Naquele domingo, em meio à
chuva intensa que caía sobre Brasília, algo extraordinário aconteceu. Um raio
atingiu um grande grupo de pessoas reunidas próximo ao Memorial JK, durante um
ato de clamor por Deus e pela nação. Ao todo, 89 pessoas foram atingidas, o
maior número já registrado na história do Brasil. Humanamente falando, o
desfecho poderia ter sido trágico. Mas não foi.
Apesar da gravidade do
ocorrido, mais de 80 pessoas precisaram de atendimento e nenhuma ficou em
estado grave. Não há notícia, no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo, de
um episódio com proporções semelhantes sem um único óbito. Diante disso, a razão
se curva e o coração reconhece: foi o agir de Deus.
A Palavra nos ensina que o
Senhor não é indiferente ao clamor do Seu povo. Ele vê, ouve e responde. A
Bíblia declara:
“E se o meu povo, que se
chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter
dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e
sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14).
Aquele ato não era apenas
uma reunião pública; era um clamor coletivo, um pedido sincero para que Deus
sare o Brasil, livrando a nação da corrupção, da injustiça e da opressão. E,
mesmo em meio ao perigo, Deus respondeu com misericórdia. O raio caiu, mas a
morte não teve autorização para agir.
A Escritura afirma:
“O anjo do Senhor acampa-se
ao redor dos que o temem e os livra” (Salmos 34:7).
O livramento vivido naquele
dia aponta para essa verdade. Não foi sorte, não foi acaso, não foi
coincidência. Foi proteção divina em meio ao caos.
Deus continua soberano sobre
a natureza e sobre a história. Como diz o salmista: “Deus é o nosso refúgio e
fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Salmos 46:1).
O episódio em Brasília se
torna, assim, um sinal, um chamado à reflexão. Deus mostra que está atento ao
clamor sincero, que preserva vidas e que continua falando com a nação. O raio
atingiu muitos, mas a mão do Senhor foi mais forte que o perigo.
Que esse acontecimento
desperte no Brasil não apenas espanto, mas arrependimento, fé e esperança.
Porque quando o povo ora, Deus age. E quando Deus age, até o que poderia ser
tragédia se transforma em testemunho vivo da Sua graça.






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