O sacrifício de Cristo é o
maior ato de amor já revelado à humanidade. Quando lemos Filipenses capítulo 2
e Hebreus capítulo 9, entendemos não apenas o que Jesus fez, mas como e por que
Ele fez.
Em Filipenses 2, vemos o
caminho da humildade. A Bíblia nos ensina que Cristo, sendo em forma de Deus,
não se apegou aos seus direitos divinos. Ele se esvaziou, assumiu a forma de
servo e se fez semelhante aos homens. O Rei se tornou servo. O Senhor se fez
obediente. E essa obediência não foi parcial; foi até a morte, e morte de cruz.
Isso nos revela que o
sacrifício de Cristo não começou na cruz, mas no coração. Começou na decisão de
descer. De abrir mão. De amar acima de tudo. A cruz foi o ponto máximo de um
caminho de entrega.
Já em Hebreus 9, entendemos
o propósito desse sacrifício. O autor explica que, no Antigo Testamento, o
sangue de animais era oferecido repetidamente para cobrir pecados. Porém, esses
sacrifícios eram limitados e temporários. Cristo, porém, entrou no Santo dos
Santos celestial não com sangue de animais, mas com o seu próprio sangue. E fez
isso uma única vez, garantindo redenção eterna.
Aqui está a diferença
gloriosa: o sacrifício de Jesus não foi simbólico, foi definitivo. Não foi
repetitivo, foi suficiente. Ele não apenas cobriu o pecado; Ele purificou a
consciência e abriu o caminho para Deus.
Filipenses 2 nos mostra a
atitude do coração de Cristo: humildade e obediência. Hebreus 9 nos mostra o
resultado da obra de Cristo: redenção eterna e acesso ao Pai.
A cruz não foi derrota, foi
exaltação. Depois da humilhação veio a glória. Deus O exaltou sobremaneira e
lhe deu um nome acima de todo nome. O Servo sofredor é agora o Senhor exaltado.
Essa verdade nos chama a
duas respostas: gratidão e imitação. Gratidão, porque fomos alcançados por um
amor que não merecíamos. Imitação, porque somos convidados a ter a mesma
atitude de Cristo; humildade, serviço e obediência.
O sacrifício de Cristo nos
ensina que o verdadeiro poder está em servir, que a verdadeira grandeza está em
se entregar, e que a verdadeira vitória nasce da obediência a Deus.
Na cruz, o amor venceu. E
por causa desse sacrifício, hoje temos vida, esperança e acesso livre ao Pai.






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