Billy Graham disse certa
vez: “Quando uma pessoa não tem humildade, ela põe a culpa de sua incapacidade
em tudo e em todos. Já os sábios reconhecem seus erros e buscam em Deus
corrigi-los.” Essa afirmação não é apenas uma reflexão moral, é um espelho para
muitos cristãos de hoje. Dentro da igreja, a falta de humildade tem produzido
uma geração que prefere justificar falhas a se arrepender delas.
É comum ver pessoas que,
diante de seus tropeços, apontam para o pastor, para os irmãos, para a igreja,
para a cultura ou até para o diabo. Sempre há um culpado, menos o próprio
coração. Essa postura é orgulho travestido de espiritualidade. O cristão que
age assim esquece que o primeiro passo do arrependimento é reconhecer o próprio
pecado, não transferi-lo.
A Palavra de Deus não deixa
dúvidas: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tiago 4:6).
A humildade é a chave que abre espaço para a graça operar. Reconhecer erros não
é derrota, mas vitória contra o próprio orgulho. O sábio confessa, se humilha e
busca em Deus a correção. O insensato, ao contrário, se prende em desculpas e
nunca amadurece espiritualmente.
Se não voltarmos ao espírito
de humildade, continuaremos a ter igrejas cheias de discursos e vazias de
transformação. O verdadeiro cristão não vive de acusações, mas de
arrependimento sincero. Só quem assume a verdade de seus erros e os leva diante
de Deus pode experimentar a restauração plena.
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