Jesus nos confiou uma missão
clara e inegociável: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda
criatura” (Marcos 16:15). Não se trata de uma sugestão, mas de uma
ordem. O evangelho não é propriedade da igreja, do pregador ou da época; ele é
a boa notícia de Deus para toda a humanidade e deve ser anunciado com
fidelidade.
Pregar o evangelho é mais do
que falar de Deus. É transmitir exatamente aquilo que Ele revelou em sua
Palavra. Por isso, o alerta solene do Apocalipse ecoa com força: “Se alguém
tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua
parte do livro da vida” (Apocalipse 22:19). Essa advertência nos lembra
que não temos autoridade para adaptar, omitir ou suavizar a verdade para
torná-la mais conveniente ou aceitável.
Vivemos tempos em que muitos
querem um evangelho ajustado aos próprios desejos, sem confronto, sem
arrependimento e sem compromisso. No entanto, o verdadeiro evangelho
transforma, corrige, consola e salva; tudo isso ao mesmo tempo. Retirar partes
da Palavra ou acrescentar ideias humanas é comprometer a mensagem e desonrar
Aquele que a confiou a nós.
A fidelidade na pregação
também nasce da expectativa da volta de Cristo: “Certamente cedo venho” (Apocalipse
22:20). Saber que Jesus voltará nos chama à responsabilidade, à vigilância
e à seriedade no anúncio da verdade. Cada palavra pregada deve refletir
reverência, amor pelas almas e obediência às Escrituras.
Pregar o evangelho com
fidelidade é um ato de amor a Deus e ao próximo. É anunciar a verdade completa,
sem medo e sem adulterações, confiando que a Palavra do Senhor é suficiente e
eficaz para cumprir o propósito para o qual foi enviada. Que nossa resposta
seja a mesma da igreja: Amém. Vem, Senhor Jesus.


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