General Ramos adverte a jornalistas “vão ficar sem emprego, o negócio é sério”


Vladimir Chaves


O general RAMOS, general de Exército da ativa e ministro-chefe da Secretaria de Governo do presidente Jair Bolsonaro,  advertiu a jornalistas de que a situação do Brasil é complicada e de que o governo apoia as medidas de restrição, mas não de forma exagerada.

Ramos disse que poderá no futuro faltar emprego até para jornalistas de grandes redações.

“o governo está bancando, mas é finito. Os jornalistas tiveram 25% de redução de salário, daqui a pouco vão ficar sem emprego… na hora que faltar comida pra gente que está noticiando talvez vocês entendam que é bom ver os dois lados. Porque enquanto o cara tá em casa e o salário dele pinga todo mês é que beleza… O ministro caiu, mas quem foi eleito com quase 60 milhões de votos foi o presidente da república… faz parte da democracia, aqui criticam, atacam e ele responde… tem um lençol branco e as pessoas ficam vendo só dois ponto negros. “, disse o general Ramos na coletiva.

Revista Sociedade Militar

sábado, 16 de maio de 2020

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Governo abre inscrições para a contratação de profissionais de saúde para o Hospital das Clínicas de Campina Grande


Vladimir Chaves


Foram abertas, nesta sexta-feira (15), as inscrições para profissionais de saúde que tenham interesse em participar do Processo Seletivo Simplificado para o Hospital das Clínicas de Campina Grande, em caráter emergencial, para prestação de serviço no combate ao coronavírus (COVID-19), com o objetivo de suplementar e/ou complementar as ações desenvolvidas no Estado. As inscrições ocorrerão até o próximo dia 21 de maio e serão realizadas, unicamente, via internet, pelo link: https://portaldacidadania.pb.gov.br/ConcursoSelecao/Governo/Concurso/ListaConcurso.

O Governo da Paraíba, por meio das Secretarias de Estado da Saúde, Administração e Escola de Saúde Pública (Espep), publicou o Edital 002/2020, nesta sexta-feira (15), no Diário Oficial do Estado.

O processo Seletivo Simplificado terá a validade de 90 (noventa) dias, podendo ser prorrogado por igual período ou enquanto durar as medidas de prevenção de combate ao coronovírus e trata da seleção de profissionais de nível superior, técnico, da área de saúde e ainda de profissionais de nível médio e fundamental II.

Para o nível superior, estão sendo oferecidas 141 vagas - assistente social; bioquímico; enfermeiro;  farmacêutico; fisioterapeuta; fonoaudiólogo; nutricionista; odontológo; psicólogo e médicos nas seguintes especialidades: diarista UTI adulto, diarista enfermaria adulto, emergencista, infectologista e intensivista adulto.

Já o nível técnico, são 81 vagas: técnicos de enfermagem, de laboratório, em informática e em radiologia. Para o nível médio, são 72 vagas para auxiliar de farmácia; digitador; maqueiro; operador de lavanderia e recepcionista.

Para o nível fundamental II foi disponibilizado um total de 145 vagas para auxiliar de cozinha, auxiliar de serviços gerais, copeiro, cozinheiro, despenseiro/auxiliar de cozinha e segurança institucional (apoio).

Os profissionais selecionados serão convocados, de acordo com a necessidade da SES e, diante do caráter da urgência da pandemia, para trabalhar, inicialmente, no Hospital das Clínicas, em Campina Grande. No entanto, poderão ainda, de acordo com a necessidade, serem relocados para os demais serviços de referência de enfrentamento à crise que pertençam à Rede Estadual de Saúde.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

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Governo Bolsonaro divulga calendário da segunda parcela do auxílio emergencial, confira:


Vladimir Chaves


O Governo Bolsonaro divulgou, hoje (15), o calendário de pagamento e saques da segunda parcela de R$ 600 do auxílio emergencial, pago em três parcelas, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados que perderam renda por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A portaria com as datas foi publicada no Diário Oficial da União.

A segunda parcela começará a ser creditada na segunda-feira (18), ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa. O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.

O calendário publicado nesta sexta-feira vale para as pessoas que receberam a primeira parcela até o dia de 30 de abril de 2020. Na tarde de hoje, está prevista entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, para detalhar como será o pagamento.

Veja o calendário para depósito em poupança social:

Nascidos em:                Dia de recebimento do benefício:

janeiro e fevereiro               20 de maio
março e abril                      21 de maio
maio e junho                      22 de maio
julho e agosto                     23 de maio
setembro e outubro             25 de maio
novembro e dezembro         26 de maio

Veja o calendário de depósitos para beneficiários do Bolsa Família:

Último dígito do NIS:   Data do crédito:

1                              18 de maio
2                              19 de maio
3                              20 de maio
4                              21 de maio
5                              22 de maio
6                              25 de maio
7                              26 de maio
8                              27 de maio
9                              28 de maio
0                              29 de maio

Veja o calendário para saque e transferência da poupança social:

Nascidos em:                    Liberado em:

janeiro                             30 de maio
fevereiro                          1 de junho
março                              2 de junho
abril                                 3 de junho
maio                                4 de junho
junho                               5 de junho
julho                                6 de junho
agosto                              8 de junho
setembro                          9 de junho
outubro                           10 de junho
novembro                        12 de junho
dezembro                        13 de junho

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Prefeito de Campina Grande adota protocolo que prevê prescrição da Hidroxicloroquina em pacientes com estágio inicial da Covid-19


Vladimir Chaves


O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues Adotou um novo protocolo que prevê a prescrição da Hidroxicloroquina em pacientes com estágio inicial da Covid-19.

“Trata-se de um protocolo que tem apresentado resultados positivos em estados como Pará, Maranhão e Piauí, com notáveis vantagens para os pacientes e também por diminuir o risco de colapso ao nosso sistema de Saúde” Justificou Romero Rodrigues.

As pessoas com sintomas de Covid-19 que procurarem atendimento médico no sistema de saúde pública da cidade passarão a ser tratadas, nessa fase inicial, com um coquetel de medicamentos que inclui a Hidroxicloroquina. O paciente continuará a ser medicado com o coquetel, sendo liberado para casa sob monitoramento da equipe da Saúde Municipal.

Segundo o secretário de Saúde, Reul, a vantagem imediata é que, por esse novo protocolo, o paciente acelera a cura e não ocupará por tempo demasiado os leitos de internação, numa bem vinda rotatividade neste momento de pandemia.

 O secretário alerta, contudo, que a própria aplicação do coquetel, cuja estrela é a Hidroxicloroquina, só ocorrerá com base em alguns critérios, que levam em conta a não inclusão no rol dos contemplados as grávidas, cardiopatas e outras condições especiais de Saúde dos pacientes.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

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Unicef ​​alerta que lockdown pode matar 1,2 milhões de crianças.


Vladimir Chaves


A Unicef emitiu um alerta sobre os riscos de aplicar um lockdown (bloqueio total) de forma indiscriminada. O modelo pode resultar na morte de mais de 1,2 milhão de crianças, nos próximos seis meses devido à interrupção dos serviços de saúde e suprimentos de comida.

Devido à pandemia de covid-19, o risco de crianças morrerem de malária, pneumonia ou diarréia nos países em desenvolvimento vem crescendo, “muito mais que qualquer ameaça apresentada pelo coronavírus”, alertou a Unicef. O registro representa um aumento de 45% na taxa de mortalidade infantil.

O Dr. Stefan Peterson, chefe de saúde da Unicef, afirmou que os bloqueios impostos não são uma maneira eficaz de controlar a doença. E ainda destacou que os governos estão confusos e sem saber o que fazer, por isso medidas drásticas e desnecessárias vem sendo adotadas, o que pode refletir em um prejuízo ainda maior.

“Estou preocupado que as medidas de bloqueio tenham sido copiadas entre os países por falta de saber o que fazer, raramente com qualquer contextualização para a situação local. Precisamos levantar os olhos e olhar para o quadro total da saúde pública”, disse ao The Telegraph.

A Unicef lançou a campanha ‘Save Generation Covid’. A diretora executiva da Unicef no Reino Unido, Sacha Deshmuk, fez um apelo:

“Esta pandemia está tendo consequências de longo alcance para todos nós, mas é sem dúvida a maior e mais urgente crise global que crianças têm enfrentado desde a Segunda Guerra Mundial. Não podemos permitir que quase uma década de progresso prevenindo mortes evitáveis ​​de crianças seja desfeita sob nossa vigilância, disse.

As campanhas de vacinação contra doenças como sarampo foram interrompidas em diversos países, e portanto, pelo menos 117 milhões de crianças em todo o mundo perderão as imunizações de rotina este ano, de acordo com a organização.

O Dr. Peterson pediu aos países que não imponham bloqueios drásticos, e se concentrem em pontos críticos, pois essas medidas estão impedindo as pessoas de acessar serviços essenciais de saúde.

“Covid não é uma doença infantil. Sim, existem casos raros e os vemos divulgados na mídia. Mas pneumonia, diarréia, sarampo, morte no parto, essas são as razões pelas quais veremos o aumento das mortes ”, disse o chefe de saúde. “Essas ameaças superam em muito qualquer ameaça apresentada pelo coronavírus em países de baixa e média renda”, completou.

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Limites e responsabilidades


Vladimir Chaves


A esta altura está claro que a pandemia de covid-19 não é só uma questão de saúde: por seu alcance, sempre foi social; pelos seus efeitos, já se tornou econômica; e por suas consequências pode vir a ser de segurança. A crise que ela causou nunca foi, nem poderia ser, questão afeta exclusivamente a um ministério, a um Poder, a um nível de administração ou a uma classe profissional. É política na medida em que afeta toda a sociedade e esta, enquanto politicamente organizada, só pode enfrentá-la pela ação do Estado.

Para esse mal nenhum país do mundo tem solução imediata, cada qual procura enfrentá-lo de acordo com a sua realidade. Mas nenhum vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional que já vinha ocorrendo, mas agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos e pode ser resumido em quatro pontos.

O primeiro é a polarização que tomou conta de nossa sociedade, outra praga destes dias que tem muitos lados, pois se radicaliza por tudo, a começar pela opinião, que no Brasil corre o risco de ser judicializada, sempre pelo mesmo viés. Tornamo-nos assim incapazes do essencial para enfrentar qualquer problema: sentar à mesa, conversar e debater. A imprensa, a grande instituição da opinião, precisa rever seus procedimentos nesta calamidade que vivemos. Opiniões distintas, contrárias e favoráveis ao governo, tanto sobre o isolamento como a retomada da economia, enfim, sobre o enfrentamento da crise, devem ter o mesmo espaço nos principais veículos de comunicação. Sem isso teremos descrédito e reação, deteriorando-se o ambiente de convivência e tolerância que deve vigorar numa democracia.

O segundo ponto é a degradação do conhecimento político por quem deveria usá-lo de maneira responsável, governadores, magistrados e legisladores que esquecem que o Brasil não é uma confederação, mas uma federação, a forma de organização política criada pelos EUA em que o governo central não é um agente dos Estados que a constituem, é parte de um sistema federal que se estende por toda a União.

Em O Federalista – a famosa coletânea de artigos que ajudou a convencer quase todos os delegados da convenção federal a assinarem a Constituição norte-americana em 17 de setembro de 1787 –, John Jay, um de seus autores, mostrou como a “administração, os conselhos políticos e as decisões judiciais do governo nacional serão mais sensatos, sistemáticos e judiciosos do que os Estados isoladamente”, simplesmente por que esse sistema permite somar esforços e concentrar os talentos de forma a solucionar os problemas de forma mais eficaz.

O terceiro ponto é a usurpação das prerrogativas do Poder Executivo. A esse respeito, no mesmo Federalista outro de seus autores, James Madison, estabeleceu “como fundamentos básicos que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário devem ser separados e distintos, de tal modo que ninguém possa exercer os poderes de mais de um deles ao mesmo tempo”, uma regra estilhaçada no Brasil de hoje pela profusão de decisões de presidentes de outros Poderes, de juízes de todas as instâncias e de procuradores, que, sem deterem mandatos de autoridade executiva, intentam exercê-la.

Na obra brasileira que pode ser considerada equivalente ao Federalista, Amaro Cavalcanti (Regime Federativo e a República Brasileira, 1899), que foi ministro de Interior e ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou, apenas dez anos depois da Proclamação da República, que “muitos Estados da Federação, ou não compreenderam bem o seu papel neste regime político, ou, então, têm procedido sem bastante boa fé”, algo que vem custando caro ao País.

O quarto ponto é o prejuízo à imagem do Brasil no exterior decorrente das manifestações de personalidades que, tendo exercido funções de relevância em administrações anteriores, por se sentirem desprestigiados ou simplesmente inconformados com o governo democraticamente eleito em outubro de 2018, usam seu prestígio para fazer apressadas ilações e apontar o País “como ameaça a si mesmo e aos demais na destruição da Amazônia e no agravamento do aquecimento global”, uma acusação leviana que, neste momento crítico, prejudica ainda mais o esforço do governo para enfrentar o desafio que se coloca ao Brasil naquela imensa região, que desconhecem e pela qual jamais fizeram algo de palpável.

Esses pontos resumem uma situação grave, mas não insuperável, desde que haja um mínimo de sensibilidade das mais altas autoridades do País.

Pela maneira desordenada como foram decretadas as medidas de isolamento social, a economia do País está paralisada, a ameaça de desorganização do sistema produtivo é real e as maiores quedas nas exportações brasileiras de janeiro a abril deste ano foram as da indústria de transformação, automobilística e aeronáutica, as que mais geram riqueza. Sem falar na catástrofe do desemprego que está no horizonte.

Enquanto os países mais importantes do mundo se organizam para enfrentar a pandemia em todas as frentes, de saúde a produção e consumo, aqui, no Brasil, continuamos entregues a estatísticas seletivas, discórdia, corrupção e oportunismo.

Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades legalmente constituídas.



Antônio Hamilton Martins Mourão

VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA

(Publicado em OESP em 14 de maio de 2020)

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Câmara vota projeto que obriga o uso de máscaras, descumprimento prever pena de um mês a um ano.


Vladimir Chaves


O Plenário da Câmara dos Deputados deve votar, nesta terça-feira 12, o Projeto de Lei 1562/20, que obriga a população a usar máscaras de proteção facial por causa da pandemia de Covid-19. A sessão virtual está marcada para as 10 horas.

De autoria do deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA), o projeto obriga o uso de máscaras nas ruas, instalações, prédios ou áreas de acesso público enquanto durar o estado de calamidade pública.

As máscaras poderão ser manufatura artesanal seguindo recomendações técnicas e fundamentadas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Quem descumprir a norma responderá civil, administrativa e penalmente pela infração.

Penalidades citadas pelo projeto, constantes do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), preveem, por exemplo, pena de detenção de um mês a um ano e multa para quem infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.

Também poderá haver o enquadramento no crime de desobediência a ordem legal de funcionário público, com detenção de 15 dias a 6 meses.

Porém, segundo o projeto, não será imposta prisão ao infrator que assinar termo de compromisso de comparecer aos atos do processo e cumprir imediatamente a obrigatoriedade de usar máscara.

Segundo o projeto, o governo federal deverá veicular campanhas publicitárias para informar a população sobre a obrigatoriedade.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

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Censura: Governo do Pará censura internet em todo o Estado


Vladimir Chaves


O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), sancionou a Lei 9.051/2020, que proíbe a produção ou difusão de conteúdo crítico às autoridades estaduais. A nova norma foi publicada na edição desta sexta-feira (08) no Diário Oficial do Estado.

De acordo com o texto, qualquer usuário de redes sociais que cause “constrangimentos a pessoas físicas e jurídicas, e que objetivem manchar a honra pessoal de autoridades constituídas ou expor a intimidade de pessoas e/ou da família” poderá sofrer punições.

No artigo 1º, a lei expressa com clareza o autoritarismo ao impor censura também profissionais do jornalismo.

“Fica proibida a criação, a divulgação e o compartilhamento virtual anônimo ou não, por qualquer tipo de mídia eletrônica, inclusive blogs de domínio individual ou de vínculo jornalístico, nos espaços ou grupos de conversação virtual ou de simples divulgação da informação”, diz o artigo.

Na continuação do artigo 1º, a lei também criminaliza a emissão de opiniões individuais, numa clara afronta ao inciso IV do artigo 5º da Constituição. “Fica proibida a criação (...) de fotos, vídeos, áudios, informações e opiniões sem a devida comprovação da veracidade do conteúdo e/ou notoriamente falsas, com objetivo de provocar a desinformação”, diz o texto.

sábado, 9 de maio de 2020

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Comunavírus farrando: Assembleia Legislativa aumenta verba de gabinete em 60%


Vladimir Chaves


Enquanto a Paraíba assiste a uma crescente no número de casos de Covid-19, a Assembleia Legislativa da Paraíba, a ‘Casa do povo’, tem tido uma atuação pífia quando se trata de ajuda no combate ao novo coronavírus.

Na Paraíba, os parlamentares foram na contramão e aprovaram um aumento de 60% no valor da Verba Indenizatória de Atividade Parlamentar, a chamada verba de gabinete. Saindo de R$ 25 mil para R$ 40 mil. Segundo a resolução assinada pelo presidente da AL, deputado Adriano Galdino (PSB), esse valor pode ser alterado anualmente.

A pergunta que fica é: em tempos de isolamento social, os deputados vão gastar esse dinheiro? Em quê? Porque não há justificativa para esses gastos em tempos de pandemia. A Assembleia tem realizado no máximo uma sessão virtual por semana.

Já em relação à corte nos salários dos deputados tem predominado o silêncio. Em uma votação vergonhosa, a Assembleia Legislativa aprovou um projeto que prevê apenas a doação, mas só se o parlamentar quiser, de R$ 500. Em tempos de pandemia, falta à Casa de Epitácio Pessoa ações mais concretas em relação ao combate ao coronavírus, já que na hora de pedir votos os deputados não medem esforços e promessas.

A liderança do deputado Adriano Galdino tem deixado a desejar. O socialista parece, nesse momento, mais preocupado com a eleição de prefeitos aliados e, claro, a da esposa Eliane Galdino, pré-candidata a prefeita do município de Pocinhos, com direito a live. Quem deveria dar exemplo, parece não estar atento ao que acontece no Estado.

Em outros estados, a exemplo do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Maranhão, as Assembleias já estão com a proposta de redação de salários na Mesa para votação e aprovação, com apoio da maioria dos parlamentares. Na Paraíba, os parlamentares deveriam parar de fazer discursos pouco práticos e seguir o exemplo.

Portal Correio

sexta-feira, 8 de maio de 2020

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Polícia Federal deflagra 2ª fase da Operação Outilne em Pernambuco


Vladimir Chaves


Com informações da Assessoria – A Polícia Federal deflagrou na data de hoje (08/05/2020) a Segunda Fase da “Operação Outline”, que decorre de investigação de atuação de organização criminosa que praticava desvios de recursos que deveriam ter sido empregados na obra de Requalificação da BR-101 – trecho do Contorno Viário da Região Metropolitana de Recife/PE – além de outros crimes, como corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito do Departamento de Estradas e Rodagens e da antiga Secretaria de Transportes do Estado de Pernambuco . Cerca de 40 policiais federais estão cumprindo 9 mandados de busca e apreensão e 2 de prisão temporária, expedidos pela Justiça Federal de Recife/PE. Além disso, foi decretado o sequestro de imóveis situados em Recife/PE e Gravatá/PE, pertencentes aos investigados. A ação ocorre nos municípios de Recife/PE, Paulista/PE, Serra Talhada/PE e Brasília/DF.

O valor total do contrato firmado para execução da obra citada supera a cifra de R$ 190 milhões, e a maior parte dos recursos é oriunda de repasse do Governo Federal para o Estado de Pernambuco, sob a gestão do DER/PE. De acordo com relatórios de auditoria do TCU e TCE recebidos pela PF, a obra vinha sendo executada com material (especialmente asfalto) de baixa qualidade e pouca durabilidade, o que pode estar afetando trechos de rodovias já entregues à circulação.

Na primeira fase da operação, foram apreendidos documentos e mídias digitais, cuja análise revelou mais evidências de desvios, a exemplo de transações entre empresa contratada para execução da obra e firmas fantasmas, que chegam ao patamar aproximado de R$ 4,2 milhões. Além disso, foi constatado que ex-servidores do DER/PE, que foram responsáveis pela fiscalização e liberação de recursos da obra, tiveram acréscimo patrimonial incompatível com os seus rendimentos nos últimos anos. Um deles, inclusive, adquiriu bens de luxo, como embarcações, veículos, apartamentos e ainda realizou diversas viagens ao exterior, inclusive em classe executiva. Todos os bens adquiridos por ele eram registrados em nome de terceiros.

Foram coletadas também evidências de que provavelmente a Secretaria de Transporte do Estado de Pernambuco (atualmente extinta), à qual era vinculada o DER/PE, foi condescendente com as práticas criminosas apuradas, podendo ter havido recebimento de vantagens por pessoa ligada à pasta. Todo o conjunto probatório converge para a prática de crimes como peculato, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas, somadas, chegam a 42 anos de reclusão.
Os policiais federais estão efetuando as prisões e arrecadando material (documentos e arquivos digitais), que serão analisados posteriormente pela equipe de investigação da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros da PF em Pernambuco. Os presos serão encaminhados ao COTEL. A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 13/11/2019. Outline é a tradução literal para a língua inglesa de “contorno”, e significa ainda rascunho ou esboço, simbolizando algo provisório, inacabado

ricardoantunes.com.br

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Clube Militar publica "nota de repúdio" contra Celso de Mello afirmando que o Ministro tem "ódio" do governo Bolsonaro


Vladimir Chaves


O Presidente do Clube Militar, General Eduardo Barbosa, publicou uma "nota de repúdio" contra o Ministro do STF, Celso de Mello e afirmou que o mesmo tem "ódio" do governo de Jair Bolsonaro e dos próprios militares.

Para o General, Celso de Mello escreveu "páginas e mais páginas de ilações e comentários completamente desnecessários, utilizados tão somente para demonstrar seu ódio pelo governo federal e pelos militares".


Confira a íntegra da nota do Clube Militar

Rio de Janeiro, 07 de maio de 2020

Gen Div Eduardo José Barbosa

Presidente do Clube Militar

O Clube Militar repudia enfaticamente o despacho exarado ontem pelo Ministro Celso de Mello, do STF, no inquérito que apura denúncias do Ex-Ministro da Justiça e Segurança Pública contra o Presidente da República.

Em primeiro lugar, depreende-se que existe ali quase que uma defesa de tese para alunos universitários. São páginas e mais páginas de ilações e comentários completamente desnecessários, utilizados tão somente para demonstrar seu ódio pelo governo federal e pelos militares.

Quanto ao despacho em si, “parabéns” ao Sr Ministro ao discorrer sobre a publicidade que deve ser dada às investigações, particularmente quando envolve autoridades públicas. Quem sabe essa afirmativa sirva, por exemplo, para tornar públicos alguns inquéritos sigilosos que tramitam no próprio Supremo? Ou aquelas investigações envolvendo os próprios Ministros e seus parentes, “amigos” e Congressistas?

No entanto, a maior falta de habilidade, educação, compostura e bom senso, desejáveis em um Ministro de uma Alta Corte, é, no tocante à forma como trata todas as testemunhas arroladas para depor, considerá-las como se fossem bandidos da pior espécie. Tal tratamento deveria, sim, por justiça, ser dispensado aos réus de um processo, inclusive àqueles que roubaram nosso país e que andam soltos por aí por leniência dessa própria Corte! Estes, sim, merecem ser conduzidos “debaixo de vara”.

Tratar autoridades de um outro Poder dessa forma leviana só demonstra o nível de Ministros do STF que temos em nosso País. Particularmente no tocante aos nossos Generais Ministros, a capacidade profissional que demonstraram ao longo de suas carreiras dispensa qualquer defesa, pois nenhum chegou ao topo da carreira militar por indicações políticas e/ou ideológicas, mas tão somente pelo mérito, caracterizado, entre outros atributos, pela dedicação à Pátria.

A Democracia se caracteriza pela independência e harmonia entre os três poderes e o grande fiscal desse sistema é a população. Assim, quando vemos manifestações, cada vez com maior frequência, contestando a atuação de qualquer um dos poderes da República, não se pode dizer que esses movimentos são antidemocráticos. Podemos, sim, afirmar que existem engrenagens do sistema que estão atuando fora do contexto democrático. O referido despacho do Ministro, bem como outras interferências indevidas e omissões entre os Poderes, bem demonstram essa afirmação!

quinta-feira, 7 de maio de 2020

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Chegam ao Brasil 4,3 milhões de máscaras cirúrgicas


Vladimir Chaves


Chegaram ao Brasil na noite desta quarta-feira (6) 4,3 milhões de máscaras cirúrgicas usadas na proteção de profissionais de saúde que fazem o atendimento a pacientes com coronavírus na rede pública de saúde. É o primeiro lote de um total de 240 milhões de máscaras compradas pelo Ministério da Saúde no último mês com um investimento de R$ 694,3 milhões. A encomenda totaliza 960 toneladas e será transportada da China até o Brasil com apoio do Ministério da Infraestrutura através de 42 voos. São 200 milhões de máscaras cirúrgicas e 40 milhões de máscaras N95.

O material chegou ao Centro de Distribuição Logística do Ministério da Saúde e será distribuído nos próximos dias para todo o país. A expectativa é que essas 240 milhões de máscaras ajudem a suprir a necessidade da rede pública por 60 dias. O contrato para aquisição destes itens foi assinado com a empresa Global Base Development KH Limited.

Diante da pandemia causada por coronavírus, o Ministério da Saúde tem adquirido Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para apoiar os estados e municípios no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), através de contratos com fornecedores nacionais e internacionais. Até o momento, o Ministério da Saúde já distribuiu cerca de 30,6 milhões de máscaras, sendo 28 milhões de máscaras cirúrgicas e 2,5 milhões de máscaras N95 e que já estão em uso no Sistema Público de Saúde (SUS).

USO DE MÁSCARAS

O Ministério da Saúde vem garantindo o abastecimento de máscaras para uso por profissionais de saúde que trabalham na linha de frente da assistência aos pacientes infectados pelo coronavírus.

Para a proteção dos demais cidadãos, o Ministério da Saúde orienta o uso de máscaras de pano. Mas para que sirva de barreira física ao vírus, é preciso que ela tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face. Também é importante ter elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca. Desta forma, a boca e o nariz estarão protegidos.

Mas vale lembrar que a máscara é individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem com mãe, filho, irmão, marido ou esposa. A máscara também só pode ser usada até ficar úmida. Depois desse tempo, é preciso trocá-la.

Qualquer cidadão pode fazer a sua em casa e usar sempre que precisar sair de casa. Retornando para casa, é preciso lavar as máscaras usadas.

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Cresce o número de pessoas curadas do vírus chinês no Brasil, 51.370 estão curadas.


Vladimir Chaves


O Ministério da Saúde atualizou o número de pessoas infectadas pelo coronavírus chinês, nesta quinta-feira (7). Pelo segundo dia consecutivo o país registrou aumento no número de pessoas curadas da covid-19 nas últimas 24 horas.

Atualmente são 125.218 infectadas com o vírus chinês, desde a sua chegada no Brasil. O número de óbitos chega a 8.536, mas deste número 1.643 ainda estão sob investigação.

De pessoas curadas o Brasil já registra 51.370 pessoas. Em 24 horas foram 3.149 pessoas curadas da doença.

Dados Ministério da Saúde 


125.218 casos confirmados

65.312 em acompanhamento

51.370 recuperados

8.536 óbitos  *140 óbitos ocorreram nos últimos 3 dias

1.643 óbitos em investigação

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Perda total ou em parte da renda mensal já atingiu 40% dos brasileiros


Vladimir Chaves


Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a perda do poder de compra já atingiu quatro em cada dez brasileiros desde o início da pandemia. Do total de entrevistados, 23% perderam totalmente a renda e 17% tiveram redução no ganho mensal, atingindo o percentual de 40%.

Quase metade dos trabalhadores (48%) tem medo grande de perder o emprego. Somado ao percentual daqueles que têm medo médio (19%) ou pequeno (10%), o índice chega a 77% de pessoas que estão no mercado de trabalho e têm medo de perder o emprego. De modo geral, nove em cada dez entrevistados consideram grandes os impactos da pandemia de coronavírus na economia brasileira.

A pesquisa mostra também que o impacto na renda e o medo do desemprego levaram 77% dos consumidores a reduzir, durante o período de isolamento social, o consumo de pelo menos um de 15 produtos testados. Ou seja, de cada quatro brasileiros, três reduziram seus gastos. Apenas 23% dos entrevistados não reduziram em nada suas compras, na comparação com o hábito anterior ao período da pandemia.

Questionada sobre como pretende se comportar no futuro, a maioria dos brasileiros planeja manter no período pós-pandemia o nível de consumo adotado durante o isolamento, sendo que os percentuais variam de 50% a 72% dos entrevistados, dependendo do produto. Essa tendência, segundo a CNI, pode indicar que as pessoas não estão dispostas a retomar o mesmo patamar de compras que tinham antes.

Apenas 1% dos entrevistados respondeu que vai aumentar o consumo de todos os 15 itens testados pela pesquisa após o fim do isolamento social. Para 46%, a pretensão é aumentar o consumo de até cinco produtos; 8% vão aumentar o consumo de seis a dez produtos; e 2% de 11 a 14 produtos. Para 44% dos entrevistados, não haverá aumento no consumo de nenhum dos itens.

Isolamento social

Os dados revelam que a população brasileira continua favorável ao isolamento social (86%), apesar das possíveis perdas econômicas, e quase todo mundo (93%) mudou sua rotina durante o período de isolamento, em diferentes graus.

No cenário pós-pandemia, três em cada dez brasileiros falam em voltar a uma rotina igual à que tinham antes. Em relação ao retorno para o trabalho depois de terminado o isolamento social, 43% dos trabalhadores formais e informais afirmaram que se sentem seguros, enquanto 39% se dizem mais ou menos seguros e 18%, inseguros.

“As atenções dos governos, das empresas e da sociedade devem estar voltadas, prioritariamente, para preservar vidas. Entretanto, é crucial que nos preocupemos também com a sobrevivência das empresas e com a manutenção dos empregos. É preciso estabelecer uma estratégia consistente para que, no momento oportuno, seja possível promover uma retomada segura e gradativa das atividades empresariais”, disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A maior parte dos entrevistados (96%) considera importante que as empresas adotem medidas de segurança, como a distribuição de máscaras e a adoção de uma distância mínima entre os colaboradores. Para 82% dos trabalhadores, essas medidas serão eficientes para proteger os empregados.

Dívidas

Um dado apontado pela pesquisa e considerado preocupante pela CNI é o endividamento, que atinge mais da metade da população (53%). O percentual é a soma dos 38% que já estavam endividados antes da pandemia e os 15% que contraíram dívidas nos últimos 40 dias, período que coincide com o começo do isolamento social.

Entre aqueles que têm dívida, 40% afirmam que já estão com algum pagamento em atraso em alguma dessas dívidas. A maioria dos endividados em atraso (57%) passou a atrasar suas parcelas nos últimos 40 dias, ou seja, período que coincide com o isolamento social.

O levantamento, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, contou com 2.005 entrevistados, a partir de 16 anos, de todas as unidades da Federação, entre os dias 2 e 4 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

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Covid-19: Prefeitura de Campina Grande convoca profissionais de saúde para assinar contratos


Vladimir Chaves


O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues autorizou a convocação de 162 profissionais de saúde habilitados no processo seletivo para reforçar o trabalho de enfrentamento ao coronavírus na cidade. A Secretaria de Saúde iniciou a realização de exames admissionais e preparação dos contratos. Até o momento, 67 trabalhadores já se apresentaram, mas 95 ainda não compareceram à Secretaria Municipal de Saúde.

Os trabalhadores estão sendo convocados através de e-mail com agendamento para atendimento tanto na Secretaria, quanto na unidade de saúde que realiza os exames, mas a maioria não se apresentou no dia e horário marcado. Por isso, a Gerência de Recursos Humanos realizou um novo chamamento para esta quinta-feira, 7.

“Os convocados devem ficar atentos aos comunicados da Secretaria porque precisamos fazer esse processo o mais rápido possível para que eles já possam começar a atuar junto com a nossa equipe. Estamos fazendo novos agendamentos para cada profissional e a informação é enviada para eles através de e-mail”, explicou o Secretário de Saúde, Filipe Reul.

Além disso, o secretário chamou a atenção também para a necessidade de apresentar todos os documentos exigidos no momento de cadastramento na Secretaria de Saúde. “Isso é muito importante porque o edital prevê que não será possível a entrega parcelada da documentação, ou seja, tem que entregar tudo no momento de apresentação do profissional habilitado”, disse.

Ao todo, 1.118 profissionais foram classificados para o cadastro de reserva do Processo Seletivo. Nesta etapa estão sendo contratados 27 médicos, 12 enfermeiros, 60 técnicos de enfermagem, 15 fisioterapeutas, 9 assistentes sociais, 30 auxiliares de serviços gerais e 9 condutores socorristas. Outros profissionais da relação final de classificados ainda poderão ser convocados, de acordo com a necessidade dos serviços de saúde.

Relação dos Documentos:

- Cópia da certidão de nascimento ou casamento;

- Cópia do RG, CPF, Título de Eleitor (com comprovante de votação da última eleição);

- Cópia do PIS/PASEP;

- Cópia da Carteira de Trabalho (frente e verso da foto – página que tem o número e série);

- Cópia da Carteira de Reservista (para o sexo masculino);

- Cópia do Mandado Judicial (no caso de devedor pensão alimentícia);

- Cópia do Comprovante de Residência (atual);

- Cópia do Comprovante de escolaridade referente ao cargo em que foi aprovado e títulos informados,

conforme o caso;

- Cópia do cartão de conta no Banco Bradesco (caso já possua);

- 01 foto 3x4;

- Certidão dos setores de distribuição dos Fóruns Criminais da Justiça Estadual, dos lugares onde tenha

residido ou reside nos últimos 5 (cinco) anos;

- Certidão dos setores de distribuição dos Fóruns Criminais da Justiça Estadual, dos lugares onde tenha

residido ou reside nos últimos 5 (cinco) anos;

- Certidão dos setores de distribuição dos Fóruns Criminais da Justiça Federal, dos lugares onde tenha

residido ou reside nos últimos 5 (cinco) anos;

- Comprovante de experiência profissional através dos seguintes documentos: Carteira de Trabalho (cópia da CTPS) e/ou outros documentos válidos tais como portarias, cópia de contrato de trabalho, declaração de vínculo empregatício, contracheques;

 - Carteira Nacional de Habilitação – CNH, categoria (D) ou (E), exclusivamente para o cargo de CONDUTOR SOCORRISTA.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

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