Jesus foi firme ao ensinar
sobre o tropeço espiritual. Ele sabia que, ao longo da caminhada da fé,
escândalos, erros e influências negativas surgiriam. Por isso, deixou um alerta
claro: “É inevitável que venham tropeços, mas ai daquele por quem vierem” (Lucas
17:1).
A “Parábola do Tropeço” no
evangelho de Lucas, expressa esse forte apelo espiritual. Nela, Jesus mostra
que nossas atitudes têm poder: podem conduzir alguém para mais perto de Deus ou
afastá-lo completamente. Por isso, Ele usa palavras severas: “Melhor lhe fora
que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e fosse lançado ao mar, do
que fazer tropeçar um destes pequeninos” (Lucas 17:2; Mateus 18:6).
Os “pequeninos” referem-se
àqueles cuja fé é simples, frágil ou ainda está em crescimento. Fazer alguém
tropeçar significa agir de modo que o outro se escandalize, se desanime ou até
abandone o caminho do Senhor por causa do nosso exemplo.
A “Parábola do Tropeço” nos
convida a olhar para dentro de nós mesmos e refletir: minha vida aproxima ou
afasta as pessoas de Cristo? Que nossas palavras, atitudes e escolhas sejam
instrumentos de edificação, e não pedras no caminho da fé de ninguém.
“Assim, cada um de nós dará
contas de si mesmo a Deus” (Romanos 14:12).



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