Quando a ciência confirma o que a Bíblia sempre disse


Vladimir Chaves

A ciência não cria a verdade; ela a revela. Muitas de suas descobertas apenas confirmam aquilo que a Palavra de Deus já declarou há milênios, mostrando a harmonia entre conhecimento humano e sabedoria divina.

A descoberta da laminina é um exemplo claro disso. Essencial para a matriz extracelular, sua estrutura em forma de cruz não é apenas um detalhe biológico, mas um sinal que ecoa princípios eternos revelados nas Escrituras.

A Bíblia afirma que Deus criou o ser humano de forma admirável e perfeita: “Eu te louvarei, porque de um modo assombroso e maravilhoso fui feito” (Salmos 139:14). A laminina, que sustenta e organiza as células, reflete essa verdade e aponta simbolicamente para a cruz, o sinal máximo da redenção.

O apóstolo Paulo escreve: “E ele é antes de todas as coisas, e nele todas as coisas subsistem” (Colossenses 1:17). De forma impressionante, sem a laminina o corpo perde coesão e estrutura, revelando um paralelo entre a sustentação física e a espiritual.

Pesquisas também indicam o papel da laminina na regeneração nervosa, trazendo esperança onde antes havia impossibilidade. Isso ecoa a promessa divina: “Eu sou o Senhor que te sara” (Êxodo 15:26).

Nesse contexto, destaca-se o trabalho da pesquisadora Tatiana Sampaio, cujos estudos reforçam que fé e conhecimento não são inimigos. Como afirma a Escritura: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1).

A cruz molecular da laminina nos lembra que não estamos separados de Deus. Somos, como diz a Palavra, “templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 6:19), carregando em nós a marca do Criador.

Assim, cada célula anuncia esperança. Há um projeto de restauração inscrito na própria criação, apontando para a promessa final: “Eis que faço novas todas as coisas” (Apocalipse 21:5). A laminina não é apenas uma proteína, mas um lembrete de que a cura começa na cruz e se manifesta até nos fundamentos mais microscópicos da vida.

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