Prosperidade: Governo Bolsonaro leva água, renda e esperança a município do semiárido nordestino.


Vladimir Chaves


Ipanguaçu, no semiárido nordestino, é uma dessas cidades em que os sepultamentos são anunciados com carro de som na principal via da cidade, dando o nome da pessoa que morreu, o apelido carinhoso com que era conhecido e o horário exato em que o corpo será enterrado no cemitério municipal.

Na simpática cidade da região do Vale do Assú, no Rio Grande do Norte, sob sol escaldante e temperatura acima de 35 graus Celsius (°C), muitos agricultores vão para o centrinho vender sua produção. É o caso de Gideão Bezerra, que vende coentro. “Aqui é agricultura familiar. Lá na propriedade de meu pai se produz coentro, feijão, milho e manga”.

Mesmo assim, Gideão não esconde que os grãos, frutas e hortaliças são apenas um complemento. Neste momento, o que está trazendo recursos para a família é o auxílio emergencial do governo. “Muita gente daqui tirou, inclusive eu, minha mulher, minha mãe. Foi muito bom”, afirma.

Ipanguaçu receberá hoje (21) a visita do presidente Jair Bolsonaro. A cidade tem 15.464 habitantes, sendo que 5.631 recebem o auxílio emergencial – ou seja, 40% da população. Só neste pequeno município, o governo federal já injetou R$ 10,84 milhões em auxílio, ajudando a economia local. “Ajuda muito, as pessoas precisam. Foi abençoado”, diz a auxiliar de serviços gerais Damiana Oliveira, que trabalha no Mercado Municipal.

Andando pela Avenida Luiz Gonzaga, a principal da cidade, percebe-se que ninguém mais usa máscaras contra a covid-19. Na última terça-feira (18), a prefeitura liberou os números da doença em Ipanguaçu. Desde março, foram 280 casos, com 12 óbitos. Entre as pessoas que se contaminaram estava a comerciante Ana Lúcia Arruda, mas seu relato só ajuda a aumentar ainda mais o descrédito do potiguar com o vírus. "Eu fui vítima da covid. Eles fizeram o teste e o meu deu positivo, mas não senti nada. Meu esposo teve só uma dor de garganta. Eu fiquei isolada e meu filho veio trabalhar no meu lugar."

Ainda assim, as 2,2 mil crianças matriculadas nas 11 escolas da rede municipal de ensino estão sem aulas há cinco meses. A alimentação, porém, é garantida com a doação de kits de frutas da agricultura familiar. "Fazemos essa entrega de kits, com mamão, banana, melão, macaxeira. Os professores mandam atividades impressas para eles e nós mandamos os kits para prestar assistência”, explicou a coordenadora administrativa da Secretaria Municipal de Educação, Odailma Siqueira.

Conhecida com a Capital Nacional da Banana, a produção de frutas é o carro-forte de Ipanguaçu. No entanto, muitas famílias do semiárido convivem com a falta de água para manter suas roças e os animais. Uma notícia, porém, vem chamando a atenção dos moradores: o projeto que fizeram de um poço profundo. "Eu vi nas redes sociais", conta “Galego”, conhecido vendedor de frangos da Avenida Luiz Gonzaga.

Na área rural do município, depois de passar pelas comunidades de Capivara e Língua da Vaca, a pequena Comunidade de Angélica, com 231 habitantes, viu um poço ser perfurado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Com 143 metros de profundidade, ele atinge o lençol freático e consegue dar vazão de 30 mil a 40 mil litros de água por hora. Isso é 30 vezes mais do que a população da localidade precisa.

“Primeiro fizemos a limpeza do poço, depois fizemos a análise da qualidade da água, se é para uso doméstico, para os animais ou se é potável. Fizemos cinco poços nesta cidade. Esse foi o que teve melhor vazão”, diz o coordenador regional do Dnocs, José Eduardo Vanderlei.

Há várias cisternas nas comunidades rurais. De 15 em 15 dias, um carro-pipa vem enchê-las. Fora isso, só a água da chuva, mas no semiárido as águas pluviais não são tão frequentes assim.

“O poço que existia estava desmantelado, aí era só carro-pipa. Agora não! Vão instalar o encanamento. Temos que agradecer a Deus por ter chegado esse poço. É o que a gente queria muito”, conta o agricultor Francisco de Castro, que planta feijão, melancia e jerimum, e tem oito crianças em casa.

Sua vizinha, Joana Darc, está confiante. Ela cria ovelhas, cabras e, “às vezes, cria galinha também”. Sua preocupação era com os animais. “Seis meses sem água! Os bichos querendo água e não tinha”, lembra.

Feliz porque “vai acabar o sufoco” com o poço perfurado bem em frente à sua casa de pau-a-pique, dona Joana também conseguiu o auxílio emergencial do governo federal. “Ajudou muito. Resolveu muita coisa”, afirmou.

Nesta sexta-feira, o poço vai jorrar pela primeira vez. Pergunto se posso beber um copo d´água na casa de adobe. “Amanhã tem água, tem almoço, o que você precisar", prometeu a esperançosa Joana.

No semiárido nordestino, longe da correria das grandes capitais, ter direito ao auxílio emergencial e acesso à água já são motivos suficientes para que o ano de 2020 – marcado pela pandemia do novo coronavírus – seja um dos melhores dos últimos tempos.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

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Projeto do deputado Cabo Gilberto Silva determina que hospitais disponibilizem Hidroxicloroquina aos profissionais de saúde.


Vladimir Chaves


A Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJ), da Assembleia Legislativa da Paraíba, aprovou Projeto Lei Nº 2.059/2020, de autoria do deputado estadual Cabo Gilberto Silva, que determina disponibilização gratuita dos Kits de medicamentos (Ivermectina, Vitamina D e Zinco, Azitromicina e Hidroxicloroquina).

O Projeto propõe que os hospitais públicos e postos de saúde do Estado da Paraíba sejam obrigados a distribuir os medicamentos gratuitamente aos profissionais de saúde infectados pelo Covid-19, mediante apresentação de receita médica, a partir do momento da identificação de sintomas ou sinais leves da doença.

“O PL é de suma importância para os profissionais da saúde diante da pandemia do corona vírus” justificou o deputado Gilberto.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

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Senado atua contra o país e derruba veto que dará prejuízo de 120 bilhões ao Brasil.


Vladimir Chaves


O Senado derrubou o veto presidencial com relação à proibição do reajuste salarial de servidores. A ação pode acarretar em um prejuízo anual de cerca de R$ 120 bilhões ao Brasil. Para o ministro da economia, Paulo Guedes, a medida pode ser considerada como “um crime contra o país”.

“Não pode o desentendimento da política estar acima da saúde do Brasil, na hora em que o país começa a se recuperar. Pegar a saúde e permitir que se transforme em aumento de salários do funcionalismo é um crime contra o país”, comentou.

O veto se direcionava para reajustes servidores públicos das áreas de saúde, educação e segurança até 2021 e tinha como foco a manutenção da saúde financeira do país, por conta das dificuldades durante o período de pandemia do coronavírus.

O veto é considerado por agentes do mercado financeiro como uma garantia de compromisso fiscal do governo federal em meio à expansão nos gastos públicos provocados pela crise sanitária. Sua derrubada pode afetar a credibilidade do país e agravar a situação das contas públicas em um momento em que se estima que a dívida bruta supere a marca de 95% do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano. O Ministério da Economia chegou a estimar que o veto garantiria uma economia fiscal entre R$ 121 bilhões e R$ 132 bilhões.

Foram 42 votos pela derrubada do veto e 30 votos contrários. O resultado pegou de surpresa não apenas membros do governo, mas alguns senadores que trabalhavam para derrotar o Palácio do Planalto no tema.

A Câmara irá decidir na tarde desta quinta-feira (20) se dá o aval para concretizar a ação do Senado.

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Vereador Márcio Melo cobra instalação de usina solar fotovoltaica em Campina Grande.


Vladimir Chaves


O vereador Márcio Melo (PSD), voltou a defender uma ampla mobilização da sociedade campinense no sentido de cobrar do Governo Federal estudos sobre a viabilidade da implantação de uma usina de energia solar no município de Campina Grande. Na Câmara Municipal de Campina Grande o vereador tem buscado criar uma frente parlamentar que possa articular junto à bancada federal da Paraíba um movimento que paute a necessidade de uma usina de energia solar no Compartimento da Borborema.

Na ótica do vereador a implantação de uma usina de energia solar é imprescindível não só para o futuro e o progresso de Campina Grande, como para toda a Paraíba. Segundo Márcio, a região do Compartimento da Borborema reúne todas as condições para abrigar uma usina solar de grande porte.

Para Márcio, o Nordeste passa por um boom de investimentos em novas usinas de geração de energia solar fotovoltaica, no governo do presidente Bolsonaro, e compete a classe politica, empresarial e intelectual do Compartimento da Borborema unir forças e aproveitar o bom momento da nova politica de geração de energia e cobrar do Governo Federal atenção especial para a cidade que é a “capital da inovação e do trabalho”.

Nordeste uma região privilegiada:

A região Nordeste é privilegiada já que tem alto índice de irradiação solar e favorece a atratividade para o desenvolvimento de novos projetos solares fotovoltaicos de pequeno, médio e grande portes. As usinas solares fotovoltaicas do Brasil têm se destacado por sua alta produtividade, com fator de capacidade médio 54% maior do que a média mundial, graças à combinação de um excelente recurso solar, do uso de equipamentos e componentes modernos e de alta tecnologia e do empenho do setor na operação das usinas.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil possui atualmente 2,2 GW de potência instalada operacional em usinas solares fotovoltaicas de grande porte, o equivalente a 1,3% da matriz elétrica do País. Estas usinas solares fotovoltaicas operam em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte do País, com destaque para Bahia, Minas Gerais, Ceará, Piauí e São Paulo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

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Paraná Pesquisas: 39% consideram que no combate a corrupção Bolsonaro tem feito mais que governos anteriores


Vladimir Chaves


Pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas, revelou que para 39% da população brasileira, o governo do presidente Jair Bolsonaro tem feito mais que gestões anteriores no combate à corrupção e que 29,8% dos entrevistados, acham que Bolsonaro fez igual aos governos anteriores quanto ao combate à corrupção, 25% consideram que o presidente fez menos que outras gestões e 5% não sabem ou não quiseram opinar.

Lava Jato

O levantamento também mostrou ainda que 30% das pessoas consideram que Bolsonaro melhorou o ambiente político dos trabalhos da Operação Lava Jato, que 35% consideram que ele nem melhorou nem piorou e apenas 28% consideram que o presidente piorou os trabalhos políticos das investigações.

A pesquisa mostrou ainda que 49% dos entrevistados consideram os trabalhos realizados pela Operação Lava Jato “Ótimo ou Bom”, 24% acreditam que os serviços foram regulares e 20,8% avaliaram como ruim ou péssimo. Ainda de acordo com a pesquisa, 78% das pessoas são a favor da continuidade da Operação Lava Jato. Apenas 16% são contra o avanço das investigações.

Ao todo, foram ouvidas 2.260 pessoas com 16 anos ou mais , entre os dias 11 e 15 de agosto, em 242 municípios de 26 estados e do Distrito Federal.

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Prefeitura autoriza comércio a retomar horário padrão de atendimento em Campina Grande, a partir desta quarta-feira.


Vladimir Chaves

Prefeito Romero Rodrigues atende apelos da CDL, mas avisa: não vai abrir mão do cumprimento rigoroso dos protocolos sanitários estabelecidos.

Atendendo solicitação da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o prefeito Romero Rodrigues, através de um comunicado, na noite de ontem, 17, informou que está autorizando a retomada das atividades comerciais na cidade dentro do horário padrão de atendimento aos clientes, a partir desta quarta-feira, 19.

 

"Graças a Deus, após Campina Grande seguir todos os ditames necessários na preparação de sua rede pública de atendimento e ter feito o dever de casa em termos de providências de prevenção, mantemos uma situação sob controle da doença, mas estamos preparados para retomar as medidas restritivas a qualquer momento para manter a sustentabilidade tão arduamente conquistada", destacou Romero Rodrigues.

 

A autorização para o retorno da atividade comercial em Campina Grande, segundo a secretária Rosália Lucas, de Desenvolvimento Econômico, segue o mesmo padrão de retomada do funcionamento dos setores produtivos da cidade, desde que os segmentos continuem a cumprir rigorosamente os protocolos sanitários estabelecidos ao longo de todas as etapas anteriores.

 

Nesse sentido, os órgãos municipais de fiscalização, a exemplo do Procon e da Vigilância Sanitária, estão sendo orientados a intensificar a fiscalização na área comercial da cidade, a partir desta quarta.

 

Transporte público - Um outro ponto que está sendo articulado internamente na Prefeitura de Campina Grande, notadamente junto à Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande - STTP, diz respeito ao retorno da normalidade no transporte público de passageiros, exatamente para atender às demandas relativas aos trabalhadores e clientes do setor comercial.

 

Até o momento, mantém-se o padrão estabelecido há praticamente dois meses - de funcionamento em horários distintos em dois setores do Centro, justamente para não colapsar o sistema de ônibus urbano que funciona com praticamente um terço da frota.

terça-feira, 18 de agosto de 2020

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44,8% das empresas foram afetadas negativamente pela pandemia na primeira quinzena de julho


Vladimir Chaves

Dos 2,8 milhões de empresas em funcionamento na primeira quinzena de julho, 44,8% informaram que a pandemia afetou negativamente suas atividades, enquanto para 28,2% o efeito foi pequeno ou inexistente e para 27,0% o efeito foi positivo.

As empresas do setor de Serviços foram as que mais sentiram impactos negativos (47,0%), com destaque para o segmento de Serviços prestados às famílias (55,5%). No Comércio, 44,0% relataram efeitos negativos e na Construção, 38,0%. No setor industrial, 42,9% das empresas destacaram impacto negativo, enquanto para 33,1% o efeito foi pequeno ou inexistente e para 24,1% o impacto foi positivo.

Os resultados da terceira rodada da Pesquisa Pulso Empresa refletem as percepções das empresas em funcionamento ao final da primeira quinzena de julho, comparadas à segunda quinzena de junho. A pesquisa acompanha os principais efeitos da pandemia de Covid-19 na atividade das empresas não financeiras e faz parte das Estatísticas Experimentais do IBGE.

Os efeitos negativos foram percebidos por 44,9% das empresas de pequeno porte, 39,1% das intermediárias e 39,2% das de grande porte. Por grandes regiões, os efeitos seguiram negativos para mais da metade (51%) das empresas no Centro-Oeste, 48% no Norte, 47% no Sul e 46% no Sudeste. No Nordeste, o efeito foi positivo para 38% das empresas.

A queda nas vendas ou serviços comercializados devido à pandemia foi sentida por 46,8% das empresas. Já 26,9% disseram que o efeito foi pequeno ou inexistente e 26,1% relataram aumento nas vendas com a pandemia. A queda nas vendas foi sentida por 46,9% das companhias de pequeno porte, 40,7% das intermediárias e 31,9% das de grande porte. Nas empresas de maior porte, destaque para o percentual de 37,6% que relataram efeito pequeno ou inexistente.

Para os setores, a percepção de redução nas vendas foi sinalizada por 51,6% das empresas do Comércio, 45,8% de Serviços, 40,8% da Indústria e 31,9% da Construção. Por segmento, observa-se um maior percentual de empresas com percepção de redução nas vendas no Comércio Varejista (54,5%), Serviços profissionais, administrativos e complementares (48,1%) e Serviços prestados às famílias (47,7%).

Na primeira quinzena de julho, 47,4% das empresas em funcionamento não tiveram alteração significativa na sua capacidade de fabricar produtos ou atender clientes, 41,2% tiveram dificuldades e 11,3%, facilidades. Além disso, 51,8% não perceberam alteração significativa no acesso aos seus fornecedores e 38,6% tiveram dificuldades.

Cerca de 47,3% das empresas em funcionamento tiveram dificuldades em realizar pagamentos de rotina na primeira quinzena de julho, enquanto 46,3% consideraram que não houve alteração significativa.

Quanto ao pessoal ocupado, oito em cada dez empresas em funcionamento (80,7% ou 2,2 milhões) mantiveram o número de funcionários na primeira quinzena de julho em relação à quinzena anterior, 13,5% indicaram redução no quadro e 5,3% aumentaram o número de empregados.

Já entre as 380 mil empresas que reduziram a quantidade de empregados, 70,8% diminuíram em até 25% seu pessoal. Independentemente do porte, atividade econômica ou localização geográfica, os maiores percentuais de redução ficaram no patamar de até 25% do pessoal.

Entre as ações para atenuar os efeitos da pandemia, destacou-se a prevenção e manutenção de medidas extras de higiene, adotadas por cerca de 86,7% das empresas em funcionamento. Além disso, 38,7% mantiveram o trabalho domiciliar (teletrabalho, trabalho remoto e trabalho à distância) e 22,4% anteciparam férias dos funcionários.

Cerca de 32,0% das empresas alteraram o método de entrega de seus produtos ou serviços, enquanto 18,0% lançaram ou passaram a comercializar novos produtos e/ou serviços na primeira quinzena de julho.

 

Estima-se, ainda, que 37,6% das empresas adiaram o pagamento de impostos e 12,8% conseguiram uma linha de crédito emergencial para pagar os salários dos funcionários.

Na adoção dessas medidas, cerca de 34,8% das empresas sentiram-se apoiadas pela autoridade governamental, sendo mais frequente entre as empresas de grande porte (500 ou mais funcionários Entre as que adiaram o pagamento de impostos, esse percentual foi de 65,4% e entre as que conseguiram linhas de crédito para o pagamento da folha salarial, 80,6%.

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Datafolha: Aprovação de Bolsonaro sobe e a do Congresso e STF despencam


Vladimir Chaves


Após apontar o crescimento na aprovação do Governo Bolsonaro, o Datafolha apontou uma piora na avaliação do Congresso Nacional durante a pandemia. O número de brasileiros que considera o trabalho dos deputados federais e senadores “ótimo ou bom” caiu de 18% para 17%. Por outro lado, o percentual que avalia o trabalho como “ruim ou péssimo” subiu de 32% para 37%.

No caso do Supremo Tribunal Federal, a avaliação também caiu um pouco. Foi de 30%, para 27% os que avaliam o trabalho dos ministros como “ótimo ou bom”. E subiu de 26% para 29% os que os classificam como “ruim ou péssimo”.

Rejeição ao Congresso é maior entre quem tem ensino superior, com 49%; renda familiar mensal de mais de 10 salários mínimos, 51%; empresários, 54%; e quem não aprova o governo Bolsonaro, 42%.

Já a rejeição ao STF é maior entre os homens, com 37%; tem ensino superior, 43%; renda familiar mensal de mais de 10 salários mínimos, 52%; e entre os que aprovam o governo Bolsonaro, 41%.

A pesquisa Datafolha foi realizada em 11 e 12 de agosto, com 2.065 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

Créditos: Blog Gustavo Negreiros

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

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Romero anuncia Bruno Cunha Lima como pré-candidato a prefeito de Campina Grande


Vladimir Chaves

Prefeito confirma nome do ex-deputado estadual e assegura união do grupo na disputa por sua sucessão

 

O prefeito Romero Rodrigues anunciou, por meio de live no início da tarde desta sexta-feira, 14, o ex-deputado estadual Bruno Cunha Lima (PSD) como o pré-candidato do seu grupo político à sua sucessão este ano. O anúncio contou com a presença do ex-deputado Tovar Correia Lima (PSDB), que também concorria à indicação. Também estiveram presentes o deputado federal Pedro Cunha Lima, vereadores, deputados e outras lideranças políticas.

 

Segundo Romero Rodrigues, a decisão exigiu muito estudo, pesquisas de opinião, reflexões e diálogo com a militância e lideranças da cidade.  Por isso, considera que a decisão reflete bem a vontade dos que almejam a consolidação de uma chapa forte e que buscará dar sequência ao projeto político-administrativo que tem resgatado o desenvolvimento local.

 

Romero registrou que, tanto Tovar como Bruno, “são dois grandes amigos, lideranças de história e de relevantes serviços prestados a cidade de Campina Grande, que se comprometeram em estar juntos na campanha eleitoral deste ano”.

 

Romero elogiou o deputado Tovar Correia Lima pela sua postura de compreensão e de ação conciliatória, concluindo o processo de escolha do candidato de forma elevada e com postura de quem almeja o melhor para a cidade.

 

Discursos

 

Depois de Romero, fez uso da palavra o deputado federal Pedro Cunha Lima, presidente estadual do PSDB. Ele falou sobre a importância da decisão e conclamou a militância a marchar de forma coesa em busca da vitória, seguindo, assim, o exemplo de líderes do passado como Ronaldo Cunha Lima e seu pai, o ex-senador Cássio Cunha Lima.

 

Por sua vez, Tovar Correia Lima agradeceu a Romero Rodrigues pela condução democrática do processo de escolha do candidato. Ele destacou que prevaleceu o bom entendimento. “O mais importante é a união do grupo político hoje liderado pelo prefeito Romero Rodrigues”, ressaltou o deputado.

 

Em seu discurso, Bruno Cunha Lima se disse preparado para o desafio, agradeceu a Romero pelo apoio e a Tovar pela postura sempre leal e correta, tanto na disputa interna como neste momento em que ficou definido o nome para representar o grupo na eleição majoritária deste ano.

 

“Estou pronto para a luta, motivado para dar sequência à exitosa gestão do prefeito Romero Rodrigues, que conduziu de forma democrática todo este processo de escolha do candidato, demonstrando toda a sua liderança e a sua capacidade de aglutinação política. Por isso, almejo, então, com o apoio do nosso povo, dar seguimento ao trabalho que tem mudado positivamente a realidade administrativa de Campina Grande”, afirmou.

 

Breve histórico

 

Bruno Cunha Lima, 30, é formado em Direito. Disputou a primeira eleição em 2012, sendo eleito o vereador mais votado de Campina Grande, com 4.631 votos. Em 2014, foi eleito deputado estadual, com 34.054 votos e, em 2018, disputou uma vaga na Câmara Federal, obtendo 44.143 votos. Ele foi o candidato a deputado federal mais votado da cidade no último pleito e ocupou, de abril a dezembro de 2019, a Chefia de Gabinete da Prefeitura. 

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

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Soro produzido por cavalos têm anticorpos potentes para covid-19


Vladimir Chaves

Trabalhos iniciados em maio deste ano por pesquisadores brasileiros de várias instituições científicas verificaram que soros produzidos por cavalos para o tratamento da covid-19 têm, em alguns casos, até 100 vezes mais potência em termos de anticorpos neutralizantes do vírus gerador da doença. A informação foi dada pelo coordenador do projeto, Jerson Lima Silva, do Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

 

Ele apresenta os resultados dos estudos hoje (13) à noite, durante simpósio sobre covid-19 na Academia Nacional de Medicina (ANM). Na ocasião, Lima Silva anunciará também o depósito de patente para garantia do processo tecnológico produzido no Brasil e a submissão de publicação no MedRxiv, que é um repositório de resultados preprint, ou seja, pré-publicados. Silva é também presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

 

Quando começou, o projeto visava a obter gamaglobulina purificada, material biológico mais elaborado do que soros antiofídicos e antitetânicos. Esse soro é chamado hiperimune ou gamaglobulina hiperimune porque os pesquisadores inocularam o antígeno, durante três semanas, nos plasmas de cinco cavalos do In

Os resultados positivos levaram ao pedido de patente, relativo ao processo de produção do soro anti-covid-19, a partir da glicoproteína da espícula (coroa) do vírus com todos os domínios, preparação do antígeno, hiperimunização dos equinos, produção do plasma hiperimune, produção do concentrado de anticorpos específicos e do produto finalizado, após a sua purificação por filtração esterilizante e clarificação, envase e formulação final. O trabalho científico envolve parceria da UFRJ, IVB, Coppe/UFRJ e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). “Estamos juntando a expertise de várias pessoas”.

 

Jerson Lima Silva afirmou que o resultado da inoculação nos cavalos foi uma grande surpresa para os pesquisadores. “Os animais nos deram uma resposta impressionante de produção de anticorpos. Inoculamos em cinco e agora estamos expandindo para mais cavalos”. Quatro dos cinco equinos responderam muito rapidamente. “O quinto (animal), assim como acontece nos humanos, teve uma resposta mais demorada, mas também respondeu produzindo anticorpos”. Os cavalos do Instituto Vital Brazil estão em uma fazenda do laboratório, no município de Cachoeiras de Macacu, região metropolitana do Rio de Janeiro.

 

Os estudos comprovaram que o soro produzido por cavalos para tratamento da covid-19 é superior ao feito com plasma de doentes convalescentes. “A gente vê que o nosso anticorpo do cavalo, em alguns casos, é próximo de 100 vezes mais alto. Entre 50 e 100 vezes”. Isso significa que os anticorpos produzidos pelos animais neutralizam o vírus da covid-19 com até 100 vezes mais potência, “mesmo quando a gente vai para a preparação final dos soros”.

 

Complementaridade

O coordenador do projeto explicou que outra vantagem do estudo é que ele é complementar às possibilidades de vacinas contra o vírus, cuja maioria se baseia na proteína da coroa. A ideia é que o soro produzido a partir dos plasmas dos equinos inoculados seja usado como tratamento, por meio de uma imunoterapia, ou imunização passiva. A vacina seria complementar.

 

Após a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), o grupo de pesquisadores vai iniciar os testes clínicos, com foco nos pacientes com diagnóstico confirmado de covid-19 que estejam internados, mas não se encontram em unidades de terapia intensiva. Os testes vão comparar quem recebeu o tratamento com quem não recebeu. “A gente está bem otimista. Mas essa é uma etapa que tem de ser feita”, disse Silva.

 

Ele informou que pretende firmar parcerias com outros laboratórios semelhantes que produzem soro no Brasil, localizados em São Paulo e Minas Gerais, por exemplo, “porque será preciso muito material”.

 

O estudo indica que enquanto não há vacinas aprovadas e diante da dificuldade em atender à grande demanda em todo o mundo, o uso potencial da imunização passiva por terapia com soro deve ser considerado uma opção. A soroterapia é um tratamento bem-sucedido e usado, há décadas, contra doenças como raiva, tétano e picadas de abelhas, cobras e outros animais peçonhentos, como aranha e escorpiões. Os soros produzidos pelo IVB têm excelente resultado de uso clínico, sem histórico de hipersensibilidade ou quaisquer outras eventuais reações adversas. Os estudos clínicos ocorrerão em parceria com o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor).

 

A pesquisa tem apoio financeiro da Faperj, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

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ANAC autoriza teste para entrega de produtos com drones.


Vladimir Chaves

Operação poderá ser realizada em caráter experimental e terá duração de um ano

 

Na última semana, a ANAC emitiu à Speedbird o Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) para que a empresa inicie entrega de produtos utilizando aeronaves não tripuladas, popularmente conhecidas como drones. Esta é a primeira certificação do tipo emitida pela Agência e permite que o equipamento da empresa possa ser utilizado no serviço de delivery, por exemplo. Em caráter experimental, a autorização é válida até agosto de 2021 e permite testes além da linha de visada visual (beyond visual line of sight - BVLOS), quando o operador não precisa ter contato visual para operar o drone. O processo de CAVE foi conduzido pela AL Drones, especialista em projeto e certificação de drones.


Há pouco mais de três anos, quando foram publicadas as normas para as operações de aeronaves não tripuladas, os equipamentos vinham sendo utilizados nas mais diversas áreas, seja para uso profissional ou recreativo. Mas, com a emissão do CAVE, a exploração do equipamento para novas atividades está cada vez mais próxima.

 

Para realizar os voos experimentais, o operador da aeronave de modelo DLV-1, que ganhou a matrícula PP-ZSL, precisa seguir as regras previstas no Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial (RBAC-E) nº 94, da ANAC, e os normativos de tráfego aéreo, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

 

Para o superintendente de Aeronavegabilidade da ANAC, Roberto Honorato, a autorização concedida pela Agência traz uma importância muito significativa para o setor e para o desenvolvimento comercial de novas oportunidades de mercado. “Dentre as atividades que a sociedade espera para os drones explorarem, o delivery é uma das mais promissoras. Obter o CAVE é uma etapa importante no processo de desenvolvimento do negócio, principalmente por ser de uma empresa brasileira”, destaca.

 

Etapas de desenvolvimento

 

O caminho da apresentação do modelo até a concessão do certificado durou pouco mais de um ano. O primeiro contato da empresa com a ANAC aconteceu em maio de 2019, com a apresentação do equipamento e do tipo de operação pretendida. Em setembro do mesmo ano, a Agência recebeu o pedido de emissão do certificado que autoriza as operações. Para que ele pudesse ser emitido, a Speedbird precisou demonstrar que a tecnologia atendia as normas vigentes, principalmente no que diz respeito aos critérios de segurança.

 

O primeiro teste prático com acompanhamento da ANAC foi realizado em janeiro deste ano, com a demonstração da atividade planejada e certas características de segurança da aeronave. A empresa precisou realizar alguns ajustes para demostrar que estava apta a receber o certificado. Um novo teste supervisionado por técnicos da ANAC foi conduzido no mês passado. Com o cumprimento de todos os requisitos mínimos exigidos, a Agência concedeu a autorização para voos experimentais ao operador.

 

Equipamento e operação

 

O drone desenvolvido e autorizado para operações de transporte de carga é o de modelo DLV-1. A aeronave pesa aproximadamente 9 kg e pode transportar produtos de até 2kg, com velocidade de 32km/h. Inicialmente, estão autorizadas operações somente durante o dia e a uma distância máxima de 2,5 km do ponto de decolagem. Essa autorização possibilita que o voo possa ser realizado além da linha de visada visual, ou seja, o piloto remoto do drone não precisará ter contato visual com a aeronave durante todo o percurso.

 

Webinar

 

Para falar sobre o futuro da regulamentação de drones no país e desta primeira autorização, técnicos da Agência participarão do webinar: Novas perspectivas para a regulação de drones. O evento será promovido pela MundoGeo, empresa promotora da Feira DroneShow, e ocorrerá na terça-feira (11/08) a partir das 14h. Os interessados podem se inscrever gratuitamente por meio do link www.droneshowla.com/anac11ago. Clique aqui para saber mais sobre assunto.

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

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Auxílio Emergencial: quase R$ 110 milhões são devolvidos aos cofres públicos


Vladimir Chaves

São 89,1 mil devoluções registradas por civis e outras 26,2 mil por militares

Foram efetuadas cerca de 115 mil devoluções de pessoas que não preenchem os critérios para o recebimento do Auxílio Emergencial do Governo Federal. São 89,1 mil devoluções registradas por civis e outras 26,2 mil por militares. Ao todo, o Governo Federal já recuperou R$109,1 milhões.

 

“O número de devoluções é muito significativo e expressivo, mas na verdade tivemos uma ação importante que resultou de um acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), que foi a transparência ativa, um conceito de combate à falha e à corrupção muito importante”, afirma o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

 

A parceria com a CGU prevê a troca de informações e de documentos, além do acesso às bases de dados relacionadas ao Programa Bolsa Família (PBF), Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Cadastro Único, necessários à fiscalização do cumprimento aos requisitos legais exigidos para pagamento do Auxílio Emergencial.

 

Como devolver o Auxílio Emergencial?

Para solicitar a devolução de valores pagos fora dos critérios estabelecidos na lei, a pessoa precisa acessar o site devolucaoauxilioemergencial.cidadania.gov.br e inserir o CPF do beneficiário. Depois de preenchidas as informações, será emitida uma Guia de Recolhimento da União (GRU) e o cidadão poderá fazer o pagamento nos diversos canais de atendimento do Banco do Brasil, como a internet e os terminais de autoatendimento, além dos guichês de caixa das agências.

 

Como denunciar

O canal para registro de denúncias de fraudes é o Fala.Br (Plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da CGU). Para falar com a ouvidoria, você deve fazer uma manifestação de denúncia, que serve para comunicar ocorrências de ato ilícito ou irregularidade. Adicionalmente, o Portal da Transparência traz a relação pública de todos aqueles que receberam o Auxílio Emergencial. Há possibilidade de pesquisa por estado, município e mês. A ferramenta também permite busca por nome e CPF ou pelos telefones 121 e 0800 – 707– 2003.

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As desestatizações são fundamentais no processo de retomada da economia, segundo secretário especial


Vladimir Chaves


As desestatizações proporcionarão melhoria do ambiente de negócios e da competitividade, fortalecendo o mercado e atraindo investimentos.

  

A desestatização faz parte da agenda do governo federal e será fundamental para a retomada da economia após os impactos da crise da Covid-19. Uma das principais vantagens é a geração de postos de empregos. Estatais que foram privatizadas no passado aumentaram expressivamente o número de seus funcionários, como é o caso, por exemplo, da Vale, que possuía 10.865 empregados públicos em 1997 – ano em que foi privatizada – e conta atualmente com 149.292 funcionários próprios e terceirizados; e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), cujo quadro mais que dobrou.

“As desestatizações também vão permitir a redução do tamanho do Estado, com uma melhor alocação dos recursos públicos, e reduzir a dívida pública brasileira”secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Salim Mattar

Além disso, as desestatizações também irão proporcionar uma melhoria do ambiente de negócios e da competitividade, fortalecendo o mercado e atraindo investimentos. “As desestatizações também vão permitir a redução do tamanho do Estado, com uma melhor alocação dos recursos públicos, e reduzir a dívida pública brasileira”, afirmou o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar.

 

Etapas do Processo

 

O processo de desestatização está condicionado a 15 etapas legais instruídas pelo seu arcabouço jurídico, composto pelas Lei do Programa Nacional de Desestatização (PND), do Programa de Parcerias de Investimento (PPI), além de outras leis, decretos e instruções normativas. A primeira etapa é a de análise e recomendação das empresas para desestatização pela Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados (SEDDM) do Ministério da Economia, também responsável pelo alinhamento da estratégia com o ministério cuja estatal a ser desestatizada está vinculada.

 

O ministério setorial então elabora e encaminha à Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (SPPI) nota técnica, minuta de resolução e parecer jurídico do projeto de desestatização.

 

O SPPI analisa a consistência técnica, jurídica e econômica dos documentos encaminhados pelo ministério setorial e consolida minuta de resolução do projeto de desestatização, além de incluir a questão na pauta da próxima reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimento (CPPI).

 

O CPPI delibera e aprova a resolução, recomendando ao presidente da República a inclusão do projeto de desestatização no Programa de Parcerias de Investimento (PPI) e/ou no Programa Nacional de Desestatização (PND).

 

A SPPI instrui processo e consulta a Secretaria de Assuntos Jurídicos e a Secretaria de Assuntos de Governo parecer da minuta de decreto de inclusão do projeto de desestatização no PPI e/ou PND e, em seguida, submete a minuta ao presidente da República para publicação do decreto de inclusão do projeto de desestatização no PPI e/ou PND.

 

Após esta etapa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contrata consultoria para estudos de modelagem do projeto de desestatização, realiza audiência e consulta pública e submete o extrato dos estudos de modelagem e a minuta do edital do projeto de desestatização ao Tribunal de Contas da União (TCU).

 

O TCU publica acórdão de aprovação dos estudos de modelagem e da minuta de edital do projeto. A SPPI inclui proposta de modelagem do projeto de desestatização na pauta da próxima reunião do CPPI, que delibera e aprova modelagem do projeto de desestatização. O BNDES, então, publica o edital e realiza o leilão do projeto de desestatização.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

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Acompanhado do prefeito Romero Rodrigues, Luciano Hang anuncia investimentos em Campina Grande.


Vladimir Chaves

Durante encontro, prefeito e empresário mantiveram contato com o presidente Jair Bolsonaro.

 

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues recebeu na manhã desta quinta-feira, 06, o empresário catarinense Luciano Hang, presidente do Grupo Havan. Hang desembarcou em Campina Grande com um objetivo: definir uma área para instalação de um moderno empreendimento na cidade.

Para Romero Rodrigues, a vinda do empresário a Campina Grande, neste momento em que a cidade retoma seu fôlego econômico com a superação paulatina da crise sanitária causada pela pandemia do novo Coronavírus é mais que bem vinda, por representar investimentos e empregos para o município.

“Com muita alegria, recebi hoje em Campina Grande o empresário Luciano Hang, presidente do Grupo Havan. Veio definir uma área para instalação de um moderno empreendimento na nossa cidade. Mais investimentos e empregos em Campina, no momento em que o município retoma seu fôlego econômico com a superação paulatina da crise sanitáriaria causada pela pandemia do novo Coronavírus”. Comemorou o prefeito campinense.

Durante a visita, na companhia do prefeito, Luciano Hang visitou a Vila do Artesão, no bairro de São José. Na ocasião, Romero o presenteou com um souvenir. O empresário manifestou sua grande admiração pela cultura nordestina e se disse otimista em investir na cidade do Maior São João do Mundo.

No encontro Luciano Hang e Romero Rodrigues mantiveram contato telefônico com o presidente Jair Bolsonaro. Após cumprimentar efusivamente Romero, Bolsonaro confirmou ter agendada nova vinda à Paraíba nos próximos dias.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

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Brasil segue vencendo batalhas contra o vírus da China e já registra mais de 2 milhões de pacientes curados.


Vladimir Chaves

Número é superior à quantidade de casos ativos, ou seja, pessoas que estão em acompanhamento médico. Informações foram atualizadas às 18h30 desta quarta-feira (05/08)

 

O Brasil ultrapassou nesta quarta-feira (05/08) dois milhões de recuperados da Covid-19. Em todo o Brasil, são 2.020.637 de pessoas curadas da doença. No mundo, estima-se que pelo menos 13 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (741.180), que são pacientes que estão em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (70,7%). As informações foram atualizadas às 18h30 e foram enviadas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

 

A doença está presente em 98,8% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.838) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 3.627 municípios tiveram registros (65,1%), sendo que 768 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.

 

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população. Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.

 

O Ministério da Saúde já enviou mais de R$ 63,4 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 47,3 bilhões voltados exclusivamente para combate ao coronavírus. Também já foram comprados e distribuídos mais de 16,1 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 216,6 milhões de EPIS, mais de 13,3 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

 

O Ministério da Saúde, em apoio irrestrito a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 8.923 equipamentos para todos os estados brasileiros.

 

As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil tem 2.859.073 casos confirmados da doença, sendo 57.152 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.


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