamentar. Na época, o tribunal avaliou que somente pode ser considerado inidôneo quem tivesse processo disciplinar parlamentar ou ação penal sem possibilidade de recurso.

O ex-ministro cumpria regime domiciliar em Brasília quando voltou a ser preso em caráter preventivo no início de agosto, envolvido na famosa operação “lava jato”. Isso porque ele foi citado em depoimentos de delatores e a empresa de consultoria que ele comandava, a JD Assessoria, foi contratada por construtoras investigadas na “lava jato”, como a Galvão Engenharia, a OAS e a UTC.


Formado em Direito pela PUC-SP, Dirceu mantinha até hoje a inscrição 90.792.

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Obras do Conjunto Aluísio Campos seguem a todo vapor.


Vladimir Chaves

A cidade de Campina Grande é o que se pode chamar de exemplo de superação, apesar da crise financeira que assola o país o município paraibano segue executando a maior obra habitacional do país.

Superando todos os obstáculos a Prefeitura Municipal de Campina Grande, segue a todo vapor na construção do que está sendo chamado de o “bairro cidade”. O Conjunto Aloísio Campos, terá cinco mil residências, além de escolas, creches, postos de saúde, praças, parques e todas as ruas pavimentadas.

Cerca de 1000 operários trabalham no canteiro de obras, para atender a meta de construção 100 unidades habitacionais por mês, o empreendimento envolve um investimento na ordem de R$ 300 milhões, com previsão de beneficiar cerca de 20 mil pessoas.


A previsão de entrega do conjunto é para o segundo semestre de 2016. 
Crédito: Dr. José Araújo

Crédito: Dr, José Araújo


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Ausente: João Dantas cobra do governador um “plano B” para o possível colapso de água em Campina Grande.


Vladimir Chaves

Voz permanente em defesa da segurança hídrica de Campina Grande, o vereador João Dantas (PSD), voltou a cobrar do Governo do Estado um “plano B” para o possível colapso no abastecimento de água da cidade.
Segundo João Dantas, o governador Ricardo Coutinho (PSB) tem  negligenciado com o problema que ameaça a segunda maior cidade da Paraíba, apesar do alerta constante da Câmara Municipal de Campina Grande e de diversos seguimentos da sociedade civil organizada.

“O racionamento que deveria ter começado há mais tempo, não foi feito, teríamos economizado muita água e o manancial não estaria nessa situação, agora o que nós precisamos é de um plano B, o que é que o governador Ricardo Coutinho tem para oferecer caso aconteça um colapso?” questionou Dantas.

Para o vereador o Ricardo Coutinho, abandonou a cidade após a eleição para governador e hoje se dedica apenas em manter uma disputa com o prefeito de João Pessoa, para saber quem faz mais pela Capital, deixando Campina “órfão”.

“O governo está ausente de Campina Grande, depois das eleições pra governador ele sumiu de Campina Grande, Ricardo Coutinho está ausente de Campina Grande, hoje ele encontra-se numa disputa em João Pessoa, com o prefeito Luciano Cartaxo para saber quem faz mais obra na capital e Campina está esquecida, está órfão, sendo maltratada por um padrasto, um governo ausente” disse.


O Açude Epitácio Pessoa (Açude de Boqueirão) encontra-se hoje com apenas 16,7% de sua capacidade total. 

domingo, 23 de agosto de 2015

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Ricardo Coutinho critica falta de compromisso de Dilma com a Paraíba.


Vladimir Chaves

Ignorando por completo a exigência que o PT da Paraíba tem feito aos partidos aliados, que é a defesa intransigente do que ainda resta do governo Dilma, o governador Ricardo Coutinho (PSB), teceu duras criticas ao descompromisso da presidente com o Nordeste, em especial a Paraíba, inclusive em tom áspero, insinuou que só espera o cumprimento dos compromissos assumidos pela presidente Dilma e o ministro Joaquim Levy, até o próximo encontro dos governadores do Nordeste, que deve acontecer em Alagoas.


As criticas públicas do governador foram vistas como um pretexto para dá o recado de que o PSB não servirá de muleta ao projeto de reeleição do prefeito Luciano Cartaxo. 

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

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Limpeza dos açudes da zona rural de Campina Grande produz os primeiros “frutos”


Vladimir Chaves

O trabalho de limpeza dos açudes e barreiros da zona rural de Campina Grande, feito no inicio do ano pela Prefeitura através da Secretaria de Agricultura, estão apresentando resultados positivos para a comunidade rural.

Dentre as comunidades beneficiadas pelo trabalho preventivo da Secretaria de Agricultura, que tem a frente o secretário Fábio Medeiros, destaque para o assentamento Antônio Eufrozino, localizado no Distrito de Catolé de Boa Vista, que graças à limpeza e aumento da profundidade do “Açude Boi”, com as primeiras chuvas conseguiu armazenar água para um período de um ano.


“Emoção grande em ver nosso trabalho valer a pena”, disse Fábio Medeiros ao contemplar o volume de água armazenado no manancial. 

Açude Boi durante a limpeza

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“CPI do Tesoureiro” aprova convocação do ex-secretário Júlio Cesar Cabral


Vladimir Chaves

A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga denuncia do ex-tesoureiro da Prefeitura de Campina Grande, Renan Trajano, na gestão do ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), “CPI do Tesoureiro”, aprovou na manhã de hoje (21), a convocação do ex-secretário de Finanças Júlio Cesar Cabral.

A convocação é a primeira de uma serie que deverá acontecer nos próximos dias, que segundo o presidente da Comissão, vereador João Dantas (PSD), acontecerá na medida, que a CPI for recebendo documentos de órgãos fiscalizadores e agencias bancarias.

Ainda segundo o presidente da CPI, empresas citadas pelo ex-tesoureiro, também serão investigadas e seus donos serão convocados para prestar esclarecimentos.

“Não vamos ter nenhum constrangimento em convocar quem quer que seja, para que a bem da verdade e da justiça possamos esclarecer em detalhes as denuncias do ex-auxiliar do prefeito Veneziano” revelou João Dantas.

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Câmara debaterá outorga na distribuição da água de Campina Grande


Vladimir Chaves

A Câmara Municipal de Campina Grande, atendendo requerimento do vereador presidente Antônio Alves Pimentel Filho (PROS), realizará sessão especial para discutir a outorga na distribuição da água no município. De acordo com o vereador Pimentel Filho, a Sessão terá como objetivo debater publicamente quais serão os próximos passos a ser tomados pela Prefeitura Municipal, após o contrato com a CAGEPA (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba), ter se encerrado no ano de 2014, após 50 anos de vigência.

Em sua justificativa na tribuna da Câmara, o vereador destacou que o contrato com a CAGEPA, foi celebrado no ano de 1964, e a concessão para que a empresa gerencie os serviços no Município, está vencida desde 2014, e até o presente momento trabalha sem amparo legal. “Para resguardar os interesses da população, convidaremos para participar desta sessão especial, especialistas, o Ministério Público, a Procuradoria da Prefeitura e toda sociedade civil organizada, para que juntos possamos entender como será o certame licitatório, que norteará a nova empresa que administrará a nossa água”.

O parlamentar destacou também que, o prefeito Romero Rodrigues já se pronunciou por diversas vezes sobre o assunto, e que também garantiu que quando ocorrer o certame licitatório, a própria CAGEPA também poderá concorrer com as demais empresas inscritas, pois a forma de licitação será aberta e transparente. De acordo com Pimentel Filho, há muito tempo a CAGEPA não vem prestando um serviço de qualidade na cidade, pois são constantes as reclamações na demora dos consertos de vazamentos, além de que, existe uma queixa constante da Prefeitura, sobre a destruição de asfalto e calçamento, sem a devida reposição dos danos.

Outro fator elencado pelo vereador sobre a ineficiência dos serviços da CAGEPA tem como base os próprios funcionários do órgão, que publicamente argumentam a falta de autonomia financeira da empresa, para resolver pequenas pendências ou compras de material para manutenção. “Denúncias públicas chegam todos os dias pelas rádios, dando conta de que, até para comprar cola para consertar as tubulações danificadas, tem que aguardar a sede da CAGEPA em João Pessoa, enviar o produto, ou autorizar a compra no comercio local” lamentou Pimentel Filho.

Segundo os dados financeiros da CAGEPA, mensalmente, só em Campina Grande, a empresa arrecada em média, cerca de 13 milhões de reais. Estes valores, ao invés de serem reinvestidos na modernização dos serviços e manutenção da rede de abastecimento de Campina Grande, são utilizados para cobrir o prejuízo de dezenas de cidades abastecidas pela CAGEPA que são deficitárias em suas arrecadações.


“A licitação trará para nós campinenses, a possibilidade das empresas se desdobrarem nas propostas de melhorias para o abastecimento, pois, há muitos anos a CAGEPA deixou de investir no município, apesar da arrecadação superavitária, e desta forma o município poderá cobrar mais agilidade e qualidade nos serviços prestados pela nova empresa, que vencerá o certame licitatório de nossa cidade”, destacou.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

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Ex-deputada insinua que há grandes traficantes de drogas no Congresso Nacional.


Vladimir Chaves

A ex-deputada Luciana Genro (PSOL), utilizou seu perfil social “Twitter” para defender a descriminalização das drogas, segundo a ex-deputada é inaceitável que o Estado interfira na decisão das pessoas sobre quais substâncias devem ingerir.

Dentre as postagens da também ex-petista, uma chama atenção pela gravidade da denuncia, quando ela afirma que o combate ao  tráfico só atinge pequenos traficantes e não os grandes, e insinua que existem grandes traficantes de drogas no Congresso Nacional, que não incomodados pelas autoridades.

“A guerra às drogas atinge os pequenos traficantes. Os grandes não estão nas favelas, mas estão, inclusive, no Congresso” postou a ex-deputada.

Ainda nas postagens ela argumenta que a legalização da maconha afastará os usuários dos traficantes que oferecem drogas mais lesivas.


“Tirar a maconha da ilegalidade é tirar usuários do contato com traficantes, que oferecem drogas mais lucrativas e lesivas”

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Até quando? Governo da Paraíba continua desrespeitando alunos e professores da Escola Estadual Severino Cabral.


Vladimir Chaves

Vexatória, criminosa e irresponsável é o mínimo que se pode dizer da situação imposta contra alunos e professores do Colégio Estadual Severino Cabral, em Campina Grande. Tudo por conta de uma reforma, sem planejamento, que começou no dia 29 de novembro de 2013, e que até a presente data não tem prazo para conclusão.

No ano passado os estudantes para não perderem o ano letivo foram obrigados há concluírem o semestre estudando num espaço improvisado no Colégio Estadual da Prata, provocando todo tipo de transtornos para alunos e professores.

Esse ano os problemas permanecem, graças à insensibilidade e a falta de compromisso do governo através da Secretaria de Educação do Estado, que ao que parece tem ignorado por completo o prejuízo causado aos mais de 350 estudantes daquele educandário.  

Apesar desses agravantes, que se arrastam desde 2013, poucas são as vozes que tem si levantado contra esse ato criminoso, dentre elas a do professor e vereador Miguel Rodrigues (PPS), presidente da Comissão Permanente de Educação, Esporte e Turismo da Câmara Municipal de Campina Grande.

Cansado de denunciar e cobrar soluções para o “Severino Cabral” o professor Miguel Rodrigues, está propondo a formação de uma comissão suprapartidária na Câmara Municipal de Campina Grande, com o objetivo de pressionar o Governo do Estado, no sentido de resolver em definitivo os problemas da Escola Severino Cabral, que essa semana agravou-se com a retirada das portas das salas de aulas pela construtora que estava responsável pela reforma e o rompimento do sistema de esgoto da escola, que espalhou água contaminada e a fedentina nas dependências do educandário.


Ainda, por falta de iluminação nas salas de aulas, atualmente apenas quatro salas funcionam no turno da noite, obrigando professores a juntar turmas, o refeitório encontra-se sem cobertura levando os estudantes a fazem suas refeições desprotegidos da chuva e sol. Até quando
?

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

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Apostando em “São Pedro e São Francisco” Cagepa só aumentará o racionamento no final do ano.


Vladimir Chaves

Apostando nas “providencias” de São Pedro e São Francisco o Governo do Estado da Paraíba, continua brincando com a segurança hídrica de Campina Grande e mais 18 cidades da região. Numa prova inconteste de que o governo espera pelas “chuvas de São Pedro” e o milagre da transposição das águas do Rio São Francisco, o diretor da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba, Simão Almeida, anunciou que o aumento do racionamento de água para as cidades abastecidas pelo “Açude de Boqueirão” só acontecerá no final do ano.

Com apenas 18,8% de sua capacidade total e já fazendo uso do volume morto do manancial, o governo não tem um só plano estratégico que possa adiar o colapso total do açude responsável pelo abastecimento de mais de um milhão de paraibanos.


O próprio diretor da CAGEPA, Simão Almeida, durante entrevista em que anunciou para o mês de novembro a ampliação do racionamento de água, provou o quanto o governo não tem levado a sério o problema ao dizer que haverá racionamento, mas sem saber precisar de quantos dias será o racionamento.

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Multilagos - Projeto prevê construção de açudes para resolver o problema de abastecimento de água em Campina.


Vladimir Chaves

O vereador João Dantas (PSD), usou a tribuna na manhã de hoje (18), para reafirmar que o Multilagos continua sendo bandeira do seu mandato. “O Projeto MultiLagos é a minha bandeira de luta até o fim do meu mandato. Transformar este grande benefício em realidade será o nosso grande desafio a ser enfrentado.”

O parlamentar destacou que depois de vários pronunciamentos e requerimentos de sua autoria tratando da questão o projeto voltou a ser discutido e se mostrou confiante com a retomada do mesmo. “Vamos criar um cinturão de água em torno da cidade. As barragens que serão construídas têm múltiplas funções, um cinturão de 16 pequenos e médios açudes em volta do perímetro urbano de Campina Grande que vai permitir o aumento da capacidade de armazenamento de água no município, fomentando a agricultura, ao passo que haverá água suficiente para cultivar as terras, servir de estradas para ligar pontos estratégicos da cidade e valorizar também a pesca e o turismo”, afirmou.


O Multilagos, uma vez concluído, terá capacidade de armazenamento de água da ordem de quase 75 milhões de metros cúbicos, ou o equivalente a um quarto do Açude de Boqueirão. Estes mananciais, mesmo que pareçam de pouca capacidade, se comparados aos grandes reservatórios, funcionarão como uma espécie de reserva estratégica para enfrentar o colapso no abastecimento.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

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