Pandemia e politica desastrosa dos governadores devem deixar 7 milhões de trabalhadores desempregados.


Vladimir Chaves


A pandemia do vírus da China aliada a politica desastrosa adotada pela maioria dos governadores será responsável pela maior crise de toda a história do Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) a projeção para o crescimento da taxa de desemprego no Brasil pode saltar dos atuais 11,6% para 16,1%, apenas nesse primeiro trimestre.

O que representa um aumento de cinco milhões de novos desempregados. Antes das ações desastrosas dos governadores e prefeitos o número de desempregados era de 12,3 milhões, confirmada as projeções da FGV esse número sobre para 17 milhões de trabalhadores no “olho da rua”.

Nem mesmo no auge da recessão causada pelo desgoverno da ex-presidente Dilma, o país viveu tamanha tragédia. Centenas de pequenos e médios estabelecimentos tiveram quedas abruptas de 100% nas receitas, causando demissões em massa.

quarta-feira, 8 de abril de 2020

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Petista Haddad ameaça a ordem constitucional e a democracia.


Vladimir Chaves



Em um vídeo o petista e candidato derrotado na disputa pela presidência da Republica, Fernando Haddad, revela as intenções da crise arquitetada com o vírus da China e faz ameaças veladas a ordem institucional do país, afirmando que independente do que acontecer nos próximos dias só irão parar com “Lula pular para o lugar dele” (sic).

"Essa crise só termina com Lula na presidência, independente do que vai acontecer nas próximas semanas, vamos continuar a luta para levar Lula a presidência da República, me escutem, entendam! Nós só vamos parar quando ele pular para o seu lugar" 

Confira o vídeo:


terça-feira, 7 de abril de 2020

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Pesquisadores brasileiros identificam medicamentos que podem combater o coronavírus


Vladimir Chaves


O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) está testando medicamentos que podem auxiliar no combate ao coronavírus. A organização vinculada ao ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) está procurando substâncias que possam ser usadas contra o vírus SARS-Cov-2. A pesquisa acontece em substâncias já regulamentadas para uso no Brasil.

Segundo a pesquisadora Daniela Trivella, entre os 2 mil medicamentos analisados na primeira etapa de testes, dois mostraram resultados promissores. O CNPEM não divulga quais são para evitar automedicação. Porém, de acordo com Daniela, ambas as substâncias têm várias características que podem permitir o uso contra a doença. “São economicamente acessíveis, bem tolerados em geral, comumente utilizados por pessoas dos mais diversos perfis e, um deles, inclusive, está disponível em formulação pediátrica”, enumerou.

Estão sendo avaliados medicamentos dos mais diversos tipos: analgésicos, anti-hipertensivos, antibióticos, diuréticos entre outros. A pesquisadora explica que os experimentos feitos em laboratório buscam identificar substâncias que inibam a replicação do vírus dentro do corpo. “Passo fundamental para impedir ou reduzir a infecção viral”, enfatiza.

A partir dos resultados obtidos até agora, as duas substâncias que obtiveram bom desempenho continuarão ser testadas em células para novas avaliações. “Acreditamos que em cerca de duas semanas teremos os resultados que devem anteceder os testes clínicos”, acrescenta Daniela. Será feito, então, um relatório que reunirá as informações colhidas em laboratório com aquilo que já se sabe sobre os efeitos desses medicamentos em seres humanos.

Esse documento vai embasar testes clínicos, em pessoas infectadas com o vírus, que podem ser feitos dentro da Rede Vírus, iniciativa do MCTIC que reúne centros de pesquisa que estão procurando formas de combater o coronavírus.

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Programa de financiamento da folha de pagamento de pequenas e médias empresas já está disponível nos bancos


Vladimir Chaves


O programa de financiamento da folha de pagamento para pequenas e médias empresas foi regulamentado hoje (6) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião extraordinária. Com isso, as empresas já podem pedir o empréstimo aos bancos.

Cerca de 1,4 milhão de pequenas e médias empresas, que empregam 12,2 milhões de trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, receberão R$ 40 bilhões de crédito com juros baixos para manter a folha de pagamento por dois meses.

O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá de complementar o salário. Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de não demitir o funcionário nesse período de dois meses.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic), com seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

Os recursos virão do Tesouro Nacional (85%) e das instituições financeiras participantes (15%). Em caso de inadimplência, as perdas serão absorvidas pelo Tesouro e pelos bancos participantes nessa mesma proporção.

A União, por meio do Tesouro Nacional, aportará até R$ 34 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atuará como agente financeiro da União no programa.

As instituições financeiras participantes poderão conceder operações de crédito no âmbito do programa até 30 de junho de 2020. As pequenas e médias terão carência de seis meses para começar a pagar e um prazo de 30 meses para pagamento, totalizando 36 meses.

Segundo o BC, “para assegurar a destinação dos recursos e o cumprimento dos objetivos do programa, empresas e sociedades beneficiárias deverão ter as folhas de pagamento processadas pelas instituições financeiras participantes, além de se comprometerem a prestar informações verídicas e a não utilizar os recursos para finalidades distintas do pagamento de seus empregados. Os recursos tomados serão depositados diretamente nas contas dos funcionários”.

Depósito compulsório
O BC anunciou hoje que devido à “elevada demanda” por recursos decidiu permitir que os bancos participantes do programa deduzam o valor por elas financiado do recolhimento compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositado no BC) sobre recursos a prazo. A medida passa a ter efeito, em termos de recolhimento, a partir do próximo dia 20. O volume que pode ser deduzido poderá chegar a R$ 6 bilhões, cerca de 5% do montante atual do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

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Conheça as regras do benefício emergencial de R$ 600 do governo Bolsonaro.


Vladimir Chaves


O auxílio emergencial de R$ 600, que o Governo Bolsonaro está oferecendo, é uma renda emergencial básica por três meses para pessoas que ficaram sem rendimentos em razão da pandemia de Covid-19, como vendedores ambulantes, feirantes e outros trabalhadores informais.

Veja as regras do benefício, que deverá ser pago a partir do dia 10 de abril para quem está no Cadastro Único do governo, e no dia 16 para quem não está no cadastro.

- O benefício é de R$ 600 e limitado a duas pessoas de uma mesma família.

- A mãe chefe de família (sem marido ou companheiro) tem direito a duas cotas do auxílio, no total de R$ 1,2 mil

- Duas pessoas de uma mesma família podem acumular benefícios: um do auxílio emergencial de R$ 600 e um do Bolsa Família

- Quem receber o Bolsa Família e se encaixar no critério do benefício emergencial, vai receber o que for maior

Quem pode receber

1) O candidato deve cumprir todos estes requisitos:

- ser maior de 18 anos de idade

- não ter emprego formal

- não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família

- renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135,00)

- não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70

2) Além disso, é destinado a quem se encaixa em uma dessas condições:

- exerce atividade na condição de microempreendedor individual (MEI)

- é contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS)

- é trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico)

- se não pertencer a nenhum cadastro, é preciso que, no último mês, a renda familiar mensal por pessoa tenha sido de no máximo meio salário mínimo ou a renda familiar mensal total tenha sido de até três salários mínimos

Inscrição para receber o benefício

- A forma de inscrição para quem não está no Cadastro Único ainda não foi divulgada. O ministério alerta para ninguém procurar os bancos oficiais por enquanto nem passar dados pessoais para ninguém, para não ser vítima de golpe. A forma de inscrição será divulgada oficialmente e será feita pela internet.

Como o governo vai verificar o candidato

- A renda média será verificada por meio do Cadastro Único, para os inscritos. Quem não é inscrito no cadastro fará uma autodeclaração em plataforma digital (pela internet), e o governo fará todos os cruzamentos possíveis utilizando o CPF (para quem tem)

* Na renda familiar serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família

Como será o pagamento

- O auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital

- Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção

- A pessoa poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos

- A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS

- Os bancos são Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste. Também podem ser utilizadas para o pagamento agências lotéricas e agências dos Correios

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Estamos repetindo a receita catastrófica da estatização da vida produtiva


Vladimir Chaves


“É tão fácil estar errado – e persistir em estar errado – quando os custos de estar errado são pagos por outros.” – Thomas Sowell

Imagine um cozinheiro que fez um bolo com uma certa receita e todos que comeram adoeceram depois.

Imagine que ele repete a receita e todos novamente passam muito mal. O mais logico seria este padeiro jogar esta receita fora e não mais utilizá-la.

Infelizmente este é o caminho da receita errada que estamos tomando na solução desta pandemia, implementando uma verdadeira socialização da nossa economia.

Estamos abrindo mão de nossos direitos bovinamente acreditando que os políticos podem gerir melhor uma crise do que aqueles que produzem.

Isto é uma ilusão gigantesca já provada pela história. Dívidas públicas são prorrogadas, confiscos estão sendo executados, e, pasmem, aumento de impostos já caminham pelo Congresso. Até estatizações já são autorizadas pelo STF.

Acreditar que o endividamento do governo aumenta a riqueza é acreditar que burocratas assalariados são gastadores mais sábios do que donos de dinheiro.

O governo não pode fazer crescer uma economia e muito menos gerar riqueza. Este é o papel do setor privado.

Um aumento nos gastos do governo significa, assim, o enfraquecimento dos geradores de riqueza.

Estamos deslizando para uma farra de gastos fiscais em altíssima velocidade.

Mas lembre-se, déficits e endividamento governamentais são também uma questão moral crucial para a vida de cada brasileiro.

O governo deveria liberar os recursos necessários para os vulneráveis, preservação do emprego e empresários cortando severamente seus gastos.

Não há uma única palavra e nem sinalização sobre isto. Estamos repetindo a receita catastrófica da estatização da vida produtiva.

Se continuarmos assim, tenha a certeza de que a “cura” do governo para esta pandemia será muito pior do que a própria doença.


Antônio Cabrera
Ex-ministro da Agricultura, veterinário e empresário.

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O vírus da China perto do Congresso Nacional é uma gripezinha.


Vladimir Chaves


O Coronavírus é um problema menor perto do estrago que o Congresso Nacional causa ao povo brasileiro. Por falta de recursos milhares de brasileiros morrem todos os dias sem assistência médica e o Coronavírus está trazendo a luz do dia o que até então estava no escuro. Para enfrentar o vírus da China mais importante que o isolamento social é o aporte de recursos para estruturar em tempo recorde a rede hospitalar, por décadas negligenciada. 

É nesse momento que o Congresso Nacional revela-se ser um cancro no seio da sociedade brasileira, um triturador de dinheiro público, sem recursos para equipar hospitais fala-se em taxar empresários, aumentar impostos, cortar despesas de áreas com problemas crônicos e até mesmo confiscar patrimônio particular, mas ninguém fala dos bilhões que o Congresso Nacional torra com suas inutilidades.

Esse ano o orçamento previsto para ser triturado por 513 deputados e 81 senadores é de aproximadamente ONZE BILHÕES DE REAIS, contem os zeros, R$ 11.000.000.000.00. Enquanto milhares de brasileiros estão condenados à morte por falta de assistência médica, enquanto médicos estão desesperados sem saber como socorrer seus pacientes, cada congressista custará em média DEZOITO MILHÕES DE REAIS. Como podemos ver apenas o custo de um congressista seria o suficiente para equipar o hospital de uma cidade de porte médio.


“O número de funcionários do Congresso equivale à população de muitas cidades. Só na Câmara são 2.894 servidores concursados, 1.456 em cargos especiais, 8.949 secretários parlamentares e 3.260 terceirizados, um total de 16.559 (dados de março 2019). Já no Senado são cerca de 9.000. Ou seja, no Congresso Nacional trabalham mais de 25 mil pessoas. No Brasil, há cerca de 4.000 municípios com população de até 25 mil”.

Achou tudo isso um absurdo? Pois bem, além de toda essa dinheirama os senhores congressistas legislando em causa própria reservaram TRÊS BILHÕES, contem os zeros, R$ 3.000.000.000,00, para abastecer os partidos políticos e financiar campanhas eleitorais, nem mesmo esses TRÊS BILHÕES os senhores congressistas si dispõem devolver ao país, sequer aceitam discutir a possibilidade de socorrer o país com esse dinheiro.

Enfim, o vírus da China perto do Congresso Nacional é só uma gripezinha.

domingo, 5 de abril de 2020

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Por Augusto Nunes: A parceria entre Cabral e a Globo


Vladimir Chaves


Condenado — por enquanto — a quase 100 anos de prisão, Sérgio Cabral aparece abaixo apenas de Marcola (340 anos) no ranking dos bandidos que têm de calcular em séculos o tempo de permanência na cadeia. Para alcançar tal proeza, o ex-governador do Rio montou a quadrilha mais gananciosa e abrangente da história. Durante oito anos, roubou em parceria com secretários de Estado, deputados federais e estaduais, senadores, empresários nacionais e estrangeiros, prefeitos, desembargadores, conselheiros do Tribunal de Contas, desembargadores e ministros de tribunais superiores, fora o resto.

Alianças com figurões federais completaram a blindagem que fez de Cabral uma das mais abarrotadas caixas pretas da criminalidade VIP. Ele arrombou todos os cofres ao alcance da máquina administrativa fluminense. E extraiu propinas negociando extrair merenda escolar, refinarias, quentinhas dos presídios, obras viárias, bondes de Santa Tereza, plataformas da Petrobras — nada, rigorosamente nada escapou à gula do delinquente que, durante um interrogatório, confessou que tinha o vício da ladroagem.

Quem faz o que fez Cabral tem muita história para contar — e muitos comparsas a revelar. Por isso, muita gente estranhou as sucessivas dificuldades que retardaram o fechamento de um acordo de delação premiada com a Lava Jato. Até que veio, recentemente, o acerto com a Polícia Federal já homologado pelo ministro do STF Edson Fachin. As primeiras revelações confirmaram que foi enfim aberto um baú de safadezas que deverão iluminar catacumbas ainda indevassadas.


Ainda em seu início, o cortejo de bandalheiras revelou de onde veio o dinheiro para a compra do sítio em Atibaia. Nesta sexta-feira, começou a sair da caixa preta um capítulo inteiro dedicado à rede Globo. As primeiras revelações explicam a irrelevância atribuída pelos telejornais da empresa ao que Cabral já contara ou tem a contar. Essa boa vontade teve um preço.

Segundo o ex-governador, o silêncio da rede Globo custou pelo menos R$ 80 milhões, valor do acerto sem licitação que contemplou a Fundação Roberto Marinho com a gerência de estudos, projetos e desenvolvimento de conteúdo para a implantação de um vistoso  equipamento cultural na cidade do Rio. Ainda de acordo com Cabral, uma licitação fraudulenta permitiu à fundação indicar a construtora responsável pela obra. Isso garantiu a proximidade do governante delinquente com a família Marinho, informam os depoimentos à Polícia Federal.

É improvável que a revelação consiga espaço nos telejornais da Globo. Todos estão concentrados na coleta de números e declarações que transformam a pandemia de coronavírus na anunciação do fim do mundo. Versões que expliquem a história dos R$ 80 milhões podem esperar.

Publicado originalmente no portal R7

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Sem pânico: Proteja-se do vírus sem entrar na onda da imprensa suja.


Vladimir Chaves


No dia 24 de março a Rede Globo e toda a catrevagem da imprensa brasileira anunciaram aos quatro cantos do planeta uma tragédia que abateria o Brasil. Segundo suas fontes, um relatório produzido na segunda-feira (23) pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) apontava que até o dia 6 de ABRIL o Brasil teria 207.435 casos de covid-19 e 5.571 mortes.

Hoje 5 de abril, faltando apenas um dia para o juízo final, o Brasil registra 10.278 casos, 432 óbitos e uma letalidade de apenas 4,2%. Para que o achismo da imprensa irresponsável venha a se confirmar, será preciso que de hoje,5, até amanhã, 6, 5.139 brasileiros venham a óbito em consequência do vírus da China.

Sabe quantos meios de comunicação irão fazer uma meia culpa no dia 6? NENHUM! Pois toda a imprensa tem como único objetivo levar pânico a população, insuflar o pavor em favor de uma escória politica que não está dando a mínima para saúde da população e tendo como único objetivo a desestabilização do país.

E antes, que algum “malovido” venha me atacar insinuando que estou amenizando os perigos do vírus da China, me antecipo a repetir o que já disse várias vezes, o VÍRUS DA CHINA É ALTAMENTE CONTAGIOSO E LETAL, MERECE TODO O CUIDADO DO MUNDO E A PREVENÇÃO NO MOMENTO É A NOSSA MAIOR DEFESA. Agora não podemos desconsiderar que politiqueiros de quinta categoria com o apoio da imprensa suja tentam a todo o momento tirar proveito politico dessa pandemia, buscando levar pânico a população e desestabilização da economia e da democracia.

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Procuradoria eleitoral dá parecer pelo cancelamento do registro do PT.


Vladimir Chaves


Parecer do vice-procurador eleitoral Renato Brill de Góes é favorável à ação de cancelamento de registro de partido político do Partido dos Trabalhadores. A manifestação do Ministério Público Federal é dia 27 de março. Postula-se que, “no curso da Lava Jato, restou demonstrado que o PT recebeu recursos de origem estrangeira”.

“Diante de tal contexto, forçoso reconhecer a existência de indícios suficientes do recebimento, por parte do Partido dos Trabalhadores – PT, ora requerido, via interpostas pessoas, de recursos oriundos de pessoas jurídicas estrangeiras (Keppel FELS e Toshiba), inclusive para pagamento de despesas contraídas pelo próprio Partido, a evidenciar, em tese, interesse direto da instituição partidária e não apenas de dirigente seu, circunstância que autoriza o prosseguimento do feito quanto à hipótese do inciso I do art. 28 da Lei dos Partidos Políticos, com a inauguração de sua fase de instrução”, afirma Renato Brill de Góes.

O procurador pediu a oitiva de José Alberto Pia Campanha e de Rafael Ângulo Lopes, que foram citados, num depoimento, pelo doleiro Alberto Youssef. Ele também solicitou “cópias dos depoimentos prestados pelo representante do Grupo Keppel FELS Zwi Scornicki, pelo publicitário João Cerqueira de Santana Filho e pela esposa deste, Mônica Regina Cunha Moura, à 13ª Vara Federal de Curitiba”, informa o jornal “O Estado de S. Paulo”.

O parecer menciona o depoimento e frisa que Yousseff “relatou ter intermediado o pagamento de cerca de R$ 800 mil em espécie, a pedido do diretor da empresa Toshiba, ao Partido dos Trabalhadores, vinculado a contrato referente à execução de obra no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)”.

Renato Brill de Góes cita que Mônica Moura — responsável, ao lado do marqueteiro João Santana, pelas campanhas de Dilma Rousseff à Presidência da República em 2010 e 2014 — “revela que a quantia a ela repassada por Zwi Skornicki, representante do Grupo Keppell FELS, teve por objetivo quitar débito do Partido dos Trabalhadores em relação à prestação de serviços para a campanha presidencial do PT em 2010”.

sábado, 4 de abril de 2020

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Votei e voto em Bolsonaro!


Vladimir Chaves


Um amigo me pergunta se eu não fico preocupado por ter votado em Bolsonaro, e eu respondo que a cada dia estou mais convicto que votei certo, se tivéssemos uma eleição amanhã votaria novamente.

Não dou a mínima para as críticas e as ofensas dos que odeiam Bolsonaro, são tantos argumentos chulos que não merecem qualquer consideração. Só o fato de Bolsonaro incomodar toda a laia que está condenada ou responde processos por ter roubado o Brasil, já me dá a certeza de ter feito a escolha certa.

Feliz seria essa nação se o único erro dos nossos políticos fossem os erros do presidente, antes um brucutu que fala pelos cotovelos, que não finge quando se dirige ao povo, que escuta filhos e que tem como principal bandeira a honra da palavra, a honestidade, o respeito às famílias e a fé cristã, que um engomadinho falando manso e agindo como uma serpente, um que si aconselha com bandidos, um que desde o berço aprendeu que político que se preza tem que ser ladrão, que não respeitas as famílias e muito menos a fé cristão.

Votei e votaria novamente em Bolsonaro!

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Justiça do Paraná determina bloqueio de R$ 18 milhões do PT em ação da Lava Jato


Vladimir Chaves


A Justiça Federal de Curitiba decretou o bloqueio de R$ 18 milhões do Partido dos Trabalhadores numa ação da Lava Jato que investiga desvio de recursos na construção da sede da Petrobras em Salvador.

Na decisão, o juiz federal Friedmann Anderson Wendpap, da 1ª Vara Federal, diz que o valor bloqueado do PT deve sair do caixa próprio do partido, deixando intocada a verba referente ao fundo partidário.

Além da verba do partido, Wendpap decretou também a indisponibilidade de bens e direitos de 18 réus envolvidos no caso. No total, foram mais de R$ 400 milhões bloqueados.

São alvos da decisão o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e o acionista e ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, além da própria construtora. A sentença determina o bloqueio de ativos financeiros, valores mobiliários, veículos, imóveis e participações societárias desses réus.

A decisão foi dada em caráter preliminar no dia 24 de março, mas seu sigilo só foi levantado nesta quinta-feira (2).

O valor total da causa é de R$ 788 milhões e, segundo a força-tarefa da Lava Jato do Paraná, diz respeito à "prática de atos criminosos que geraram enriquecimento ilícito, causaram prejuízo ao erário e atentaram contra os princípios da administração pública, com pagamento de vantagens indevidas referentes à obra realizada para a ampliação das instalações da nova sede da Petrobras em Salvador".

A Procuradoria alega que a construção do prédio da estatal, conhecida em Salvador como Torre Pituba, foi reajustado em 326,93% ao longo de dez anos.

A Torre Pituba é um empreendimento feito com dinheiro da Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, e realizado em conjunto pela OAS e Odebrecht. O projeto previa que o prédio construído fosse alugado para a estatal por 30 anos.

Durante a investigação, os policiais federais ouviram os delatores do departamento de propina da OAS, conhecido formalmente como controladoria, que detalharam como funcionou o esquema para o pagamento de suborno para diretores da Petros, agentes públicos e políticos.

Esses delatores implicaram políticos, dirigentes da Petros, funcionários da Petrobras e também a própria cúpula da OAS.

A reportagem procurou as assessorias e defesas do PT, OAS, Léo Pinheiro, Renato Duque e João Vaccari Neto, mas ainda não teve retorno.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

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Liberada a concessão de 2,6 mil bolsas para estudos de epidemias


Vladimir Chaves


Linha de estudos, que envolve o combate ao coronavírus, contará com estudantes e pesquisadores das áreas de saúde e de exatas; investimento chegará a R$ 200 milhões.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação (MEC), lançou nesta quinta-feira, 2 de abril, um programa emergencial para apoiar pesquisas voltadas ao enfrentamento de surtos, de epidemias e de pandemias, como o coronavírus. Ao todo, serão 2,6 mil bolsas para pesquisas nas áreas de saúde e de exatas com investimento de R$ 200 milhões.

O programa é divido em três etapas. A primeira já foi iniciada com a concessão imediata de 900 bolsas de mestrado e doutorado para cursos de saúde com notas 5, 6 e 7, na avaliação técnica da Capes. A duração das bolsas será de 36 meses, renovadas a cada ano, com possibilidade de prorrogação por mais 12 meses.

A segunda vai ofertar mais 900 bolsas , a partir da próxima semana, incluindo cerca de 30 projetos de pesquisa, cada um no valor de R$ 345 mil, voltados para áreas de epidemiologia, infectologia, microbiologia, imunologia, bioengenharia e bioinformática. Essas pesquisas vão durar entre 12 e 36 meses, podendo ser renovadas por mais um ano. A última etapa vai abranger mais 800 bolsas de exatas e saúde nos próximos meses.

Para o presidente da Capes, Benedito Guimarães Aguiar Neto, a iniciativa visa a um melhor entendimento das doenças infecciosas e foca em estudos inovadores de prevenção, diagnóstico e de estratégias terapêuticas. “Estamos intensificando nosso apoio aos programas de pós-graduação, principais responsáveis pela pesquisa científica e tecnológica no país, com um programa estratégico emergencial que poderá contribuir de forma imediata à mitigação dos problemas ocasionados pela atual pandemia e contribuir para prevenção e combate epidemias que assolam o país há anos”, afirma.

O programa de combate às epidemias faz parte de uma série de esforços do governo federal na contenção da disseminação do vírus pelo país. Com a iniciativa, será possível preparar a comunidade científica para trabalhar em soluções para situações-limite.

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Bolsonaro “proclama” jejum contra o coronavírus


Vladimir Chaves


O presidente Jair Bolsonaro “proclamou” um dia nacional de jejum no Brasil. Em conversa com pastores na saída do Palácio da Alvorada, o presidente ouviu palavras proféticas e recebeu orações.

Um dos pastores que estava no grupo, disse ao presidente que ele tinha “autoridade” e pediu que ele convocasse a nação para um jejum em meio à crise e pandemia de Covid-19.

Outro pastor lembrou ao presidente sobre “um povo” que está clamando aos céus pela resposta divina e fez declarações ao presidente – parafraseando versos bíblicos, dizendo que “pelejarão contra ti, mas não prevalecerão”.

Ao responder os pastores e agradecer aos evangélicos que tem orado pela nação e por sua liderança, o presidente afirmou que “com Ele ao nosso lado… o Brasil saíra dessa muito mais forte”.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

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Bolsonaro sanciona auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais, o custo será de R$ 98 bilhões


Vladimir Chaves


O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira, o projeto de lei que autoriza o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 por três meses a trabalhadores informais. A medida faz parte do pacote de ações do governo para lidar com a crise do coronavírus. O aval presidencial ocorre dois dias após o Congresso ter aprovado o texto.

Questionado se o benefício já começará a ser pago a partir da semana que vem, como aventou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, Bolsonaro disse ser “possível” e que o governo já está trabalhando no decreto para regulamentar a lei.

— Esse decreto já está na cabeça do Onyx e está sendo colocado no papel para a gente, o mais rápido possível também publicá-lo. Se bem que, de qualquer maneira, se publicar o decreto hoje, meia-noite, ou daqui a três, quatro dias, não tem problema, porque o trabalho para ser colocar em prática o que o decreto vai definir já está sendo feito 3 — declarou o presidente, em entrevista à TV Bandeirantes.

Segundo o presidente, o benefício será pago a 54 milhões de brasileiros e custará aos cofres públicos R$ 98 bilhões. O valor é seis vezes maior que o inicialmente projetado pela equipe econômica, que previa gastar R$ 15 bilhões com um benefício de R$ 200 pago a um número menor de pessoas.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

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