A ciência não cria a
verdade; ela a revela. Muitas de suas descobertas apenas confirmam aquilo que a
Palavra de Deus já declarou há milênios, mostrando a harmonia entre
conhecimento humano e sabedoria divina.
A descoberta da laminina é
um exemplo claro disso. Essencial para a matriz extracelular, sua estrutura em
forma de cruz não é apenas um detalhe biológico, mas um sinal que ecoa
princípios eternos revelados nas Escrituras.
A Bíblia afirma que Deus
criou o ser humano de forma admirável e perfeita: “Eu te louvarei, porque de um
modo assombroso e maravilhoso fui feito” (Salmos 139:14). A laminina,
que sustenta e organiza as células, reflete essa verdade e aponta
simbolicamente para a cruz, o sinal máximo da redenção.
O apóstolo Paulo escreve: “E
ele é antes de todas as coisas, e nele todas as coisas subsistem” (Colossenses
1:17). De forma impressionante, sem a laminina o corpo perde coesão e
estrutura, revelando um paralelo entre a sustentação física e a espiritual.
Pesquisas também indicam o
papel da laminina na regeneração nervosa, trazendo esperança onde antes havia
impossibilidade. Isso ecoa a promessa divina: “Eu sou o Senhor que te sara” (Êxodo
15:26).
Nesse contexto, destaca-se o
trabalho da pesquisadora Tatiana Sampaio, cujos estudos reforçam que fé e
conhecimento não são inimigos. Como afirma a Escritura: “Os céus proclamam a
glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1).
A cruz molecular da laminina
nos lembra que não estamos separados de Deus. Somos, como diz a Palavra,
“templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 6:19), carregando em nós a marca
do Criador.
Assim, cada célula anuncia
esperança. Há um projeto de restauração inscrito na própria criação, apontando
para a promessa final: “Eis que faço novas todas as coisas” (Apocalipse 21:5).
A laminina não é apenas uma proteína, mas um lembrete de que a cura começa na
cruz e se manifesta até nos fundamentos mais microscópicos da vida.







