Vereadores de Campina Grande entram de férias nesta sexta-feira (30).


Vladimir Chaves

A partir desta sexta-feira (30) os vereadores de Campina Grande entram de férias, devendo voltar ao “batente” no dia 10 de julho. Ao contrário dos trabalhadores brasileiros que tem apenas 30 dias de férias, os vereadores campinenses tem direito a 50 dias de férias, divididos em duas vezes ao ano.

De acordo com o Regimento da Casa Legislativa o primeiro período de gozo de férias começa no dia 23 dezembro estendendo-se até o dia 1º de fevereiro, e o segundo recesso inicia dia 30 de junho estendendo-se até o dia 10 de julho. 

sexta-feira, 30 de junho de 2017

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Câmara de Campina Grande tem quase 300% mais comissionados que efetivos, salários variam de R$ 937,00 a R$ 11,200,00.


Vladimir Chaves

É discrepante a proporcionalidade entre cargos de confiança e efetivos na Câmara Municipal de Campina Grande, alheia ao que estabelece a legislação a Mesa Diretora da Casa Legislativa, abriga 236 servidores em cargos de comissão na estrutura politica-parlamentar e apenas 14 servidores efetivos, o que representa quase 300% de servidores indicados por critério político em relação aos efetivos.

Os cargos em comissão vão de atividades administrativas a funções ligadas aos gabinetes dos vereadores, com salários que variam entre R$ 937,00 a R$ 11.200,00.
Fonte: Tabela do Portal da Transparência da CMCG



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Promessa de dinheiro para sindicatos desmobiliza “Greve Geral”.


Vladimir Chaves

A oferta do governo de editar uma medida provisória para garantir parte do dinheiro que sustenta os sindicatos é um dos fatores por trás do esvaziamento da mobilização nacional programada para esta sexta-feira (30) – que, por decisão das próprias centrais sindicais, não tem mais a ambição de ser uma “greve geral”.

Na quarta-feira passada (21), o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, recebeu representantes de quatro centrais – Força Sindical, UGT, Nova Central e CSB, às quais estão filiados 4,7 milhões de trabalhadores, ou 37% dos sindicalizados do país.

Na reunião, os sindicalistas pediram mudanças na reforma trabalhista que tramita no Senado. O ministro, em contrapartida, sinalizou que o governo pode editar uma medida provisória para permitir que a chamada contribuição assistencial – dinheiro que ajuda a manter os sindicatos – possa ser cobrada também de trabalhadores não sindicalizados.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, no mesmo encontro em que sinalizou a MP pró-sindicatos, o ministro Ronaldo Nogueira manifestou o temor de que a greve geral transformasse o 30 de junho num dia de “Fora Temer”.

Na sexta-feira (23), dois dias depois dessa reunião, nove centrais sindicais divulgaram uma nota conjunta que fala em “parar o Brasil” contra as reformas trabalhista e da Previdência mas não faz menção a “greve geral”, termo preferido pelas centrais mais à esquerda e ainda defendido publicamente por entidades como a CUT e a Nova Central.

A dissidência teria sido provocada por um recuo da Força Sindical. O presidente da central, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, é aliado de Michel Temer e foi um dos principais defensores, no Congresso, do impeachment de Dilma Rousseff.

Oque é contribuição assistencial


A cobrança da contribuição assistencial de pessoas não filiadas a sindicatos foi vedada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) há apenas quatro meses. A regulamentação dessa taxa, que em sua nova versão receberia o nome de “contribuição de assistência e de negociação coletiva”, seria uma forma de compensar os sindicatos pela extinção do imposto sindical obrigatório, ponto da reforma trabalhista que mais incomoda a maioria dos sindicatos.

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Vereador considera uso da cor preta durante luto como “racismo” e quer mudá-la para cinza.


Vladimir Chaves

O vereador Edson Sousa (PMDB) quer alterar a cor que simboliza o luto oficial na cidade de Divinópolis (MG) para cinza, ao invés da tradicional cor preta. E o motivo é o mais absurdo possível: evitar “agredir a identidade negra”.

De acordo com o Projeto de Lei n° 83/2017, apresentado pelo pmdbista no último dia 20 de junho,  “as palavras preto/preta em nosso país se tornaram formas de expressões para agredir a identidade e cultura negra”, dado que “expressões como ‘dia de preto’, ‘coisa de preto’ e ‘a coisa está preta'” continuam sendo utilizadas. Segundo o vereador, isso “demostra que a palavra ‘preto’ ainda está sendo muito usada para perpetuar os conceitos de cunho racista”.

Segundo a lógica do vereador, que é ligado ao movimento racista negro e líder do governo na Câmara dos Vereadores, a cidade deve alterar a cor do luto oficial do preto para cinza, a fim de “esvaziar a cor/palavra preto de seu caráter pejorativo, convertendo a simbologia cromática do luto num termo positivo socialmente e assim neutralizar os poderes ofensivos das armas mais usuais do racismo: a linguagem”. Seria iniciada, dessa forma, “uma mudança cultural, começando pelo município de Divinópolis”.


Cabe lembrar que a associação do preto com o luto nada tem a ver com o racismo. O uso do preto durante o luto começou na Idade Média, durante o período gótico, por causa do grande número de pessoas que morriam em sofrimento, seja por doenças ou violência. As pessoas relacionaram essa cor à dor e à ausência de luz, portanto, de vida. Esse costume acabou se consolidando e foi adotado por várias culturas ao longo dos séculos.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

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Conheça cada etapa da tramitação da denúncia contra Temer em Corrupção


Vladimir Chaves

Com a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fica formalizada a acusação contra o presidente Michel Temer, que será julgada pelo Supremo se Câmara dos Deputados autorizar. Veja cada uma das etapas de tramitação na Câmara da denúncia contra o presidente da República.

STF aciona a Câmara
Após o oferecimento de denúncia pelo Ministério Público, a presidente do Supremo Tribunal Federal envia à Câmara uma solicitação para a instauração do processo. Cabe ao presidente da Câmara receber o pedido, notificar o acusado e despachar o documento para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Prazo para a defesa
A defesa de Temer terá até dez sessões do plenário da Câmara para enviar seus argumentos, se quiser. Para a contagem do prazo, é levada em consideração qualquer sessão de plenário, seja de votação ou de debate, desde que haja quórum mínimo para abertura (51 deputados presentes). Se houver mais de uma sessão no dia, apenas uma será validada. Não são computadas as sessões solenes e as comissões gerais.

CCJ analisa
Assim que a defesa entregar as alegações, o regimento determina que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) terá prazo de até cinco sessões do plenário para se manifestar sobre a denúncia encaminhada pela Procuradoria Geral da República (PGR). Nesse período, o relator a ser designado pelo presidente da CCJ deverá apresentar um parecer, no qual se manifestará, concordando ou não com o prosseguimento da denúncia.

Os membros da CCJ poderão pedir vista do processo (mais tempo para análise) por duas sessões plenárias antes de discutir e votar o parecer, que será pelo deferimento ou indeferimento do pedido de autorização para instauração de processo.

Antes de ser votado no plenário, o parecer da CCJ terá de ser lido durante o expediente de uma sessão, publicado no "Diário da Câmara" e incluído na ordem do dia da sessão seguinte à do recebimento pela mesa diretora da Câmara. O regimento não define quando o presidente da CCJ deverá escolher o relator.

Decisão pelo plenário
O parecer discutido na comissão será incluído na pauta de votação do plenário principal da Câmara na sessão seguinte de seu recebimento pela Mesa Diretora, depois da apreciação pela CCJ. Após discussão, o relatório será submetido a votação nominal, pelo processo de chamada dos deputados. O regimento define que a chamada dos nomes deve ser feita alternadamente, dos estados da região Norte para os da região Sul e vice-versa. Os nomes serão enunciados, em voz alta, por um dos secretários da Casa. Os deputados levantarão de suas cadeiras e responderão ‘sim’ ou ‘não’, no mesmo formato da votação do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Aprovação da denúncia
O parecer é aprovado se tiver o apoio de ao menos dois terços do total de 513 deputados, ou seja, 342 votos. Se ficar admitida a acusação, após a aprovação do parecer, será autorizada a instauração do processo no Poder Judiciário. No STF, os 11 ministros votam para decidir se o presidente Michel Temer vira réu. Nesse caso, Temer é afastado do cargo por 180 dias. O presidente só perde o cargo definitivamente se for condenado pelo Supremo. Quem assume o cargo é presidente da Câmara, que convoca eleições indiretas em um mês. Segundo a Constituição, o novo presidente da República seria escolhido pelo voto de deputados e senadores.

Rejeição da denúncia

No caso de rejeição da denúncia pela Câmara, o efeito ainda é incerto, segundo a assessoria de imprensa do STF, e pode ser definido pelos ministros ao analisar esse caso específico. Na avaliação de técnicos da Câmara, se a denúncia for rejeitada pelos deputados, o Supremo fica impedido de dar andamento à ação, que seria suspensa, mas não seria arquivada. O processo, para esses técnicos que assessoram a presidência da Casa, poderia ser retomado somente após o fim do mandato do presidente.

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Vereador Márcio Rodrigues apresenta projeto para criar o Código de Ética e Decoro na Câmara.


Vladimir Chaves

A Câmara Municipal de Campina Grande terá o seu Código de Ética e Decoro Parlamentar. Para tanto, o vereador Márcio Melo Rodrigues (PSDC) apresentou o Projeto de Resolução nº 043/2017, instituindo esse procedimento no Poder Legislativo campinense.

Segundo o parlamentar, as normas estabelecidas no Código de Ética e Decoro Parlamentar complementam o Regimento Interno e dele passam a fazer parte integrante. Ele explica que o Código estabelece os princípios éticos e as regras básicas de decoro parlamentar que devem orientar a conduta dos que estejam no exercício do cargo de vereador.

O Código norteia o exercício do mandato do parlamentar, tendo como base os princípios de prática da legalidade; defesa das instituições democráticas; livre acesso à Administração Pública; representatividade; supremacia das decisões de Plenário; e transparência da prática de suas ações.

Márcio destaca que se regem também por este Código o procedimento disciplinar e as penalidades aplicáveis no caso de descumprimento das normas relativas ao decoro parlamentar. O vereador, no exercício do mandato, atenderá às prescrições constitucionais, legais, regimentais e as estabelecidas neste Código de Ética e Decoro Parlamentar, sujeitando-se aos procedimentos e medidas disciplinares nele previstos.

As prerrogativas e franquias asseguradas pelas Constituições Federal e Estadual, Lei Orgânica Municipal e pelo Regimento Interno aos vereadores são institutos destinados à garantia do exercício do mandato popular e à defesa do Poder Legislativo.


O Conselho será composto de membros titulares, e suplentes, assegurando-se, tanto quanto possível, a representação proporcional dos partidos ou blocos parlamentares que participem da Casa.

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Liminares de Fux sobre auxílio-moradia já custam R$ 4,5 bilhões aos cofres públicos


Vladimir Chaves

Mais de dois anos e meio depois, decisões liminares – provisórias – do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux já custaram aproximadamente R$ 4,5 bilhões aos cofres públicos. O montante representa o valor mensal de R$ 4,3 mil pagos para mais de 17 mil magistrados e quase 13 mil procuradores do Ministério Público Federal desde setembro de 2014.

O montante representa, por exemplo, quase o dobro do que a União investiu em saúde (R$ 1,2 bilhão) e educação (R$ 1,4 bilhão) até maio deste ano.  O valor do auxílio-moradia é exatamente 73¨% maior do que as aplicações somadas. Os valores da União foram calculados com base na soma das despesas de investimentos (GND 4) com as de inversões financeiras (GND 5), excluindo as despesas financeiras, conforme definido nos Parágrafos 4º e 5º do Art. 12 da Lei nº 4.320, de 1964.

A benesse é paga a juízes, desembargadores, promotores, procuradores, conselheiros e procuradores de contas e aos próprios ministros do Supremo. Um dos pontos mais polêmicos do benefício é que ele é válido para quem mora na mesma cidade em que trabalha, e até mesmo para quem tem residência própria.

Apesar de ser considerado uma verba indenizatória, não é preciso comprovar despesas com moradia. Somente não pode receber quem já utiliza um imóvel funcional – cedido pelo Estado –,quem não está mais na ativa ou é casado com alguém que já conta com o mesmo auxílio.

O benefício está “liberado” desde setembro de 2014, quando Fux, determinou, por meio de liminares – decisões provisórias –, o repasse para todos os magistrados do país e em um valor padronizado, de R$ 4.377, o mesmo dos ministros do próprio STF. Por simetria, todos os membros do Ministério Público e de tribunais de contas também passaram a contar com o extra no contracheque.

O valor depois foi mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, em resolução aprovada em obediência à liminar de Fux, em outubro de 2014. A norma regulamentou a concessão do auxílio-moradia, estabelecendo que o valor do benefício só poderá ser pago em relação ao período iniciado em 15 de setembro de 2014 e não acarretaria retroatividade.

Também em outubro de 2014, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou resolução (117/14) que regulamentou a concessão de auxílio-moradia aos membros do Ministério Público da União e dos Estados. A decisão se baseou nas liminares do ministro Fux e considerou “a simetria existente entre as carreiras da Magistratura e do Ministério Público, que são estruturadas com um eminente nexo nacional, reconhecida pelo STF”.

A Advocacia-Geral da União interpôs Agravo Regimental contra a decisão, que ainda está pendente de julgamento. Para a AGU, a liminar que determinou o pagamento de auxílio-moradia aos juízes é “flagrantemente ilegal” e “já está ocasionando dano irreparável para a União”.


Contas Abertas

quinta-feira, 22 de junho de 2017

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Segurança no “Parque do Povo” é feita por empresa clandestina, denuncia vereador.


Vladimir Chaves

O vereador Bruno Faustino (PSB), apelou, mais uma vez, para que os vereadores da base de sustentação do prefeito Romero Rodrigues (PSDB), intercedam junto ao Chefe do Executivo para exija da empresa Aliança, responsável pela organização do “Maior São João do Mundo” cumpra o que estabelece a Lei Federal 7.102/83, que determina que apenas seguranças treinados e credenciados podem exercer a função  de segurança.

Da tribuna, o vereador Bruno Faustino, considerou a festa “Maior São João do Mundo” como a maior festa cultural do Brasil, mas, lamentavelmente, a empresa Aliança, que recebeu da prefeitura quase três milhões, mas que ao invés de contratar seguranças credenciados de acordo com a lei, contratou “porteiros”. “A empresa contratada pela Aliança, para explorar o serviço de segurança, sequer tem as mínimas condições técnicas, exigidas por Lei Federal e pela Portaria 3233/2012 para trabalhar como segurança, em festa de grande porte, a exemplo do nosso São João” Lamentou.

O parlamentar, ainda destacou que, a referida empresa de segurança, além de ser clandestina, não tem suporte técnico para trabalhar em festa de grande porte, pois, para isto, deveria obedecer a vários pré-requisitos, mas nem isso a empresa Aliança exige, nem tão pouco, o Executivo Municipal fiscaliza. “Para diminuir e evitar a quantidades de incidentes de facadas e mortes, as portarias deveriam trabalhar com um contingente de no mínimo cem seguranças treinados para abordagem, mas, na realidade, o que a empresa dispõe, são de apenas 50 porteiros, para filtrar um público de mais de 60 Mil expectadores, que visitam o Parque do Povo” alertou.

Sobre o não cumprimento da Lei 7.102/83, bem como, da Portaria 3233/2012 que em seu Art. 1º e § 1º, determina que “As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal – DPF”, o vereador Bruno Faustino também destaca que, dia 06 de Junho, do corrente ano, o Sindicato das Empresas de Seguranças legalizadas de Campina Grande, entrou com um pedido de investigação na Policia Federal, para que a mesma fiscalize o não cumprimento das exigências legais.


“Espero que os vereadores que apoiam o prefeito, alertem para este descumprimento contratual da Aliança, pois, assim como este cidadão faleceu, e muitos outros já foram esfaqueados e feridos, dentro do Parque do Povo, muitos outros shows e noites acontecerão, com a mesma falha de segurança, fruto do descumprimento de Leis Federais e até contratuais, já que a referida empresa age pensando nos lucros, e a contratante, se omite, em fiscalizar” desabafou Bruno Faustino.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

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Professores substitutos da UEPB se reúnem com o reitor Rangel Junior e se comprometem com retorno às aulas


Vladimir Chaves

O reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), professor Rangel Junior, recebeu em audiência na manhã desta quarta-feira (21), no Gabinete da Reitoria, no Campus de Bodocongó, a Comissão Representativa dos professores substitutos da Instituição, que propôs o retorno imediato das atividades em sala de aula como forma de garantir o cumprimento do semestre letivo 2016/2. A reunião também contou com a presença do vice-reitor, professor Flávio Romero Guimarães; da pró-reitora de Gestão de Pessoas, professora Célia Regina Diniz; e do pró-reitor de Planejamento, professor Luciano Albino.

Durante o encontro, o grupo de professores entregou oficialmente ao reitor Rangel Junior um documento assinado por 128 professores substitutos manifestando o desejo de retornarem às salas de aula com a finalidade de assegurar o término do semestre interrompido com a greve da categoria. O documento, conforme enfatizou o professor Bruno Gaudêncio, membro da Comissão, foi redigido como resultado de uma assembleia dos substitutos realizada recentemente.

Segundo Bruno, a partir dessa assembleia a Comissão percorreu todos os câmpus da UEPB, recolhendo as assinaturas dos professores que pretendiam retornar às aulas. A proposta da comissão é que a Reitoria renove os contratos dos professores substitutos e posteriormente faça uma consulta aos departamentos para saber qual a demanda de cada setor e, assim, dentro das condições orçamentárias, efetivar um novo contrato até 31 de dezembro para garantir o período letivo 2017/1. “Com a entrega desse documento estamos legitimando a nossa proposta de negociar com a Reitoria a questão dos contratos dos substitutos”, destacou o professor Bruno Gaudêncio.

Como desdobramento da reunião com a Reitoria e da entrega do documento, os representantes da Comissão garantiram que a partir desta quinta-feira (22) os professores substitutos irão protocolar junto a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) um requerimento, informando a decisão individual de retornar às salas de aula. Em seguida, eles também vão se reapresentar nos departamentos, colocando-se a disposição da Instituição. Caberá às chefias de departamentos fazer o comunicado oficial a Administração Central para que seja providenciado o contrato temporário para o término do semestre. A perspectiva dos professores é retornar as aulas a partir do dia 3 de julho.

No mesmo documento, os representantes dos substitutos solicitaram a instalação futura de uma Comissão Técnica para analisar os pleitos e demandas do conjunto de docentes substitutos. Após receber o documento, o reitor Rangel Junior refirmou a sua pretensão de resolver todo o impasse, mas tendo o cuidado de preservar o aspecto da legalidade, da institucionalidade da UEPB e, consequentemente, preservando em todos os sentidos e com transparência a lisura de todos os processos, para que a Instituição não seja prejudicada em nenhuma circunstância.

Ao fazer menção à greve dos professores, o reitor ressaltou que considera legítimo o movimento, visto que a categoria está sem reajuste há três anos. Porém, entende que a negociação deveria ocorrer atendendo ao pedido do governador para retorno às atividades.

Acompanhando e participando de toda a discussão, o vice-reitor Flávio Romero reafirmou que a Reitoria sempre esteve aberta ao diálogo com os professores, algo que, segundo ele, será muito importante para que todas essas questões sejam esclarecidas e que as decisões administrativas sejam de conhecimento dos interessados. Participaram da reunião como membros escolhidos da comissão dos substitutos, os professores Bruno Gaudêncio, Rafael de Brito Cândido Gomes, Alessandro Jordano, Lorena Bandeira, Yeman Omar Zapata Barbosa e Thiago Rodrigo Almeida.


Texto: Severino Lopes

Publicação do site da UEPB.

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Deputado cotado para assumir Ministério da Cultura não possui formação superior.


Vladimir Chaves

O deputado federal André Amaral (PMDB), que assumiu a titularidade do mandato no inicio deste ano, em virtude da renúncia do ex-deputado Manoel Junior (PMDB), está sendo contado para assumir o Ministério da Cultura.

O fato que chama a atenção é que além da pouca experiência política e a falta de atuação na área cultural o deputado não possui formação superior.

No site da Câmara dos Deputados, na biografia do parlamentar consta que o mesmo possui superior incompleto e nenhuma referência na área cultural.


O deputado Amaral, é natural de João Pessoa, tem 26 anos e foi eleito primeiro suplente com apenas 6.552 votos. 

terça-feira, 20 de junho de 2017

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Deputado quer prisão e multa para quem produzir poluição sonora.


Vladimir Chaves

Tramita na Câmara dos Deputados projeto do deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) que considera crime ambiental, punível com detenção de três meses a um ano, além de multa, produzir sons, ruídos ou vibrações acima do permitido por lei ou regulamento, prejudicando a qualidade ambiental (PL 3588/15).

A proposta acrescenta a pena por poluição sonora na Lei de Crimes Ambientais (9.605/98).

O texto proposto pelo deputado guarda semelhança com o que foi aprovado pelo Congresso Nacional, em 1998, quando analisou o projeto que deu origem à Lei de Crimes Ambientais.

Na época, o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou o artigo, sob a alegação de que a Lei das Contravenções Penais (Decreto-lei 3.688/41) já previa detenção e multa para quem perturbasse “o trabalho ou o sossego alheios”.

Para Vital do Rêgo, a redação da lei penal “não tutela adequadamente o bem jurídico ‘qualidade ambiental’”.

“Em vez de criminalizarmos a simples produção de sons, ruídos ou vibrações em desacordo com as normas legais ou regulamentares, propomos que seja considerado crime a perturbação da qualidade ambiental provocada por poluição sonora, prestigiando assim a tutela desse bem jurídico”, explicou o deputado.

Tramitação - O projeto será analisado nas comissões de Desenvolvimento Urbano; Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para o Plenário da Câmara.

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Prefeito repassou R$ 3 milhões para empresa que promove o São João e esqueceu as entidades sociais, denuncia vereador.


Vladimir Chaves

O vereador Olimpio Oliveira (PMDB), voltou a pedir, em caráter de urgência, ao prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), a remessa para o Poder Legislativo do Projeto de Lei que dispõe sobre a renovação das Subvenções Sociais às Casas de Assistência Social de Campina Grande para o exercício de 2017. Segundo Olimpio, se o gestor assinou um contrato com a empresa Aliança que gere o São João da cidade, repassando quase R$ 3 milhões, não é justo que as entidades que gerariam um custo de R$ 93 mil por mês continuem sendo penalizadas.

“O prefeito assinou um contrato com a Aliança, passando quase R$ 3 milhões para a empresa, além dos lucros que a Aliança vai ter vendendo as cotas de patrocínio. Senhor prefeito, não é justo que as entidades que gerariam um custo total de R$ 93 mil por mês, o que multiplicado por doze dá apenas R$ 1.125.000. Ou seja, menos da metade do que aquilo que o gestor está passando para a Aliança. Aí eu pergunto; qual é a prioridade? O que seria mais importante, passar R$ 1.125.000 para essas instituições que fazem o bem em Campina Grande, ou passar quase R$ 3 milhões para um empresa de Pernambuco que terminando a festa vai embora com o lucro da festa, mais os R$ 3 milhões que a prefeitura passou”, disse o vereador.


Para Olimpio Oliveira, o trabalho desenvolvido por essas Casas Assistenciais como: APAE; GAV; Instituto dos Cegos; Rede Feminina de Combate ao Câncer; Centro de Recuperação Homens de Cristo; Instituto São Vicente de Paulo e Casa do Menino Dr. João Moura é fundamental para o atendimento de milhares de pessoas vulneráveis socialmente. As Entidades beneficiadas atuam em diversas áreas da promoção humana, como: Tratamento de Dependentes Químicos; Assistência aos Idosos; Assistência a Pessoa com Deficiência; Assistência aos Doentes do Câncer; Assistência à Criança e ao Adolescente; Assistência aos Moradores de Rua e vários outros grupos de pessoas vulneráveis socialmente.

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Comissão de Agricultura anula a criação de áreas quilombolas e de reforma agrária


Vladimir Chaves

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara aprovou três propostas de decreto legislativo (PDCs 240/15, 365/16 e 368/16) que sustam dois decretos assinados pela ex-presidente Dilma Rousseff e uma portaria do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).

Os decretos de Dilma listam imóveis situados no municípios de Fazenda Nova (GO) e em Açu (RN) para efeito de reforma agrária. A portaria do Incra transforma uma área do município de Sertão (RS) em terra quilombola.

Primeiro parlamentar a analisar um dos projetos de decreto legislativo (PDC 240/15) na Comissão de Agricultura, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) sintetizou a crítica da bancada do agronegócio aos mecanismos de criação de áreas quilombolas e de reforma agrária adotados pelos governos petistas.


“A Constituição não autoriza um órgão do governo a afetar o direito de propriedade. Pode-se reconhecer que houve quilombo, mas não se pode retirar pessoas que estão ali há décadas. Para que isso ocorra, tem que ser outro mecanismo, que tenha abrigo na Constituição e passe pelo Judiciário”, disse.

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Vigie Aqui: plugin destaca políticos com processos judiciais em Corrupção


Vladimir Chaves

O Instituto Reclame Aqui, que lida com empresas e com consumidores há 16 anos, desenvolveu uma extensão para navegadores que destaca em qualquer site, em roxo, o político com problemas na Justiça. Denominado Vigie Aqui, o plugin reúne informações que ficam “jogadas” em vários tribunais pelo país.

Para usar a ferramenta é simples: com apenas três cliques, é possível instalar o plugin do Vigie Aqui no navegador e pronto. Depois, basta navegar normalmente que, sempre que o nome de um político condenado, processado ou investigado aparecer, a extensão grifa ele de roxo. É só passar o mouse por cima do nome para conferir a ficha judicial do político. O Vigie Aqui está ativo no Chrome e no Firefox.

Até o momento, foram incluídas informações na esfera federal do presidente, de cinco ex-presidentes, um ex-Vice-Presidente, 81 senadores e 513 Deputados Federais. Já na esfera estadual estão 27 governadores.

O site informa que os dados que aparecem quando as pessoas colocam o mouse sobre o nome dos políticos grifados são públicos, recolhidos de diversos tribunais como Supremo Tribunal Federal, Supremo Tribunal Justiça, Tribunais de Justiça, Tribunais Regionais Federais, Tribunal Superior Eleitoral e Tribunais Regionais Eleitorais. Dessa forma, os processos sob sigilo de Justiça não aparecem no Vigie Aqui, pois não constam na base de dados oficial dos tribunais.

A ideia do Vigie Aqui surgiu em janeiro e já estava pronto em fevereiro. O maior problema era exatamente compilar os dados, isto é, colocar na extensão com toda a informação necessária e disponível sobre estes políticos investigados.

Para dar conta da demanda, o Reclame Aqui fez uma parceria com a PUC-PR, de Curitiba. São 5 mil alunos de Direito e de outras áreas que fazem seu estágio obrigatório de 90 horas com a gente. Eles ajudam a coletar esses dados e a colocar no sistema.


“A cada dia, novos alunos se inscrevem para ajudar a vigiar o mandato de milhares de políticos e aumentar assim o poder do Vigie Aqui de mudar o Brasil”, afirma o site.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

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Presidente eleita da UNE cursa pedagogia há 8 anos.


Vladimir Chaves

A UNE elegeu nesse final de semana nova presidente da entidade, Marianna Dias, 25 anos, estudante de pedagogia da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Filiada ao PC do B, mesmo partido da atual presidente Carina Vitral, representa perfeitamente a UNE atual, dos estudantes que não estudam.

Militante há anos, Marianna insiste em não se formar no curso de pedagogia, o qual foi aprovado no vestibular em 2009. A graduação, que é de 4 anos e 8 semestres, já se estende por 16 semestres e longos 8 anos para Marianna.

A nova presidente foi eleita no último domingo (18), pela chapa “Frente Brasil Popular: A unidade é a bandeira da esperança” e foi eleita com 3.788 votos, representando 79% dos votos válidos. Após o resultado da eleição, a nova presidente da UNE declarou que é preciso união para atingir o objetivo de derrubar o governo de Michel Temer.

“Só será possível transformar o Brasil que a gente vive se tivermos muita unidade. Eu tenho a convicção que com a força de sete milhões de universitários desse Brasil nós seremos vitoriosos”, disse ela, acreditando ter a liderança sobre os sete milhões de universitários.

Na plenária realizada no Ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, também foram discutidas questões relativas ao apoio da UNE ao movimento que pede por eleições diretas e à greve geral convocada pelas centrais sindicais no próximo dia 30 de junho.



Com informações do Jornalivre.com

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