A responsabilidade de não ser pedra de tropeço


Vladimir Chaves

Jesus foi firme ao ensinar sobre o tropeço espiritual. Ele sabia que, ao longo da caminhada da fé, escândalos, erros e influências negativas surgiriam. Por isso, deixou um alerta claro: “É inevitável que venham tropeços, mas ai daquele por quem vierem” (Lucas 17:1).

A “Parábola do Tropeço” no evangelho de Lucas, expressa esse forte apelo espiritual. Nela, Jesus mostra que nossas atitudes têm poder: podem conduzir alguém para mais perto de Deus ou afastá-lo completamente. Por isso, Ele usa palavras severas: “Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequeninos” (Lucas 17:2; Mateus 18:6).

Os “pequeninos” referem-se àqueles cuja fé é simples, frágil ou ainda está em crescimento. Fazer alguém tropeçar significa agir de modo que o outro se escandalize, se desanime ou até abandone o caminho do Senhor por causa do nosso exemplo.

A “Parábola do Tropeço” nos convida a olhar para dentro de nós mesmos e refletir: minha vida aproxima ou afasta as pessoas de Cristo? Que nossas palavras, atitudes e escolhas sejam instrumentos de edificação, e não pedras no caminho da fé de ninguém.

“Assim, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Romanos 14:12).

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