Prefeitura de Campina Grande recebe respiradores da Unifacisa e da Fundação Pedro Américo.


Vladimir Chaves



Na manhã desta quarta-feira, 24, a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Campina Grande recebeu novos respiradores artificiais para a abertura de mais leitos de UTI no Complexo Hospitalar Municipal Pedro I. Foram quatro novos equipamentos doados pelo Centro Universitário Unifacisa e pela Fundação Pedro Américo.

“É uma doação de equipamentos essenciais para um momento tão delicado da pandemia que estamos atravessando. Esses respiradores vão ampliar a oferta de leitos no Complexo Hospitalar Pedro I e nós somos muito gratos às instituições, sempre parceiras da Secretaria Municipal de Saúde, por essa contribuição”, destacou o secretário de Saúde de Campina Grande, Filipe Reul.

Com a doação, o Hospital Pedro I deve ampliar para 64 o número de leitos de UTI, no total. Recentemente, a Secretaria de Saúde já havia aberto 10 novos leitos. A unidade hospitalar também ganhou, neste mês, seis novos leitos de enfermaria, aumentando esse número de 84 para 90. O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, também está firmando uma parceria, com o Exército Brasileiro, para a abertura de uma nova estrutura de hospital de campanha no complexo hospitalar.

Esta é a segunda vez que a Unifacisa e a Fundação Pedro Américo fornecem à Prefeitura de Campina Grande equipamentos essenciais para o combate à Covid-19. “Este é um momento em que todos devem se unir em benefício da sociedade”, disse o chanceler da Unifacisa, Dalton Gadelha.

Os equipamentos foram recebidos pelo secretário Filipe Reul e pelo diretor do Hospital Pedro I, médico Tito Lívio. Quem fez a entrega simbólica foi o coordenador do curso de Medicina da Unifacisa, Antônio Henriques. “Em um momento como esse, de pandemia, as instituições se fazem presentes com a doação de equipamentos que são de fundamental importância para a assistência aos pacientes, com a covid-19, que necessitam da ventilação mecânica”, finalizou.

quarta-feira, 24 de março de 2021

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Covid: Prefeito de Campina Grande denuncia “ação orquestrada” do Governo do Estado para colapsar o Hospital Pedro I.


Vladimir Chaves



O prefeito  de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, informou que a Procuradoria Geral do Município deve recorrer contra decisão do juiz Ruy Jander de Teixeira Rocha, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, determinando que a regulação dos leitos covid, na cidade, passe a ser feita pelo Centro Estadual de Regulação Hospitalar. Bruno ainda acusou a Secretaria de Saúde do Estado de montar uma "forca-tarefa" para, de forma orquestrada, tentar colapsar o Hospital Pedro I e a rede municipal de Saúde da cidade, por motivações políticas.

Acusações improcedentes

Até o momento, a Secretaria de Saúde de Campina Grande faz a regulação no âmbito da 2ª Macrorregião de Saúde do Estado. Ruy Jander acatou ação civil pública ingressada pelo Governo da Paraíba. Bruno disse que estranha à decisão, pois os próprios Ministérios Públicos Estadual e Federal não têm conhecimento de nenhuma denúncia ou de problema na regulação e no gerenciamento da saúde, em Campina Grande, sobretudo no âmbito do Hospital Pedro I, que é referência regional no tratamento aos pacientes acometidos pela covid-19.

Segundo o prefeito, existe tão somente a tentativa de se criar um problema, para incluir Campina Grande no caos que o próprio governo estadual criou na Paraíba, por não ter ampliado a oferta do número de leitos, não realizar trabalho preventivo e negligenciar outras providências importantes para o necessário e eficaz combate à pandemia do novo coronavírus.

Conforme relatou o prefeito, o Pedro I nunca se negou a receber pacientes de Campina Grande e de toda a Paraíba. "Sempre que solicitado, o hospital esteve e permanece de portas abertas. Querem, com uma falsa narrativa, colapsar o complexo hospitalar da cidade, sendo esta a real intenção do governo do Estado”, denunciou o prefeito.

Falta de diálogo

Bruno Cunha Lima também se queixou e questionou a falta de diálogo com o governador João Azevedo e com o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, lamentando a política discriminatória adotada contra Campina Grande, pois nenhuma parceria ou destinação de verbas tem sido feita em favor do governo municipal, quanto à compra de equipamentos e de insumos para fazer frente à pandemia.

Contudo, mesmo com todas as dificuldades e falta de apoio do governo do Estado, Bruno também revelou que está acelerando parceira com o Exército, para criar uma extensão do Hospital de Campanha (no Pedro I) e aumentar o número de leitos para atendimento de pacientes com a covid-19.

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Assembleia aprova projeto de Walber Virgolino que inclui o leite de cabra na merenda escolar


Vladimir Chaves



A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, na sessão desta quarta-feira (24), o projeto de Lei 1008/2019, que autoria do deputado Wallber Virgolino, que dispõe sobre a inclusão do leite de cabra na merenda escolar na rede estadual de ensino. Segundo o parlamentar, o projeto busca garantir o equilíbrio alimentar dos alunos, além de fortalecer o setor da caprinocultura do estado. 

O projeto dá ao Poder Executivo Estadual a prerrogativa de elaborar normas para a fiscalização e controle do leite de cabra produzido pela agroindústria, dando preferência aos produtores paraibanos, associações e cooperativas do estado. De acordo com dados do IBGE, a Paraíba, em 2017, foi o maior produtor de leite de cabra do Brasil, produzindo um total de 5,6 milhões de litros naquele ano, com um rebanho total de mais de 19 mil cabras. 

“É uma matéria importantíssima para o agronegócio paraibano, principalmente na região do Cariri. A população daquela região sabe a importância da criação de cabras como atividade que fomenta a economia ajudando os produtores, além de levar para as escolas a oportunidade de os alunos terem uma alimentação saudável”, explicou Wallber.

Em plenário, o projeto recebeu emendas dos deputados Anísio Maia, Tovar e Wilson Filho, nas quais fica especificado que para a distribuição em escolas de todo o estado é preciso haver oferta do produto e que este atenda rigorosamente as exigências sanitárias. “O projeto do deputado Wallber vem justamente dar uma luz de esperança aos produtores que tiram da ovinocaprinocultura o sustento de suas famílias e ajudam a impulsionar a economia paraibana, sobretudo, do Cariri paraibano, que tem essa vocação”, comemorou Tovar.

Para o deputado Chió, o PL aprovado por unanimidade pelo plenário da Casa de Epitácio Pessoa possui um relevante valor social para o agricultor familiar, que venderá sua produção de leite, e para que este seja servido na merenda escolar de todos os municípios. O deputado Taciano Diniz também parabenizou Wallber Virgolino pela matéria e acrescentou que “a ação será eficiente para a dieta dos alunos paraibanos e também para o fomento e para a economia dos investidores de caprinos da Paraíba”.

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Comitê permanente, finalmente uma luz no fim do túnel.


Vladimir Chaves

 


Finalmente uma luz no fim do túnel, encerrou a pouco a reunião comandada pelo Presidente Bolsonaro com representantes de todos os poderes, onde de comum acordo ficou decidido que será formado um Comité Permanente, que sob a supervisão do presidente terá o papel de definir politicas uniformes de enfrentamento ao Covid.

O Comitê dará as diretrizes que serão seguidas por todos os governadores, acabando de vez com essa zorra até então estabelecida onde cada estado definia uma politica de enfrentamento a praga chinesa.

Agora sim, parabéns presidente Bolsonaro e parabéns os senhores presidentes do Senado, Câmara dos Deputados e Supremo Tribunal Federal, a civilidade dos senhores ajudará a salvar vidas.

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Vereador da capital da Paraíba anuncia frente parlamentar em defesa do tratamento inicial contra Covid-19


Vladimir Chaves



O vereador de João Pessoa, Carlão (Patriota), anunciou a formação de uma frente parlamentar em defesa do tratamento inicial contra o novo Coronavírus.  O parlamentar informou que a principio a frente será formada pelos vereadores Eliza Virgínia (PP), Bispo José Luiz (Republicanos) e Coronel Sobreira (MDB) para defender, junto à Prefeitura da Capital, a adoção do tratamento.

“Vamos apresentar os mais de 300 estudos que apontam resultados positivos com a adoção de tratamento inicial e a experiência de cidades que já adotaram e conseguiram zerar os óbitos”, informou Carlão. “Não estamos querendo que remédios sem eficácia sejam oferecidos à população. Estamos apresentando estudos de cientistas, de médicos, de infectologistas. A comissão está sendo formada para que o debate aconteça e a informação científica chegue à população”, defendeu o parlamentar.

De acordo com Carlão, a discussão sobre o tema não é meramente política. “O debate político cabe a nós, homens públicos, mas o debate científico cabe a esses homens e mulheres que se debruçam sobre os livros, as evidências e os experimentos para trazer resultados positivos e contribuir com o combate a esse mal”, reforçou.

Segundo o parlamentar, a intenção da comissão não é apresentar o tratamento inicial como solução de combate ao coronavírus, e sim, oferecer mais uma arma contra a doença. “Unido à vacina e aos protocolos de saúde o tratamento inicial pode trazer resultados positivos e já vem salvando vidas durante todo esse período de pandemia”, enfatizou o vereador.

“Nós defendemos que haja uma maneira de melhorar a imunidade das pessoas. Não existe remédio curativo para a Covid-19. Mas, precisamos que haja vitaminas disponibilizadas para que, em caso de contaminação, elas tenham mais resistência”, afirmou o Bispo José Luiz.

“Estamos com uma fila imensa de pessoas aguardando UTI. O importante é fazer com que os pacientes não precisem de hospital, enfermaria ou UTI, oferecendo o tratamento inicial para os médicos que queiram prescrever e as pessoas que queiram utilizar”, argumentou Eliza Virgínia.

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COSEMS-PB denuncia distribuição desigual de vacinas contra Covid na Paraíba e pede reparação do governo estadual.


Vladimir Chaves



O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (COSEMS) divulgou nota pública questionando o Governo do Estado da Paraíba, sobre equívocos na distribuição de vacinas contra Covid-19. De acordo com a entidade a Secretaria de Saúde do Estado, destinou doses excedentes à cidade de João Pessoa, em detrimento aos 222 municípios, desrespeitando as normas estabelecidas.

Confira a integra da nota:

COSEMS-PB identifica erro na distribuição excedente de vacinas anti-Covid para João Pessoa e solicita compensação aos municípios.

Na última sexta-feira (19), o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (COSEMS-PB) identificou equívoco na distribuição de vacinas contra Covid pela Secretaria do Estado da Saúde (SES), que destinou doses excedentes à João Pessoa para imunização dos profissionais de saúde da capital, em detrimento das demais 222 cidades paraibanas. O órgão pede reparo do equívoco com a compensação das doses aos municípios.

 

O COSEMS identificou que houve um erro de interpretação por parte da SES em relação a liminar em favor de João Pessoa, que acabou prejudicando os municípios, com menor quantitativo de doses para vacinação dos idosos. “Ao verificarmos o problema, enviamos um documento à SES solicitando reparação desse equívoco para os municípios que estão sendo prejudicados”, explicou a presidente do COSEMS-PB, Soraya Galdino.

 

E completou: “Por causa disso o município de João Pessoa está à frente na faixa etária de vacinação, dando a impressão à população que os demais municípios estão com suas vacinas ‘atrasadas’ quando na verdade é porque João Pessoa recebeu mais doses em detrimento dos outros e conseguiu avançar muito mais”.

 

Conforme documento do COSEMS-PB, “percebe-se, que entrega após entrega, a SES retirou parte das vacinas que seriam de titularidade de todos os demais 222 municípios de nosso Estado e direcionou-as apenas a um ente, quebrando a isonomia que deve prevalecer no Programa Nacional de Imunização (PNI). João Pessoa terminou recebendo, portanto, 100% das doses que seriam destinadas aos idosos mais um acréscimo de 6% para imunizar profissionais de saúde. Esses 6%, ao contrário do que determinava a decisão judicial, não foi retirado da quota do município, mas, sim, de todos os demais. Há prejuízo evidente em tal modo de agir”.

 

Em decisão datada do último sábado (20), os Ministérios Públicos Federal, Estadual e do Trabalho, em conformidade do que o COSEMS identificou recomendaram ao Estado, a imediata compensação de doses aos municípios.

 

“A distribuição das cerca de 91.150 doses de vacinas fabricadas pelo Instituto Butantan e Fiocruz contra Covid-19 que chegarão nesta data, na Paraíba, em respeito aos estritos termos da aludida decisão judicial, o percentual de 6% destinados aos trabalhadores da saúde de João Pessoa devem ser calculados com base no total de doses que o Ministério da Saúde indicou para trabalhadores de saúde de João Pessoa e não, no total desses trabalhadores de saúde estimado para o Município”.

 

“Sendo assim, solicitamos urgente manifestação ao equívoco acima apontado e quanto a providências que pretenda adotar para correção imediata da situação e eventuais compensações cabíveis em favor dos demais 222 Municípios do Estado, na distribuição das próximas remessas de doses, esclarecendo eventuais repercussões sobre a distribuição de doses para os demais Municípios do Estado, conforme deliberação adotada na Comissão Intergestores Bipartite (CIB)”, solicita Ministério Público.

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Covid-19: Governo Bolsonaro lança o “Plano Oxigênio Brasil”


Vladimir Chaves



O governo Bolsonaro através do Ministério da Saúde está colocando em prática o Plano Oxigênio Brasil, com o objetivo de dar suporte para estados, municípios e Distrito Federal no abastecimento de oxigênio medicinal durante a pandemia da covid-19. O monitoramento da demanda do produto é realizado de forma constante pela pasta, que vem trabalhando de forma conjunta com os ministérios da Economia e da Defesa, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de empresas fornecedoras, para otimizar as entregas em todo o país. 

No momento, o abastecimento do produto atinge, de forma mais intensa, estabelecimentos de saúde que dependem de oxigênio gasoso, entregue em cilindros – grandes hospitais recebem o produto na forma líquida e as empresas produtoras têm garantido as entregas aos estabelecimentos.

Pequenos hospitais e unidades de pronto-atendimento dependem de cilindros por não disporem de reservatórios criogênicos para receber o oxigênio de forma líquida. A duração dos estoques em cada local depende da quantidade de cilindros disponível e do consumo do produto em cada estabelecimento de saúde. O Ministério da Saúde esclarece que os estados que acusaram maiores dificuldades em manter esse fluxo de oxigênio são Acre, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Norte e Rondônia.

Entre as ações que já estão sendo colocadas em prática, estão a redistribuição de materiais enviados ao Amazonas no início do ano, com apoio do Governo do Estado e do Ministério da Defesa. Com isso, estão sendo enviados de Manaus:

- 120 concentradores de oxigênio para Rio Grande do Norte e Rondônia;

- 200 cilindros de oxigênio para o Paraná;

- 2 usinas de oxigênio para Santa Catarina, 1 para o Acre e 1 para Rondônia.

O estado de Rondônia também está sendo abastecido com oxigênio em isotanques de Manaus para Porto Velho, em voos diários da Força Aérea Brasileira – a quantidade do produto requisitada pelo Ministério da Saúde dobrou, passando de 80 mil metros cúbicos para 160 mil metros cúbicos/mês

Além disso, a pasta fez requisição de cilindros de oxigênio cheios, a serem enviados de São Paulo a estados entre os dias 22 e 26 de março: 

- 400 cilindros para Rondônia;

- 240 cilindros para Acre;

- 160 cilindros para Rio Grande do Norte;

- 100 cilindros para Ceará;

- 100 cilindros para Região Sul.

O Ministério da Saúde também fez aquisições de concentradores de oxigênio na China e nos Estados Unidos, com apoio da iniciativa privada – a previsão de chegada é para a primeira semana de abril. Além disso, está apoiando a requisição, o transporte e a instalação de mini usinas de oxigênio – duas foram enviadas do Rio de Janeiro para o Amapá e já estão em funcionamento.

terça-feira, 23 de março de 2021

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Campina Grande recebe 12.970 doses de vacina e Prefeitura disponibiliza 80 locais de imunização.


Vladimir Chaves



O prefeito Bruno Cunha Lima anunciou, através de sua conta no Twitter, que, nesta segunda-feira (22), a Secretaria de Saúde de Campina Grande recebe, do governo Bolsonaro, 12.970 doses de vacina contra a covid-19. Adianto que, já nesta segunda, haverá a ampliação da imunização para o público entre 70 e 74 anos de idade, em 80 pontos espalhados na cidade, em Unidades Básicas de Saúde, Centros de Saúde, Policlínicas, Escolas e Creches.

"É importante dizer que não será apenas um dia. Por isso, não precisa correr pra aglomerar na porta dos locais de vacinação", alerta o prefeito em sua postagem, reforçando que ninguém vai ficar sem sua dose. "Não precisa ter medo", frisou.

O prefeito revelou também que, durante a semana, a Secretaria de Saúde do Município anunciará a data de vacinação para as pessoas entre 65 e 69 anos. E lembrou: "Não é o Município que define os grupos a serem vacinados. Estes são designados através das notas técnicas do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde".

Avanço na imunização

O Município iniciou a imunização do grupo dessa faixa etária no último sábado, com duas ações de drive-thru. Com a abertura dos pontos fixos, nesta segunda, explica Bruno Cunha Lima, a Secretaria de Saúde pretende avançar na cobertura vacinal dos idosos.

A vacinação dos idosos de 70 a 74 anos também vai continuar na terça-feira, 23, com alteração em alguns dos pontos fixos e a realização de uma ação no modelo drive-thru, no Parque da Liberdade. Nesse caso, o agendamento será aberto no site vacinacao.campinagrande.pb.gov.br.

Conclusão para os de 80 anos

Paralelamente, a Coordenação Municipal de Imunização vai realizar, esta semana, a aplicação da 2ª dose, para os idosos acamados, a partir de 80 anos de idade. Na quarta-feira, 24, o município já pretende dar início à vacinação dos idosos com 68 e 69 anos de idade. “Estamos intensificando a campanha de vacinação e aplicando as doses imediatamente após o recebimento, conforme orientação do prefeito Bruno Cunha Lima”, disse o secretário de Saúde, Filipe Reul

segunda-feira, 22 de março de 2021

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Pesquisa 6Sigma: Gestão de Bruno no enfrentamento a Covid em Campina Grande tem 56% de aprovação.


Vladimir Chaves



A gestão do prefeito Bruno Cunha Lima, no enfrentamento a pandemia do vírus chinês tem 56% de aprovação. A pesquisa foi feita pelo Instituto 6Sigma, neste mês de março.

De acordo com a pesquisa 56% da população aprova a forma como Bruno vem conduzindo a administração da crise sanitária local. Se o percentual dos que apontam como regular for levado em conta, a aprovação da gestão chega a 84,2% em contraponto à avaliação feita pela mesma pesquisa sobre o desempenho do Governo do Estado na cidade que é de apenas 24,6%.

De acordo com a pesquisa, realizada entre os dias 16 a 18 deste mês na Paraíba, com 593 entrevistados, do total de 56% de aprovação, 18,9% consideram a gestão de enfrentamento a pandemia como ótima; 37,2% avaliam como boa; 28,2% definem como regular; 12,4% acham ruim e 3,4% péssima.

Já em relação ao Governo do Estado, a avaliação da gestão governador João Azevedo, no enfrentamento a pandemia é: 5,6% consideram ótima; 19% consideram boa; 27,7% apontam como regular; 16,8% consideram ruim e 30,8% avaliam como péssima.

Em relação a gestão do presidente Bolsonaro, 33,3% da população de Campina Grande aprova a gestão da crise da Covid-19, enquanto que 17,4% apontam como regular; 11,2% consideram ruim e 38,0% apontam como péssima.

Fechamento do Comércio

Sobre a medida de fechamento do comércio, uma das medidas recorrentemente adotadas pelo Governo do Estado, existe uma clara desaprovação da população de Campina Grande: 67,6% são contra essa restrição extrema. Dos entrevistados, 27,5% são favoráveis à medida, enquanto 4.9% não sabem.

Nas demais cidade, a desaprovação à medida contra o setor comercial é ainda mais evidente: 71,9% não concordam, enquanto apenas 21,9% aprovam e 6,3% dos entrevistados disseram não ter uma opinião a respeito.

Até na questão sanitária, a avaliação da população evidencia censura em relação à rigidez das medidas restritivas: 80,2% das pessoas dizem se sentir seguras em ir ao comércio. Desse total, 60,8% revelam ficar à vontade em estabelecimentos que cuidam da segurança e da higiene, enquanto 19,4% apontam segurança no segmento em todos os lugares e apenas 19,8% não se sente segura em parte alguma.

domingo, 21 de março de 2021

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Brasil recebe hoje 1,02 milhão de vacinas do consórcio Covax-Facility


Vladimir Chaves



O Brasil recebe hoje (21) o primeiro lote de vacinas contra covid-19 provenientes do consórcio Covax-Facility. Serão 1.022.400 doses que chegarão ao país às 18h. A chegada das vacinas foi confirmada pela representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Galiano.

Galiano enviou na sexta-feira (19) uma carta endereçada ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “É com satisfação que informamos que o primeiro embarque, referente a 1.022.400 doses da vacina contra Covid-19, adquiridas através do mecanismo Covax, chegará ao Brasil no dia 21 de março de 2021”, disse ela, na carta.

Na carta ao ministro, a representante da Opas/OMS no Brasil também acrescentou que 90% das doses têm vencimento em 31 de maio de 2021 e as demais 10% em 30 abril de 2021. A Covax-Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Trata-se de um consórcio internacional com o objetivo de garantir acesso igualitário à imunização.

De acordo com o comunicado do consórcio, a projeção é que sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.

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