Bancada governista na CMJP nega direito ao adicional de periculosidade a servidores motociclistas.


Vladimir Chaves

O vereador Lucas de Brito, lamentou a rejeição do Projeto de Lei, de sua autoria que concedia aos servidores da Prefeitura Municipal de João Pessoa, adicional de periculosidade aos servidores do município que trabalham sobre motocicletas.

Para Lucas de Brito, a rejeição de um projeto de tamanha relevância para os trabalhadores demonstra apenas o grau de subserviência dos governistas. “Derrubar matéria meramente propositiva, que sequer geram direitos e obrigações de imediato, revela o nível de subserviência a que chegou o Poder Legislativo da Capital em relação ao prefeito” Uma lástima! Disse.

A Lei 12.997, de 18 de junho de 2014, que concede o direito ao adicional de periculosidade está previsto no § 4º ao art. 193 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

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Deputados vão reajustar seus salários em mais de 26%, salário mínimo deve ser reajustado em 7,1%


Vladimir Chaves

Os líderes dos partidos na Câmara dos Deputados chegaram a um acordo para aprovar ainda hoje (16), o aumento dos seus salários.  Numa demonstração de que não estão dando a mínima para opinião pública, e muito menos para crise econômica que passa o país, os nobres parlamentares resolveram conceder a si mesmo um reajuste de mais de 26% elevando seus proventos dos atuais R$ 26,733 para  R$ 33,769 reais.

Por outro lado o aumento previsto para o salário mínimo em 2015 é de apenas 7,1% elevando dos atuais R$ 724,00 para R$ 788,06%.

Ainda na reunião os deputados acordaram o aumento dos salários da presidente Dilma Rousseff (PT), vice-presidente e ministros de Estado, o valor é de R$ 30.934.

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Escândalo: Deputado entrega dossiê com denuncias contra a Superintendência da Pesca na Paraíba.


Vladimir Chaves

O Secretario Executivo do Ministério da Pesca e Aquicultura, Otacílio Araújo, recebeu um dossiê contendo todas as denúncias, como a da emissão irregular de nove mil carteiras de pescador. Outra denúncia é o desvio da finalidade de diversos programas do Governo Federal executados pela Superintendência da Peca da Paraíba, a exemplo do Pescando Letras; distribuição de cestas básicas; Pronatec e a gestão do Terminal Pesqueiro Público, em Cabedelo.

“Tive da Casa Civil a resposta que vai ser tudo investigado e não vai ficar como está. Portanto, nós só vamos descansar quando essa Superintendência for substituída e seja feita uma intervenção federal, com um funcionário público de carreira, com a missão de fazer uma faxina”, disse o deputado Anísio Maia (PT)

Anísio agradeceu a todos que estão ajudando de forma anônima, enviando provas e documentos contra essas irregularidades. “Estou fazendo isso para defender o verdadeiro pescador, aquele que tem uma canoa, aquele que tem a sua rede, aquele que pratica a pesca de verdade. Esses não serão mais prejudicados”, concluiu o parlamentar.

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Transparência: Secretário de Assistência Social de Campina Grande coloca a disposição da CMCG balancetes da gestão.


Vladimir Chaves

Num gesto incomum a maioria das administrações públicas no país, o secretário municipal de assistência social de Campina Grande, João Dantas, deu um exemplo de compromisso com a gestão pública, na manhã de hoje (16), quando esteve pessoalmente na Câmara Municipal para entregar cópias dos balancetes da secretária que administra.

“A administração do prefeito Romero Rodrigues através da Secretaria Municipal de Assistência Social cumpre desta forma, princípios constitucionais com transparência sobre os atos administrativos, colocando as contas à disposição dos vereadores e da população para qualquer informação e fiscalização” disse João Dantas.

Na oportunidade o secretário entregou também cópia do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Estatuto do Idoso. 

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Sem privilégios: STF remete inquérito contra André Vargas para primeira instância.


Vladimir Chaves

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, determinou a remessa dos autos do Inquérito (INQ) 3794, instaurado contra o ex-deputado federal André Vargas (sem partido), ao juízo da 77ª Zona Eleitoral de Bela Vista do Paraíso (PR), após a cassação do mandato parlamentar pela Câmara dos Deputados. O inquérito apura a possível prática dos crimes previstos nos artigos 348 (falsidade documental) e 353 (uso de documento falso) do Código Eleitoral.

Com a publicação no dia 11 de dezembro da Resolução da Câmara dos Deputados 59/2014, que declarou a perda do mandato de Vargas “por conduta incompatível com o decoro parlamentar”, o ministro Celso de Mello, relator do inquérito, registra que cessou a competência originária do STF. 

Confira a integra da decisão: 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

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Comissão reúne-se para votar Estatuto da Família


Vladimir Chaves

A comissão especial que analisa o projeto de lei do Estatuto da Família (PL 6583/13) reúne-se nesta terça-feira (16), para a leitura e votação do substitutivo do deputado Ronaldo Fonseca (Pros).

O texto define família como o núcleo formado pela união entre homem e mulher, obriga a inclusão da disciplina "Educação para a Família" no currículo escolar e modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para proibir a adoção de crianças por casais homossexuais.


Discussão da proposta
Na reunião desta terça, Ronaldo Fonseca fará a leitura oficial de seu parecer. Em seguida, o texto poderá ser discutido e votado na comissão especial, que tem maioria de parlamentares favoráveis ao texto do relator. A resistência ao texto parte das bancadas do PT e do PCdoB.

A tramitação da matéria é conclusiva nas comissões, mas um eventual requerimento assinado por, no mínimo, 51 deputados poderá levá-la também à apreciação do Plenário da Câmara.

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Efraim Filho defende salário mínimo de R$ 810,00


Vladimir Chaves

O deputado federal Efraim Filho (Democratas) questionou o reajuste de 7,71% anunciado pelo Governo Federal para o novo salário mínimo previsto para o inicio de 2015, passando dos atuais R$ 724 para R$ 779,79.

O parlamentar está defendendo um reajuste de 12%, o que elevaria o salário de R$ 724 para R$ 810,88. “Entendemos que um reajuste digno para o salário mínimo é uma forma de distribuir renda e fortalecer o mercado interno, aumentando o consumo, a produção e consequentemente gerando novos postos de trabalho” defendeu o deputado. 

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14 de dezembro: 11 anos da expulsão da ex-senadora Heloísa Helena dos quadros do PT.


Vladimir Chaves

Ninguém melhor que a ex-senadora Heloísa Helena, para lembrar ao povo brasileiro a data em que foi expulsa do Partido dos Trabalhadores, por não aceitar o que seria o inicio da negação de uma história de luta do partido que até então empunhava as bandeiras da ética na politica e a luta dos trabalhadores.

Em sua pagina social Facebook, a ex-senadora Heloísa Helena, relembra os motivos que levaram o PT a expulsa-la da legenda. Dentre os motivos não aceitar votar em José Sarney, para presidência do Senado.

Confira a integra da postagem da ex-senadora.

Hoje dia 14 de dezembro, é “aniversário” de 11 anos da nossa expulsão do PT pela motivação – no meu caso – de não aceitar votar em um banqueiro (Henrique Meirelles) para o BC, por não votar em Sarney para Presidência do Senado, por não aceitar farsa, promiscuidade política e roubalheira dos cofres públicos... e com nosso voto contrário à dita Reforma da Previdência, veio pra nós quatro (Babá, João Fontes, Luciana Genro e eu) o veredito, com o selo presidencial da realeza da safadeza, impondo nossa expulsão por termos fidelidade partidária aos princípios de esquerda.

Guardei mágoa e rancor?? Nenhum!! Aliás, tenho orgulho de ter sido testada na realpolitik entre ter cargos, prestígio, riqueza e poder e escolher a dolorosa, honrada e corajosa posição de defender o que eu verdadeiramente acredito! No PT conservei meus grandes e honrados amigos e ganhei, na cúpula palaciana do partido, muitos inimigos sujos, repugnantes e implacáveis! Da experiência aprendi que há sempre vida corajosa e militante fora das estruturas partidárias também! Hoje, sigo com minhas lutas e contemplo cada uma das profundas cicatrizes das batalhas travadas como sinais sagrados da minha fidelidade aos princípios que acredito e da minha coragem em defendê-los sem rendição nem covardia! Obrigada a todas e todos que permitem, com suas honradas e corajosas lutas cotidianas, que eu siga meu caminho sem perder a esperança, mesmo em tempos tão tristes e sombrios! Muito obrigada!! Portanto... Saudações a quem tem coragem e desprezo à pusilanimidade!

domingo, 14 de dezembro de 2014

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Empresa do filho do Ministro Aloizio Mercadante faturou R$ 148 milhões do governo federal


Vladimir Chaves

A Petra Energia S/A, que tem como vice-presidente Pedro Barros Mercadante Oliva, filho do ministro Aloízio Mercadante, faturou R$ 148,1 milhões do governo federal entre 2013 e 2014, quando o petista se transformou no poderoso chefe da Casa Civil. Segundo o Sistema Integrado de Informações Financeiras do Governo Federal (Siafi), a verba foi empenhada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, que foi comandado pelo mesmo Aloizio Mercadante nos anos de 2011 a 2012.

Da verba empenhada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do ministério, R$ 47,1 milhões já foram pagos à Petra Energia.

Em 2013, o ministério empenhou R$ 42,8 milhões para a Petra Energia em agosto, e mais R$ 47,6 milhões no mês seguinte, setembro.

Fundada em 2008 para explorar petróleo e gás, a Petra virou a maior  concessionária de blocos de terra do País, tem áreas em MG, MA e AM

O presidente da Petra, Roberto Viana, já perfurou 16 poços na Bacia de São Francisco (MG), e tem expandido negócios para África.



Coluna de Claudio Humberto

sábado, 13 de dezembro de 2014

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Ministro determina exoneração de comissionados nomeados irregularmente no Governo da Paraíba


Vladimir Chaves

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), julgou procedente a Reclamação (RCL) 17601, ajuizada pela Associação Nacional de Procuradores do Estado (Anape) contra atos do governador da Paraíba que proveram cargos em comissão nas áreas de consultoria, assessoria e assistência jurídicas, previstos na Lei estadual 8.186/2007. O relator determinou a imediata exoneração de 48 servidores que foram nomeados irregularmente.

A Anape sustentou, na Reclamação, que o governador descumpriu a decisão do ministro Celso de Mello nos autos da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4843, que suspendeu, em janeiro deste ano, a eficácia de dispositivos da lei paraibana, por entender que viola o artigo 132 da Constituição Federal a nomeação de pessoas estranhas aos quadros da Procuradoria-Geral do Estado para exercer funções próprias daquele órgão. O Plenário do STF referendou a liminar na sessão da quinta-feira (11).

Em maio deste ano, o ministro Roberto Barroso concedeu liminar na RCL 17601 para suspender os efeitos dos atos do governador na parte em que nomeiam pessoas estranhas à Procuradoria-Geral do estado para ocupar cargos comissionados relativos à consultoria, assessoria e assistência jurídicas.

Decisão

Ao analisar o mérito da reclamação, o relator rebateu a alegação do governador paraibano, apresentada em informações prestadas nos autos, de que a medida deferida na ADI 4843 somente teria eficácia após apreciada pelo Plenário. “Conforme pacífica jurisprudência, os atos emanados dos ministros do Supremo Tribunal Federal, no exercício de suas competências legais e regimentais, são atribuíveis à própria Corte”, apontou, lembrando ainda que, nas cautelares deferidas monocraticamente pelo relator em ADIs, ad referendum do Plenário, a deliberação do colegiado é condição resolutiva, e não suspensiva da sua eficácia.

O ministro Roberto Barroso disse que, mesmo após a liminar por ele deferida, o governo da Paraíba insiste na tese de que a decisão proferida na ADI 4843 não teria eficácia e ignorou a tutela de urgência deferida nos autos da RCL 17601. “Com isso, passou a violar decisão de mais um ministro deste Tribunal, em atitude de preocupante desprezo às instituições”, afirmou.

De acordo com o relator, apenas isso bastaria para o julgamento de procedência do pedido, sendo irrelevantes as demais teses levantadas pelo governador que buscam rediscutir, modular ou reduzir o alcance da determinação proferida na ADI 4843. “Isto, porém, deve ser feito naqueles autos, e não na presente reclamação, que se destina apenas a garantir a autoridade de uma decisão eficaz desta Corte”, observou.

O ministro Roberto Barroso concedeu prazo de cinco dias para que o governo paraibano comprove, nos autos, o cumprimento da determinação. “A recalcitrância no cumprimento da decisão revela evidente desrespeito ao Poder Judiciário, fazendo-se à autoridade competente um apelo ao bom senso. As consequências da deliberada desobediência a uma decisão do Supremo Tribunal Federal têm implicações criminais, de improbidade administrativa e de responsabilidade”, destacou.


Fonte: Site do Supremo Tribunal Federal

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Lava Jato: Deputado pede proteção da Policia Federal para funcionaria da Petrobras


Vladimir Chaves

O deputado Ronaldo Caiado, protocolou ofício na Câmara dos Deputados, endereçado ao presidente da Casa Henrique Eduardo Alves, para que solicite imediatamente proteção da Polícia Federal a gerente da Petrobras, Venina Velosa da Fonseca.

A funcionária se tornou testemunha chave da Operação Lava Jato após revelar em reportagem do Valor Econômico que ela mesma vinha denunciando internamente o esquema de corrupção para a atual presidente Graça Foster. De acordo com Venina, que era  gerente-executiva da diretoria de Abastecimento (subordinada diretamente a Paulo Roberto Costa e depois a José Carlos Cosenza), após insistir em combater as irregularidades, ela chegou a ter uma arma apontada para sua cabeça com recado para “que ficasse quieta”.

Caiado acredita que as novas revelações são a prova cabal do envolvimento de Graça Foster. “É inconcebível que Graça Foster e as outras diretorias permaneçam na Petrobras para ocultar esse esqueleto e a Justiça não tenha decretado a prisão dos envolvidos. É um caso claro de ocultação de provas e a jurisprudência para mandar prender todos os citados” disse o parlamentar que desde novembro, quando foi deflagrada a sétima fase da Operação Lava Jato, vem defendendo a substituição de toda a diretoria da estatal.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

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Calote de R$ 2 bilhões em construtoras do “Minha Casa, Minha Vida”


Vladimir Chaves

Uma das principais vitrines do governo da presidente Dilma Rousseff, o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) está tirando o sono dos donos de construtoras Brasil adentro. Desde novembro, os repasses do Tesouro para o pagamento das empresas que realizam obras em empreendimentos do programa foram interrompidos, deixando-as sem dinheiro em caixa para cumprir as obrigações.

Fontes do setor contam que o mal-estar é enorme diante da dificuldade do governo para colocar as contas públicas em dia. Para não enfrentar complicações judiciais, Dilma conseguiu que o Congresso aprovasse o Projeto de Lei nº 36, que alterou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014 e praticamente abandonou a meta fiscal deste ano.

As estimativas sobre o valor dos atrasados giram entre R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões. Sem receber, as construtoras estão sem dinheiro para pagar o 13º salário dos funcionários e cogitam demitir. Os recursos correspondem aos subsídios concedidos aos compradores de imóveis beneficiados pelo programa. Os valores devem ser repassados aos bancos públicos que financiam os empreendimentos e, posteriormente, às construtoras. De acordo com as fontes, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, teria prometido quitar os débitos até ontem, mas isso não ocorreu.

“O clima é de preocupação. Todas as empresas que possuem contrato com o MCMV e tiveram os pagamentos programados a partir de 14 de novembro sofrem com atrasos”, disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. Ele estima que mais de 100 construtoras em todo o Brasil estejam nessa condição. “Procuramos o Tesouro Nacional para saber do problema e não tivemos retorno”, afirmou.

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Câmara Municipal de Campina Grande aprova pela segunda vez a “Lei da Ficha Limpa municipal”


Vladimir Chaves

A Câmara Municipal de Campina Grande aprovou mais uma vez a “Lei da Ficha Limpa municipal”. Em dezembro de 2010, o Poder Legislativo campinense aprovou projeto de autoria do então vereador Fernando Carvalho, apelidado de “Lei da Ficha Limpa de Campina Grande” proibindo a prefeitura e a Câmara Municipal de nomear para cargos comissionados pessoas condenadas por órgãos colegiados, pelos crimes de abuso do poder econômico, contra economia ou político, contra a economia popular, os costumes e administração pública.

Passados quatro anos, a “Casa de Felix Araújo” num esforço concentrado semelhante ao que aconteceu em dezembro de 2010, voltou a aprovar projeto de lei semelhante desta vez de autoria do vereador Napoleão Maracajá (PC do B).

Caso seja sancionado (mais uma vez) pelo Poder Executivo, ficarão impedidos de assumir cargos em comissão condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, da condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena.

“Assim como é importante evitar que cidadãos com débito perante a Justiça e a sociedade assumam cargos eletivos, é imperioso evitar que esses cidadãos sejam ‘agraciados’ com a possibilidade de ocupar, por meio de indicações e nomeações mil, cargos administrativos reservados a atividades de direção, chefia e assessoramento,  no âmbito dos poderes Executivo e Legislativo.”, afirmou Napoleão.

Obs: A Lei 5.021 (Ficha Limpa) já está em vigor desde janeiro de 2011
 

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Complexo Aluízio Campos poderá transformar Campina Grande em cidade autossustentável


Vladimir Chaves

“O Aluízio Campos é, para Campina Grande, na atualidade, o que foi o algodão no passado para esta cidade”, declarou o prefeito Romero Rodrigues nesta quarta-feira, 10, durante a apresentação do Complexo Multimodal Aluízio Campos para a imprensa. Romero ressaltou que, assim como no século passado o algodão ficou conhecido como “ouro branco”, por sua importância na economia, tornando o município segundo maior exportador mundial de algodão (perdendo apenas para Liverpool, na Inglaterra), o Aluízio Campos impactará positivamente a economia da cidade, tornando-a cada vez menos dependente de recursos e investimentos do setor público. “Este poderá ser o caminho para a cidade se tornar autossustentável”, afirmou.

Localizado no bairro do Ligeiro, o Complexo Multimodal Aluízio Campos compreende uma área de 800 hectares, onde serão instalados empreendimentos do comércio, indústria, ciência, tecnologia e empresas do setor de logística. O terreno, adquirido pela atual gestão por R$ 2,5 milhões, está atualmente avaliado em quase R$ 200 milhões, em função dos investimentos executados e da capacidade atrativa para novos investimentos.

O Aluízio Campos também estará próximo a equipamentos que interessam ao segmento empresarial: aeroporto, terminal rodoviário, ferrovia, rodovias, gasoduto e às BR’s 104 com 230. A localização geográfica da cidade também é privilegiada, estando a pouco mais de 130 quilômetros do porto de Cabedelo e 260 quilômetros de Suape, além da proximidade às capitais de Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

Segundo Romero Rodrigues, essas características oferecem a impressão de que, sendo bem aproveitado e administrado, o Complexo Multimodal Aluízio Campos poderá oferecer para Campina Grande um impacto, na economia local, superior ao ocorrido após a instalação dos distritos industriais.

O prefeito ressaltou, ainda, que o Complexo Aluízio Campos manterá um ciclo de desenvolvimento mais sustentável, visto que o projeto compreende um empreendimento habitacional, além dos setores industrial e comercial que integram a vocação empreendedora da cidade. “Vamos impactar positivamente o desenvolvimento de Campina Grande. Acredito que vamos fechar este ano com a implantação de várias empresas”, destacou.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, cerca de 170 empresas já apresentaram suas cartas de intenções à Prefeitura Municipal. A Ibrava (montadora de ônibus) foi a primeira a garantir sua instalação na cidade. Entre outras com interesse na instalação estão empresas do setor de supermercados, de logística e farmacêutico. Conforme o prefeito Romero, recentemente a Unimed também demonstrou interesse em construir um hospital naquela área do Aluízio Campos.

HABITAÇÃO - Romero Rodrigues voltou a destacar a construção do conjunto habitacional com 4,1 mil imóveis, num investimento de R$ 300 milhões e contrapartida de R$ 24,7 milhões da Prefeitura de Campina Grande. “É a maior contratação do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ neste ano”, disse.


Outro destaque fica com a Tecnópolis, primeira do Nordeste, cujo objetivo é promover o desenvolvimento de produtos e serviços nas áreas da ciência, tecnologia e informação. A Tecnópolis funcionará em uma área de 103 hectares e terá como característica integrar agentes e produtores de tecnologia em um mesmo ambiente. Instituições com atuação na área de ciência e tecnologia já demonstraram interesse na Tecnópolis, a exemplo da UFCG, IFPB, UEPB e Escola Técnica Redentorista. Todas já conheceram o projeto do Complexo Multimodal Aluízio Campos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

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Na Paraíba apenas duas "vozes politicas" posicionaram-se contra a "exumação" da CPMF.


Vladimir Chaves

Quebrando o silêncio sepulcral da classe politica campinense o vereador Miguel Rodrigues (PPS), subiu a tribuna da Câmara Municipal de Campina Grande, na manhã de hoje (10), para repudiar a tentativa de “exumação” da famigerada CPMF pela presidente Dilma Rousseff.

O parlamentar criticou ainda o endosso dos governadores nordestinos que integram a base aliada da presidente. Durante encontro realizado em João Pessoa, os governadores deram o aval para que a presidente imponha mais um imposto no “bolso” dos brasileiros.


Além do vereador Miguel Rodrigues, apenas o deputado federal Rui Carneiro (PSDB), até a presente data, se posicionou contrário a “exumação” da CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira), os demais continuam no mais absoluto silencio. 

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