O desfile da Acadêmicos de
Niterói, em Niterói, ao retratar conservadores dentro de uma “lata de
conserva”, foi apresentado como crítica artística. Mas, na verdade, foi
intolerância ideológica e religiosa travestida de espetáculo.
É curioso observar como
determinados setores da esquerda reivindicam o monopólio da tolerância, até que
a diferença seja alguém que professe fé cristã, defenda princípios bíblicos ou
valorize a família. Nesse momento, a “diversidade” passa a ter filtro, e o
deboche vira instrumento político.
Somos “conservados” e
assumimos com clareza do que estamos conservados:
Conservados para servir a
Jesus Cristo.
Conservados para honrar a
família como fundamento da sociedade.
Conservados para ensinar aos
nossos filhos que drogas não são liberdade, mas escravidão.
Conservados para ensinar que
não se deve roubar, independentemente da conveniência política.
Conservados para ensinar que
quem sonha precisa lutar, trabalhar e perseverar.
Conservados para viver com
honestidade quando a desonestidade tenta se normalizar.
Conservados para professar
que os únicos valores capazes de sustentar e salvar a família estão enraizados
na Bíblia. A Bíblia é o verdadeiro estatuto da família, não um decreto
ideológico passageiro, mas um fundamento milenar que moldou civilizações.
Quando se despreza esse alicerce, colhe-se desorientação moral; quando se
honra, colhe-se estabilidade.
Transformar milhões de
pessoas em caricatura dentro de uma lata não eleva o debate; empobrece-o. Não é
crítica sofisticada; é simplificação agressiva. Ridicularizar a fé alheia não é
coragem artística; é intolerância seletiva.
Antes que o mundo rejeitasse
conservadores, rejeitou o próprio Jesus Cristo. A história mostra que valores
como verdade, fidelidade, responsabilidade e temor a Deus nunca foram
unanimidade. E não precisam ser para serem verdadeiros.
Minha família é
conservadora. Conservadora nos princípios, na fé, na responsabilidade de formar
caráter. E, se isso incomoda, talvez seja porque valores firmes contrastam com
ideologias liquidadas.
Se nos colocam numa lata, que seja. Conservados para a eternidade. Conservados por princípios que não se dobram ao aplauso momentâneo. Conservados para permanecer de pé quando a folia passar e a realidade cobrar seus frutos.



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