Ministro Marcelo Álvaro diz que retorna amanhã ao Turismo


Vladimir Chaves


O deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) afirmou hoje (6), no Twitter, que a exoneração do cargo de ministro do Turismo é temporária e que amanhã (7) retorna à pasta. Segundo ele, a medida é para que assuma como parlamentar no Congresso.

“Em tempos de fake news, importante avisar: Hoje tomo posse na Câmara dos Deputados e amanhã retorno às atividades frente ao Ministério do Turismo”, escreveu.

O decreto de exoneração, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, está publicado na edição de hoje (6) do Diário Oficial da União.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

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Urgência: Presidente do Senado diz que sem a reforma da Previdência o Brasil quebra dentro de 2 anos.


Vladimir Chaves


Para o presidente do Senado Federal, Davi Alcolunbre (DEM) sem a reforma da Previdência o país não resiste mais dois anos. Segundo ele os estados vão quebrar, assim como a maioria dos municípios.

“A reforma da Previdência é hoje uma bandeira do Brasil. Os estados estão sofrendo e muitas das vezes não têm condições de pagar a folha de pagamento. O Parlamento não vai abrir mão de nossa prerrogativa de discutir e aprimorar esse projeto. O Brasil não resiste mais dois anos, os estados vão quebrar, os municípios já estão quebrados e a gente precisa resgatar esse navio em que está todo mundo navegando, a gente precisa resgatar esse navio que é o Brasil. Precisamos ter serenidade e maturidade política para fazer o que o Brasil precisa” disse o novo presidente do Senado e do Congresso.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

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MPF entra com ação judicial para preservar sítio arqueológico no Sertão da Paraíba


Vladimir Chaves


O Ministério Público Federal (MPF) em Patos (PB) ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, para que o município de Junco do Seridó (PB), localizado no Sertão paraibano, a 230 km da capital, pare imediatamente de despejar esgotos residenciais no riacho do Chorão que deságua no sítio arqueológico Itacoatiaras, localizado no município.

Conforme o MPF registra na ação, o problema da degradação do sítio Itacoatiaras é antiga preocupação dos estudiosos da matéria e moradores da região. A inquietude com a degradação ambiental sofrida pelo sítio arqueológico é exposta na mídia “há, pelo menos, dez anos”, cita o Ministério Público.

A continuidade da situação degradante do sítio Itacoatiaras foi documentada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2018, durante visita realizada ao sítio. Os técnicos do Iphan constataram o sério risco de continuidade dos danos, especialmente pelo esgotamento de resíduos da cidade de Junco do Seridó para ao riacho do Chorão e a consequente submersão de parte das pinturas. O sítio está localizado a aproximadamente 150 passos da primeira residência da área urbana.

Também em 2018, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) documentou o lançamento de resíduos com destino ao riacho do Chorão. Na ocasião, a Sudema deu 30 dias para o município de Junco do Seridó adotar medidas para sanar o lançamento dos afluentes líquidos no riacho. O órgão ambiental ainda constatou a existência de um “fossão” sanitário desativado e sem manutenção há vários anos, que transbordaria e acumularia afluentes no sítio arqueológico.

Projeto de recuperação - O MPF pede que o município apresente projeto sustentável de tratamento de resíduos sólidos e líquidos e evite, permanentemente, o despejo de esgotos no riacho do Chorão. Também pede que o município apresente à Sudema projeto para recuperação da área degradada, com cronograma de recuperação a ser definido pela Sudema, e a completa execução do cronograma custeada pela própria prefeitura. O MPF também pede a fixação de multa pessoal, de mil reais por dia de atraso, ao prefeito de Junco do Seridó, por eventual descumprimento da obrigação.

Importância arqueológica – O sítio Itacoatiaras de Junco do Seridó contém arte rupestre com gravuras a céu aberto e é considerado de grande significância pelo Iphan. O local é um dos cinco sítios arqueológicos com gravuras rupestres no Vale do Sabugi paraibano. Os outros estão localizados em São Mamede (Sítio Tapera e Sítio Tapuio) e São José do Sabugi (Sítio Pedra Lavrada e Sítio Tapuio). Na avaliação técnica do Iphan, esse tipo de patrimônio arqueológico possui caráter finito e não pode ser recuperado em caso de degradação ou destruição.

Itacoatiaras – A palavra ‘itacoatiara’ tem origem no tupi guarani Ita (pedra), cutiara (risco, desenho, inscrições, garatujas), e significa pedra escrita, riscada. As pinturas reconstituem a vida dos grupos humanos, retratando a vida cotidiana dos indígenas que habitaram o local em tempos ancestrais. Segundo a pesquisadora Niéde Guidon, toda a região abriga uma das maiores concentrações de sítios catalogados com pinturas rupestres do mundo. O mais famoso exemplo arqueológico das artes rupestres na Paraíba é o mundialmente famoso sítio de Itacoatiaras da Pedra do Ingá, no município de Ingá.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

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Projeto anticrime propõe identificar e nomear facções criminosas


Vladimir Chaves


O governo federal planeja propor ao Congresso Nacional que as organizações criminosas mais violentas em atuação no Brasil passem a ser identificadas e nomeadas em lei. A medida, defendida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, consta do Projeto de Lei Anticrime que o Palácio do Planalto pretende enviar ao Congresso Nacional em breve.

A redefinição do conceito de organização criminosa será uma mudança significativa, já que, hoje, muitos governantes sequer admitem a atuação destas facções, tentando minimizar o poderio ilícito de seus integrantes. "É uma alteração importante. Praticamente mantemos a conceituação atual, mas deixamos claro, na lei, que estas são organizações criminosas", disse Moro. 

As lideranças das organizações criminosas devem, quando condenadas,  iniciar o cumprimento da pena em penitenciária de segurança máxima.  "Ele não poderá progredir de regime de cumprimento de pena ou receber outros benefícios prisionais se houver elementos probatórios que indiquem a manutenção do vínculo associativo", explicou Mouro.

De acordo com o texto do PL apresentado à imprensa, governadores, vice-governadores e a secretários de segurança pública, será considerada organização criminosa qualquer associação a partir de quatro pessoas "estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas" cujos integrantes atuem com o "objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a quatro anos".

O PL cita o Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV), Família do Norte, Terceiro Comando Puro e a organização Amigo dos Amigos como exemplos de grupos que se valem da "violência ou da força de intimidação do vínculo associativo para adquirir, de modo direto ou indireto, o controle sobre a atividade criminal ou sobre a atividade econômica".

Também são citadas os grupos milicianos. Para o ministro Sergio Moro, a atual legislação já permite o enquadramento destes grupos como organizações criminosas, mas o PL, se aprovado pelo Congresso, permitirá, entre outras coisas, "deixar claro" quais são e qual o modelo de atuação das facções.

"Não é possível nomear todas, pois o rol é exaustivo. Nomeamos algumas, mais conhecidas e de maior alcance nacional", acrescentou o ministro, já prevendo possíveis críticas de especialistas em segurança pública e de advogados contrários a se nomear as organizações por entender que esta seria uma forma de legitima-las, fortalecendo-as. Moro, no entanto, acredita que, a exemplo do que ocorreu na Itália, a alteração da lei, junto a outras medidas, poderá resultar em mudanças. 

O PL anticrime prevê mudanças em 14 leis, entre elas, o Código Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos e Código Eleitoral. A intenção, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, é combater a corrupção, crimes violentos e facções criminosas.

Agencia Brasil

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Ministério Público Federal instaura novo procedimento para apurar segurança de barragens na Paraíba


Vladimir Chaves


O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um novo procedimento para apurar insegurança em barragens na Paraíba. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), cerca de 160 mananciais do estado apresentam categoria de risco ou dano potencial associado.

O novo procedimento está sendo acompanhado por procuradores da República em João Pessoa, assim como já vem sendo feito na região de Monteiro, Campina Grande e Sousa, que fazem parte do eixo leste e norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf).

Os planos de segurança de barragens dos açudes Poções e Camalaú (no Cariri), Boqueirão (na região de Campina Grande) e São Gonçalo (no Sertão), que integram o Pisf, ainda não foram apresentados pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) e pela Secretaria de Estado da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente. No caso de Poções e Camalaú, há inclusive descumprimento de acordo firmado em audiência de conciliação, realizada em agosto de 2017, na Justiça Federal em Monteiro. Segundo decisão da Justiça, os órgãos deveriam ter apresentado os planos dessas duas barragens até 31/12/2018.

Trabalho conjunto – O procurador do MPF em João Pessoa, Werton Magalhães, participou nesta sexta-feira (1º) de reunião realizada na sede do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Na ocasião, órgãos se reuniram para discutir a situação das barragens no estado.

Dentre os encaminhamentos da reunião, ficou definido que haverá um novo encontro no próximo dia 13 de fevereiro, às 9 horas, novamente na PGJ. Dnocs, Aesa e Secretaria de Estado da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente se comprometeram a apresentar relatórios de vistorias em barragens, realizadas nos últimos dois anos, bem como uma proposta de calendário de novas vistorias que deverão começar prioritariamente pelas barragens identificadas como “mais críticas” ou que já tenham passado por inspeção há muito tempo.

O secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Paraíba, Deusdete Queiroga, informou que há 525 barragens de água cadastradas na Aesa, sendo algumas não regularizadas. Há, ainda, barragens municipais e de particulares não cadastradas, o que representa um problema, cuja solução deve contar com o apoio dos ministérios públicos, no sentido de promover a regularização das barragens.

Também participaram do encontro desta sexta no MPPB representantes do Conselho Regional de Engenharia (Crea) e Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema).

Outras reuniões – Está programado para a próxima segunda-feira (4), às 14 horas, um novo encontro na sede do MP estadual em João Pessoa, para discutir as situações das obras complementares do Projeto de Integração do Rio São Francisco nos açudes Poções e Camalaú (na região de Monteiro – eixo leste) e São Gonçalo (em Sousa – eixo Norte). Participarão da reunião, representando o MPF, o procurador-chefe do órgão na Paraíba, Marcos Queiroga, além da procuradora da República em Monteiro, Janaina Andrade, e do procurador do MPF em Sousa, Anderson Danillo Pereira Lima.

Para o dia seguinte (5), na sede do Ministério Público Federal na capital paraibana, o MPF convocou Dnocs, Aesa e Secretaria de Estado da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente com a finalidade discutir e reiterar a cobrança de apresentação dos planos de segurança de barragens e planos de emergência relativos às obras do Pisf no âmbito da Procuradoria da República em Monteiro.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

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Ministro Sergio Moro apresenta Projeto de Lei Anticrime nesta segunda-feira (4)


Vladimir Chaves


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, se reunirá com governadores e secretários de segurança pública, nesta segunda-feira (4), para apresentar e debater o Projeto de Lei Anticrime. "É um projeto simples, mas robusto, com medidas bastante objetivas. É um projeto que interessa a todo o Brasil e a toda sociedade", defendeu o ministro. O texto será enviado ao Congresso Nacional nos próximos dias.

Norteado pelo combate à corrupção, ao crime organizado e aos crimes violentos, a proposta é uma das metas prioritárias dos primeiros 100 dias de governo. "O crime organizado alimenta a corrupção, que alimenta o crime violento. Boa parte dos homicídios estão relacionados à disputa por tráfico de drogas ou dívida de drogas. Por outro lado, a corrupção esvazia os recursos públicos que são necessários para implementar políticas públicas efetivas", sustentou.

Moro destacou o potencial destrutivo da corrupção no país, que envolve empresários em esquemas de pagamentos de propina e extorsão que encarecem contratos, serviços e fornecimento de mercadorias. “A corrupção acaba tendo uma espécie de imposto obscuro”, apontou. Nos últimos anos, o Brasil registrou queda acentuada em ranking mundial da corrupção, passando da 46ª posição, em 2001, para a 96ª, em 2017, segundo levantamento da ONG Transparência Internacional.

Além de medidas para aplacar a corrupção e melhorar a segurança pública, ele ressaltou que as medidas que serão anunciadas também beneficiarão o ambiente de negócios e, consequentemente, o desenvolvimento do Brasil. "As pessoas querem investir seu capital em locais seguros. As empresas [estrangeiras] muitas vezes trazem aqui os seus dirigentes. Um ambiente de violência pode haver relutância em fazer esse tipo de investimento”.

O ministro enfatizou que acima de todas as questões, o projeto tem como principal intuito melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. “O ambiente de negócios é um fator, mas principalmente pensar no cidadão brasileiro”, defendeu.

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Deputado visita barragem de Camará e cobra maior fiscalização e monitoramento das barragens na Paraíba.


Vladimir Chaves


O deputado estadual Romero Rodrigues (PSL)visitou, na manhã desta terça-feira (29), a Barragem de Camará. Segundo o parlamentar o estado da Paraíba possui cerca de 400 barragens com problemas de segurança, e que é preciso uma fiscalização constante para que tragédias como a que aconteceu recentemente em Brumadinho (MG) e em Camará em 2004, não venham a se repetir.

Na noite de 17 de junho de 2004 a barragem de Camará rompeu devido a uma falha de construção, atingindo moradores dos municípios de Alagoa Nova, Areia e os sítios urbanos das cidades de Alagoa Grande e Mulungu, deixando mais de 800 famílias desabrigadas, quatro pessoas mortas e cidades destruídas.


Em 2016 o Governo do Estado da Paraíba, deu início a reconstrução da barragem concluindo em 2017.

O último diagnóstico sobre a situação das barragens localizadas na Paraíba foi realizado em 2012.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

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Bolsonaro premia Campina Grande com o Centro de Testes de Tecnologia de Dessalinização, Romero agradece.


Vladimir Chaves


O prefeito Romero Rodrigues comemorou, na manhã desta segunda-feira (28), a decisão do presidente Jair Bolsonaro em instalar em Campina Grande o Centro de Testes de Tecnologia de Dessalinização, que vai analisar se o sistema avançado desenvolvido em Israel, no Oriente Médio, é aplicável no Nordeste. O centro funcionará, de acordo com o governo federal, no Instituto do Seminárido (Insa), licalizado nos sítios Lucas e Salgadinho, zona rural de Campina.

Para Romero, além do reconhecimento sobre a posição de destaque de Campina Grande na área tecnológica, notadamente no tocante a pesquisas na área de dessalinização, o presidente Bolsonaro faz o primeiro gesto concreto de atenção à cidade pela qual vem demonstrando, desde que se lançou pré-candidato, notáveis carinho e apreço. "Enviei uma mensagem de agradecimento ao Presidente, em nome do povo campinense, por essa distinção já no início de seu governo", revelou Romero.

Segundo o prefeito campinense, além do peso político, prevaleceu certamente a estratégica posição de Campina Grande como uma cidade com vocação científica para a instalação do Centro de Testes de Tecnologia de Dessalinização. Romero observa que o município, com suas quase duas dezenas de faculdades, é uma referência nacional de excelência acadêmica e tem, através do INSA, desenvolvido pesquisas importantes em favor do semiárido.

"Escolha sábia, oportuna e extremamente relevante para Campina e o Estado da Paraíba", resumiu Romero, ressaltando ainda o viés econômico implícito nos volumosos investimentos para essa prioridade do governo federal.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

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Análises da água do Rio Paraopeba ficam prontas até quarta-feira


Vladimir Chaves


O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, Disse que os resultados das análises químicas de material colhido em 47 pontos de captação do Rio Paraopeba devem ficar prontos até quarta-feira.

Segundo ele, o avanço da onda de sedimentos já desacelerou e atingiu menos de 1 quilômetro por hora. Com isso, a expectativa de técnicos é que os rejeitos atinjam a usina de Retiro Baixo nos primeiros dias de fevereiro. “Se ultrapassar e chegar a Três Marias, será em velocidade ainda mais baixa”, afirmou.

Canuto disse que um comitê está sendo instalado para revisar a Política Nacional de Segurança de Barragens. A lei foi instituída em 2010 e, desde a tragédia de Mariana, várias propostas de atualização foram apresentadas, mas não houve um ajuste definitivo além de resoluções a respeito de categorização de níveis de risco.

O ministro também defendeu uma revisão dos processos que tratam desde a autorização de instalação e funcionamento até a fiscalização dos empreendimentos. Ele lembrou que os licenciamentos são feitos pelo estado e que o governo federal atua na fiscalização, por meio da Agência Nacional de Mineração que recebe dados das próprias mineradoras além de produzir análises. “Existe uma parcela de responsabilidade conjunta para evitar novos desastres”, disse.

Agência Brasil 

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Chesf monitora riscos de rejeitos da barragem de Brumadinho atingirem o Rio São Francisco.


Vladimir Chaves


Em nota a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) informou que está monitorando a movimentação dos rejeitos da barragem de Brumadinho, a preocupação deve-se ao risco real de parte da lama chegar a bacia do Rio do São Francisco, já que o Rio Paraopeba, um dos afluentes do São Francisco, recebeu grande quantidade de lama.

O Rio Paraopeba tem 546,5 quilômetros de extensão. A bacia cobre 12.090 quilômetros quadrados e 35 municípios. A nascente está localizada em Cristiano Otoni, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e a foz fica na represa de Três Marias, em Felixlândia, na mesma região. Ele é um dos principais afluentes do Rio São Francisco

Confira a nota:

Chesf monitora Rio São Francisco

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) informa que vem monitorando, com toda atenção, a propagação dos rejeitos da barragem de Brumadinho.

A Diretoria está em contato direto com as entidades competentes de Minas Gerais e do Governo Federal, inclusive com a Agência Nacional de Águas (ANA).
As providências estão sendo adotadas para minizar os impactos no rio São Francisco.

domingo, 27 de janeiro de 2019

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Catástrofe de Brumadinho não foi um acidente, afirma Câmara de Meio Ambiente do Ministério Público Federal


Vladimir Chaves


Em nota procuradores do Ministério Público Federal lamentam o não aperfeiçoamento da legislação e o fato de os órgãos de fiscalização ambiental não receberem a devida valorização e estrutura.

Confira a integra da nota:

Nota da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural sobre tragédia em Brumadinho (MG)

A Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (4CCR) vem a público se manifestar sobre a tragédia ocorrida em Brumadinho (MG).

Há mais de três anos, mesmo antes do ocorrido em Mariana (MG), especialistas alertavam para o grave risco existente em inúmeras barragens do país, tanto em virtude da falta de gestão adequada quanto também de fiscalização eficiente.

Desde 2016, a 4CCR intensificou a atuação do Ministério Público Federal (MPF) nessa área, com a realização de ampla ação coordenada que pudesse diagnosticar e prevenir essas graves ocorrências.

Entre as várias conclusões desse trabalho estão a fragilidade do marco regulatório, a desestruturação dos órgãos de controle e a falta de punição rápida e efetiva, inclusive no âmbito criminal, para os responsáveis nos casos que se sucedem.

Todos esses fatos foram exaustivamente expostos em inúmeras reuniões e eventos ocorridos com os órgãos públicos de controle bem como com representantes do Parlamento.

Infelizmente a legislação brasileira não foi aperfeiçoada no tema, os órgãos de fiscalização ambiental não receberam a devida valorização e estrutura, e as sanções adequadas não foram aplicadas.

Nesse cenário, não parece adequado se falar em acidente para a catástrofe de Brumadinho, na medida em que a acepção dessa palavra pressupõe o elemento da imprevisibilidade de maneira alguma aqui presente.

A 4CCR, ao mesmo tempo em que se solidariza com as vítimas e familiares, informa que está em constante contato e articulação com os procuradores da República para que a apuração ocorra de maneira célere e adequada, com o objetivo de minorar os danos ambientais e sociais, buscar a efetiva reparação e, ainda, a punição dos responsáveis.

Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do MPF
Secretaria de Comunicação Social Procuradoria-Geral da República

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Justiça determina a prisão de Beto Richa, ex-governador do Paraná.


Vladimir Chaves


O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) é alvo de mandado de prisão preventiva na manhã desta sexta-feira (25/1). No ano passado, ele foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de corrupção e fraude de licitação.

A prisão foi decretada pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba, como desdobramento da Operação Integração – que foi uma fase da Lava Jato, que investigou a concessão de rodovias no estado.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

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Justiça Federal proíbe pagamento de auxílio-mudança para deputados e senadores reeleitos


Vladimir Chaves


Uma decisão liminar da Vara Federal Cível e Criminal de Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, determinou que os presidentes da Câmara e Senado Federal se abstenham de efetuar ou autorizar o pagamento de auxílio-mudança para os parlamentares reeleitos. A ordem judicial atende aos pedidos de uma ação popular.

O autor da ação é o advogado e vereador de Gurinhatã, Douglas Henrique Valente (PTB), que apontou que os pagamentos do benefício - no valor de R$ 33.700 para cada parlamentar - lesariam os princípios fundamentais da moralidade pública e os cofres públicos.

Por nota, a Câmara dos Deputados informou que por intermédio da Advocacia-Geral da União, tendo cumprido integralmente a e já apresentou os recursos. O G1 aguarda posicionamento do Senado Federal.

O vereador destacou que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), antecipou o pagamento de verba indenizatória do auxílio em dezembro para 505 parlamentares, totalizando o montante de R$ 17 milhões.

Conforme a ação, o pagamento daqueles que se elegeram para o Senado está previsto para o próximo dia 31 de janeiro. Com isso, os deputados reeleitos ou aqueles que foram eleitos para ocupar cadeiras no Senado Federal, e vice-versa, vão receber o benefício novamente em virtude do final do antigo mandato e pelo início da nova legislatura.

Na visão do autor da ação, o benefício não se justifica nesses casos uma vez que o candidato eleito já está no domicílio.

“O que nos motivou a ingressar com essa ação foi a questão da moralidade pública. Nós temos que começar cortando de cima e não de baixo, como sempre acontece nesse país”, disse Vieira.

Decisão
O juiz federal Alexandre Henry Alves esclareceu na decisão a competência da Vara para julgar o processo uma vez que o autor da ação é domiciliado na região da Subseção Judiciária de Ituiutaba. Além disso, justificou que a legislação que rege a ação popular é omissa quanto ao foro em que deve ser ajuizada.

Em relação ao pedido de liminar concedido, o juiz proibiu os presidentes das Casas que compõem o Congresso Nacional, Rodrigo Maia e Eunício Lopes de Oliveira (MDB), a fazer o repasse do auxílio para os parlamentares reeleitos no Legislativo Federal.

O descumprimento acarretará multa de R$ 2 mil por pagamento a cada deputado ou senador reeleito, a partir da notificação da decisão.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

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Romero fiscaliza obra bancada de duplicação de trecho da BR-104 que garante o acesso ao Conjunto Aluízio Campos


Vladimir Chaves


O prefeito Romero Rodrigues esteve visitando a obra de construção do acesso asfáltico para o Complexo Aluízio Campos, no bairro do Ligeiro. Na prática, o investimento está viabilizando uma duplicação da BR-104 em boa parte do trecho que liga os municípios de Campina Grande e Queimadas. O valor total investido com recursos próprios do Município, com serviços de infra-estrutura e iluminação pública, é da ordem de R$ 3 milhões.

A obra de acesso, segundo Romero Rodrigues, é mais um benefício importante e de valorização imobiliária para todo o Conjunto Aluízio Campos e para as áreas destinadas aos setores industrial, comercial e empresarial que integram o complexo, ao integrar a rodovia federal ao local onde está em processo de conclusão a construção de 4.100 unidades habitacionais entre casas e apartamentos.

Dentro do conjunto residencial, também, já está bastante avançada a obra de pavimentação em asfalto de todas as 66 ruas e avenidas do Aluízio Campos. A Prefeitura de Campina Grande também deve concluir, nos próximos dias, a instalação de iluminação pública a led em todas as vias internas do conjunto.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

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Governo Bolsonaro planeja cortar até 70% da verba de propaganda do Planalto


Vladimir Chaves


O Palácio do Planalto planeja cortar até 70% do total gasto com propaganda direta do governo federal. Atualmente, a Secretaria de Comunicação (Secom) é atendida por três agências (NBS, Calia e Artplan) que venceram a concorrência em 2017 e têm contrato válido até 2021, com a contratação podendo ser renovada ou não a cada ano. A verba para este ano, aprovada pelo Congresso Federal no final de 2018, é de R$ 260 milhões.

A mudança está sendo discutida pelo ministro Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria de Governo), por Floriano Barbosa (chefe da Secom) e por Carlos Bolsonaro, que cuida à distância da comunicação do governo.

Com informações da Época

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

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