O jugo que dar descanso e direção a alma


Vladimir Chaves

Vivemos em um mundo que cansa. Cansa o corpo, a mente e, muitas vezes, a alma. São cobranças, culpas, expectativas e pesos que vão se acumulando silenciosamente.

Foi nesse cenário, de pessoas cansadas, sobrecarregadas pela religião rígida e pela vida difícil, que Jesus fez um convite surpreendente: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para vossa alma” Mateus 11:29

o jugo era uma peça de madeira colocada sobre dois bois para unir, dirigir e repartir o peso do trabalho.

À primeira vista, parece estranho. Como um jugo, símbolo de trabalho e peso, pode trazer descanso?

Mas o jugo de Jesus é diferente. Ele não é imposto à força, é oferecido em amor, não é um peso solitário, é um caminhar acompanhado.

Jesus não nos chama para carregar sozinhos, Ele se coloca ao nosso lado.

No jugo de Cristo, o peso é dividido, o caminho é guiado e o ritmo é ajustado à nossa força.

Depois Ele diz: “Aprendei de mim.”

Não é um aprendizado frio, feito apenas de regras. É aprender olhando para Ele, convivendo com Ele, deixando que seu caráter molde o nosso.

E então Jesus revela quem Ele é: manso e humilde de coração. Ele não oprime, não grita ordens, não pesa a mão. Seu coração é acessível, acolhedor, seguro.

Por isso Ele promete: “Achareis descanso para vossa alma.”

Não é a ausência de problemas. É a presença de paz, é descansar sabendo que não precisamos provar nada para Deus, porque em Cristo já fomos aceitos.

O descanso da alma nasce quando deixamos de lutar sozinhos e escolhemos caminhar com Jesus, quando trocamos o peso da culpa pelo jugo da graça, quando entendemos que obedecer a Cristo não escraviza, liberta.

O jugo de Jesus não é um fardo que esmaga, é um convite que alivia, é o caminho onde a alma cansada encontra repouso.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

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A Bíblia: Água viva que limpa a alma e coração


Vladimir Chaves

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho.” Salmos 119:105

Ler a Bíblia é como tomar banho todos os dias. No momento, você pode até não perceber tanta diferença, mas quando o hábito é abandonado, a sujeira logo começa a aparecer. Assim também acontece com a vida espiritual. A Palavra de Deus nos limpa por dentro, ajusta nossos pensamentos e corrige atitudes que, com o tempo, podem se desviar sem que a gente perceba.

O mundo em que vivemos nos expõe diariamente a pressões, preocupações, palavras negativas e maus exemplos. Tudo isso vai se acumulando no coração, como a poeira no corpo. A Bíblia age como essa água que renova, trazendo clareza, paz e direção. Quando deixamos de ler, nossa fé enfraquece, a sensibilidade espiritual diminui e decisões passam a ser tomadas sem a orientação de Deus.

Por isso, mais do que um dever, a leitura bíblica deve ser um hábito constante. Mesmo quando o dia está corrido ou o ânimo parece pequeno, alguns minutos na Palavra já fazem diferença. Assim como o banho não é luxo, mas necessidade, a Bíblia é essencial para manter a alma limpa, fortalecida e preparada para enfrentar cada novo dia.

domingo, 18 de janeiro de 2026

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“Misericórdia que transforma” – Reflexão em Mateus 6:36


Vladimir Chaves



Jesus disse: “Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.” Mt 6;36

Essa palavra foi dita em um contexto em que Ele ensinava como deve ser a vida dos que pertencem ao Reino de Deus. Não se trata apenas de cumprir regras, mas de viver com um coração parecido com o do Pai.

Todos os dias experimentamos a misericórdia de Deus. Ele nos suporta, nos perdoa e nos dá novas oportunidades, mesmo conhecendo nossas falhas. Deus não nos trata apenas conforme nossos erros, mas conforme seu amor. É a partir dessa experiência que Jesus nos chama a agir da mesma forma com as pessoas.

Ser misericordioso não significa concordar com o erro, mas escolher o amor em vez da condenação, o perdão em vez da vingança, a paciência em vez da dureza. É lembrar que o outro, assim como nós, está em processo, lutando, aprendendo e necessitando da graça de Deus.

No dia a dia, a misericórdia aparece em atitudes simples: ouvir sem julgar, perdoar quando dói, ajudar sem esperar retorno, tratar com respeito mesmo quem nos decepcionou. Essas atitudes revelam que o Reino de Deus está vivo em nós.

Jesus nos ensina que, quando somos misericordiosos, refletimos o caráter do Pai. E quanto mais entendemos o quanto Deus foi e continua sendo misericordioso conosco, mais fácil se torna estender essa misericórdia aos outros.

Viver Mateus 6:36 é permitir que a graça que nos alcançou também alcance quem caminha ao nosso lado.

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Marcos 9:46 — Uma reflexão para o coração


Vladimir Chaves

“Onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.” Marcos 9:46

Jesus estava cercado por pessoas comuns, com lutas reais, falhas e tentações diárias. Ao falar as palavras registradas em Marcos 9:46, Ele não queria assustar, mas acordar consciências. Sua intenção era levar cada ouvinte a refletir seriamente sobre o valor da alma e o perigo de viver sem arrependimento.

Quando Jesus menciona o “verme que não morre” e o “fogo que não se apaga”, Ele usa uma linguagem conhecida do povo judeu. Eram imagens fortes, usadas para mostrar que o pecado não tratado corrói por dentro e produz consequências duradouras. O verme representa aquilo que consome silenciosamente, e o fogo simboliza um juízo que não pode ser ignorado.

Cristo não está ensinando que devemos ferir o próprio corpo, mas que precisamos ter coragem de romper com atitudes, hábitos e escolhas que nos afastam de Deus. Às vezes, abandonar algo dói. Pode ser um comportamento, uma amizade, um desejo ou um caminho errado. Porém, Jesus deixa claro: é melhor perder algo agora do que perder a vida eterna.

Esse ensino nos convida a olhar para dentro de nós mesmos com sinceridade. O pecado, quando tolerado, parece pequeno no começo, mas com o tempo cresce, enfraquece a fé e endurece o coração. Por isso, Jesus chama Seus seguidores a uma decisão radical: escolher a vida, escolher a santidade, escolher Deus acima de tudo.

Marcos 9:46 nos lembra que a graça de Deus está disponível, mas não deve ser tratada com descaso. O amor de Cristo nos alerta porque deseja nos salvar, restaurar e conduzir a uma vida plena. Ele nos chama hoje a abandonar o que destrói e abraçar aquilo que gera vida.

Refletir sobre esse texto é perguntar a si mesmo:

O que preciso deixar para trás para caminhar mais perto de Deus?

Porque nada neste mundo é mais precioso do que uma alma guardada em Deus.

sábado, 17 de janeiro de 2026

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Atos 16.31: O significado da fé que alcança a família


Vladimir Chaves

“Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” (Atos 16.31)

Essa frase faz parte da Bíblia e aparece no livro de Atos dos Apóstolos. Embora tenha sido dita há muitos anos, ela carrega um ensinamento profundamente atual, capaz de falar ao coração de qualquer pessoa, em qualquer tempo.

Essa palavra foi pronunciada em um momento de grande tensão. Um homem que trabalhava como carcereiro, responsável por vigiar uma prisão, viu sua vida sair do controle durante a madrugada. Um forte terremoto abalou o local, as portas se abriram e o medo tomou conta do seu coração. Diante daquela situação inesperada, ele percebeu que precisava de algo mais do que força, autoridade ou explicações humanas. Ele precisava de salvação.

Ao fazer essa pergunta, ele ouviu uma resposta simples, porém transformadora: crer no Senhor Jesus. Isso significa confiar, entregar a vida e reconhecer que somente Jesus pode oferecer uma salvação verdadeira. A Bíblia ensina que a salvação não vem de cargos, boas intenções ou esforços humanos, mas da fé em Cristo.

Quando o texto diz “tu e tua casa”, não está afirmando que a família seria salva automaticamente. O ensinamento é que a fé começa em uma pessoa, mas não fica limitada a ela. A mensagem do Evangelho tem poder para alcançar o lar, transformar relacionamentos e mudar o ambiente familiar, à medida que cada pessoa também ouve, compreende e crê.

Essa passagem bíblica nos ensina que Deus se importa com pessoas comuns, com lares reais e com situações difíceis. Ela nos lembra que a fé em Jesus é uma decisão pessoal, mas seu impacto pode alcançar todos ao redor. Ainda hoje, essa palavra continua sendo um convite à fé, à esperança e à transformação, começando no coração e se estendendo para dentro de casa.

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Quando a igreja vive para evangelizar


Vladimir Chaves

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15)

A igreja cresce quando compartilha sua fé, porque o Evangelho não foi feito para ser guardado, mas anunciado. Desde o início, Deus chamou seu povo para testemunhar com palavras e atitudes, mostrando ao mundo o amor e a verdade de Cristo. Quando a igreja compreende que evangelizar é uma missão coletiva, ela deixa de ser apenas um espaço de reunião e se torna um instrumento vivo da graça de Deus.

Compartilhar a fé não é apenas falar, mas viver o que se crê. Uma igreja que evangeliza demonstra, no cotidiano, o caráter de Cristo: no cuidado com o próximo, na compaixão, na justiça e na esperança. Assim, o crescimento não acontece apenas em números, mas em maturidade espiritual, comunhão e compromisso com o Reino de Deus.

A Bíblia nos lembra que essa missão é parte essencial da identidade da igreja.

Quando cada cristão assume seu papel de testemunha, a igreja cumpre seu propósito e o nome do Senhor é glorificado através de vidas transformadas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

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“Crês isto?” – Uma pergunta que atravessa o tempo


Vladimir Chaves

“E todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês isto?” João 11:26

Diante do túmulo de Lázaro, Jesus não oferece apenas palavras de consolo. Ele oferece verdade. Marta estava de luto, ferida pela dor da perda e limitada pelo entendimento humano da morte. Ela cria em Deus, cria na ressurreição no último dia, mas ainda não havia compreendido que a vida eterna estava ali, diante dela, em forma de pessoa.

Então Jesus declara algo profundo e transformador:

“Todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá.”

Essas palavras não negam a realidade da morte física. Todos nós a enfrentaremos. O que Jesus revela é que a morte não tem a palavra final sobre aqueles que creem n’Ele. Para o cristão, a morte deixa de ser um fim e passa a ser apenas uma passagem. O corpo descansa, mas a vida continua em Deus.

Quando Jesus fala de viver e crer, Ele nos convida a mais do que acreditar com a mente. Ele chama para uma fé que confia, que se apoia, que permanece mesmo quando a dor parece não ter explicação. Crer em Jesus é descansar na certeza de que, mesmo em meio ao luto, Ele continua sendo a vida.

A pergunta final de Jesus: “Crês isto?”, não foi feita apenas a Marta. Ela ecoa até hoje. É uma pergunta que atravessa o sofrimento, o medo e a incerteza. Crer nisso é confiar que a vida não termina no túmulo, que Deus não abandona os seus e que a esperança permanece viva mesmo quando tudo parece perdido.

João 11:26 nos ensina que a vida eterna não começa depois da morte, mas no momento em que cremos em Cristo. Quem está em Jesus já vive uma nova realidade: uma vida sustentada pela presença de Deus, marcada pela esperança e firmada na promessa de que a morte jamais poderá nos separar d’Ele.

Crer nisso muda a forma como enfrentamos a dor, o luto e o futuro. Porque quem crê em Jesus pode chorar, pode sofrer, mas nunca perde a esperança. A vida venceu a morte, e essa vida tem nome: Jesus Cristo.

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Quando a tradição fala mais alto que a Palavra


Vladimir Chaves

Em Marcos 7:8-9, Jesus faz um alerta sério aos fariseus e líderes religiosos de seu tempo:

“Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens. E disse-lhes ainda, Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a tradição humana.” (Mc 7:8-9)

Essas palavras continuam extremamente atuais.

Naquele tempo, os fariseus e líderes religiosos não haviam abandonado Deus de forma direta. Eles continuavam frequentando o templo, orando, ensinando e mantendo uma aparência de fé. O problema estava em algo mais profundo: trocavam a obediência à Palavra por costumes religiosos. Aquilo que começou como uma tradição útil acabou se tornando uma regra maior do que o próprio mandamento de Deus.

Nos dias atuais, o risco é o mesmo. Muitas vezes, seguimos práticas religiosas porque “sempre foi assim”, sem perguntar se elas realmente refletem o ensino bíblico. Costumes, métodos e regras ganham status de doutrina, mesmo sem fundamento claro nas Escrituras. Quando isso acontece, a fé deixa de ser viva e se torna mecânica.

Jesus nos lembra que Deus não se impressiona com rituais vazios. Ele olha para o coração. É possível cantar, participar de reuniões, repetir frases bonitas e, ainda assim, estar distante da vontade de Deus. Quando a tradição substitui a Palavra, a fé perde seu propósito.

Isso não significa que toda tradição seja errada. O erro está quando ela ocupa o lugar da Bíblia, quando é usada para controlar pessoas, justificar injustiças ou impedir a prática do amor, da misericórdia e da obediência verdadeira.

O chamado de Jesus é claro: voltar ao essencial. Colocar a Palavra de Deus acima de costumes humanos. Avaliar nossas práticas à luz das Escrituras. Ter coragem de corrigir caminhos quando percebemos que estamos defendendo tradições, e não a verdade.

Nos dias de hoje, mais do que aparência religiosa, Deus busca corações obedientes, fé sincera e vidas alinhadas com a sua Palavra. A tradição pode permanecer, desde que nunca silencie a voz de Deus.

A fé verdadeira não se sustenta no “sempre foi assim”, mas no “assim diz o Senhor”.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

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Pregue a Palavra em todo tempo


Vladimir Chaves

Pregue a Palavra sem cessar. Este não é apenas um chamado aos púlpitos, mas a todo cristão que compreende a urgência do tempo em que vivemos. A Bíblia nos exorta: “Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo” (2 Timóteo 4:2).

Ou seja, não existe momento impróprio para anunciar a verdade do Evangelho.

Instar a Palavra é insistir com amor, perseverança e fidelidade, mesmo quando o coração humano resiste. Em um mundo cheio de opiniões, Jesus nos chama a permanecer firmes na Sua mensagem, pois “a palavra de Deus é viva e eficaz” (Hebreus 4:12).

Semeie a Palavra até mesmo ao cumprimentar alguém. Um versículo, uma palavra de esperança, um conselho bíblico podem ser sementes lançadas em corações cansados. Como disse Jesus:

“O semeador saiu a semear” (Mateus 13:3).

Nem sempre vemos o fruto imediato, mas Deus garante o crescimento no tempo certo (1 Coríntios 3:6).

Leve a Palavra a todos os cantos e por todos os meios. Hoje, além das ruas e das casas, temos as redes sociais, mensagens, imagens e vídeos como ferramentas poderosas para proclamar o Evangelho. A ordem continua válida:

“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15).

Proclamar a Palavra é um sinal de que entendemos a esperança da volta de Cristo. A Bíblia afirma:

“E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo… então virá o fim” (Mateus 24:14).

Jesus está voltando, e o tempo é curto.

São poucos os ceifeiros e também poucos os que se dispõem a semear com fidelidade. O próprio Jesus declarou:

“A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos” (Mateus 9:37).

“O semeador semeia a palavra” (Marcos 4:14).

Por isso, cada cristão é chamado a assumir sua responsabilidade, não com medo, mas com fé.

Que não sejamos apenas ouvintes da Palavra, mas praticantes e anunciadores dela. Pois “quão formosos são os pés dos que anunciam o evangelho da paz” (Romanos 10:15).

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Quando o domínio próprio vale mais que a conquista


Vladimir Chaves

“Melhor é o homem paciente do que o guerreiro; mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade.” Provérbios 16:32

Quem vence, quem reage com firmeza, quem impõe sua vontade costuma ser admirado. No entanto, a sabedoria bíblica nos convida a olhar para uma realidade mais profunda: a verdadeira grandeza não está no poder externo, mas no domínio interior.

Nos tempos bíblicos, conquistar uma cidade era uma das maiores demonstrações de força e honra. Um guerreiro vitorioso era celebrado como herói. Ainda assim, o provérbio afirma que alguém paciente é maior do que esse guerreiro. Isso nos ensina que controlar as próprias emoções exige mais coragem do que enfrentar inimigos armados.

Dominar o espírito significa aprender a lidar com a raiva, com a ansiedade, com o orgulho e com a vontade de reagir impulsivamente. É escolher o silêncio quando a resposta dura parece mais fácil. É agir com equilíbrio quando o coração pede vingança. Essa luta acontece dentro de nós, diariamente, e muitas vezes passa despercebida pelos outros, mas é profundamente valorizada por Deus.

Muitas derrotas da vida não acontecem por falta de força, mas por falta de domínio próprio. Palavras ditas no calor do momento, decisões tomadas sem reflexão e reações impulsivas podem destruir aquilo que levou anos para ser construído. Por isso, a Bíblia nos ensina que vencer a si mesmo é uma das maiores vitórias que alguém pode alcançar.

Esse provérbio nos chama a refletir sobre nossas atitudes. Temos sido rápidos para reagir ou pacientes para ouvir? Temos buscado vencer discussões ou preservar a paz? A sabedoria divina nos mostra que nem toda batalha precisa ser travada e que, muitas vezes, o maior sinal de força é saber se controlar.

No fim, conquistar cidades impressiona os homens, mas dominar o próprio espírito agrada a Deus. E essa conquista, embora silenciosa, produz frutos de paz, maturidade e sabedoria que permanecem por toda a vida.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

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