Êxodo 18:21 nos
lembra que uma nação só prospera quando escolhe líderes de caráter, tementes a
Deus, que amam a paz e odeiam a corrupção. Sem esses princípios, o poder se
transforma em opressão, e a sociedade paga o preço da incompetência e da
ganância. Infelizmente, o Brasil parece não conhecer essa lição.
Em vez de valorizar
integridade, ética e serviço ao povo, elegem líderes cuja trajetória é marcada
por escândalos, prisões e interesses pessoais. A corrupção deixou de ser
exceção e virou regra, e a injustiça cotidiana tornou-se banal. O povo assiste
perplexo enquanto instituições são fragilizadas e a verdade é negociada em nome
de conveniências políticas.
Falsa religiosidade versus temor
real
Temer a Deus não se resume a
slogans ou cerimônias públicas; é agir com justiça, respeitar a verdade e
servir à sociedade com responsabilidade. A liderança brasileira atual mostra
que muitas vezes há religiosidade de fachada, mas ausência de compromisso ético.
Sem líderes conscientes de que prestarão contas a Deus, a corrupção e a
impunidade florescem.
O desafio é urgente: a nação
não pode se conformar com escolhas imediatistas ou conveniências políticas. É
preciso valorizar homens e mulheres íntegros, que compreendam que o poder é
serviço, e não privilégio. Só assim será possível construir uma sociedade de
paz, prosperidade e justiça, próxima do propósito divino de respeito ao próximo
e honra a Deus.
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