“Em verdade, em verdade vos
digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.” João 8:51
Jesus fez essa declaração em
meio a um ambiente de incredulidade e oposição. Ele estava sendo questionado,
confrontado e até acusado. Mesmo assim, Ele proclama uma das promessas mais
profundas das Escrituras.
“Guardar a minha palavra”
não significa apenas ouvir um sermão ou conhecer versículos. Significa acolher
a Palavra no coração, permitir que ela molde pensamentos, atitudes e decisões.
É viver de acordo com aquilo que Cristo ensinou.
Quando Jesus diz que quem
guarda sua Palavra “nunca verá a morte”, Ele não está falando da morte física.
Todos nós sabemos que o corpo é mortal. Ele está falando de algo mais profundo:
a morte espiritual, a separação eterna de Deus.
Para quem crê e obedece, a
morte deixa de ser um fim e se torna apenas uma passagem. O corpo pode parar,
mas a vida continua. A comunhão com Deus não é interrompida. A esperança não é
destruída.
Essa promessa nos traz três
grandes consolos:
A vida eterna começa agora,
não apenas depois da morte.
A Palavra de Cristo tem
poder para nos manter firmes até o fim.
A morte não tem a última
palavra sobre quem pertence a Jesus.
Guardar a Palavra é escolher confiar quando tudo parece incerto. É permanecer fiel quando o mundo rejeita. É crer que Cristo é maior que o tempo, maior que o medo e maior que a própria morte.
João 8:51 é
um convite à fé perseverante. Não é uma promessa automática, mas uma promessa
para quem vive em aliança com Cristo.
Que essa Palavra não esteja
apenas nos lábios, mas guardada no coração. Porque quem vive na Palavra de
Jesus vive para sempre.


0 comentários:
Postar um comentário
Conteúdo é ideal para leitores cristãos interessados em doutrina, ética ministerial e fidelidade bíblica.